<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>oseuikigai</title><description>oseuikigai</description><link>https://www.oseuikigai.com/blog</link><item><title>Superpoderes Humanos - onde estão os seus?</title><description><![CDATA[Numa destas noites, o meu filho de 7 anos, já entre lençóis, perguntou-me se um dia quando eu morresse e ele também, se poderíamos continuar a fazer coisas juntos lá no céu. Disse-lhe que sim; que nessa altura teríamos tempo para tudo. “E também podemos fazer uma casa? A nossa casa?"- continuou ele. Respondi-lhe que sim mas que talvez nem precisássemos dela porque íamos poder brincar o dia todo ao ar livre, sem precisarmos de dormir, nem de comer, nem mesmo de parar para fazer os trabalhos da<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_14805b8b28bd47c08b8dd2ecd5f63db7%7Emv2.jpg/v1/fill/w_712%2Ch_447/75d9e2_14805b8b28bd47c08b8dd2ecd5f63db7%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2019/01/15/Superpoderes-Humanos---onde-est%C3%A3o-os-seus</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2019/01/15/Superpoderes-Humanos---onde-est%C3%A3o-os-seus</guid><pubDate>Tue, 15 Jan 2019 23:03:33 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_14805b8b28bd47c08b8dd2ecd5f63db7~mv2.jpg"/><div>Numa destas noites, o meu filho de 7 anos, já entre lençóis, perguntou-me se um dia quando eu morresse e ele também, se poderíamos continuar a fazer coisas juntos lá no céu. Disse-lhe que sim; que nessa altura teríamos tempo para tudo. </div><div>“E também podemos fazer uma casa? A nossa casa?&quot;- continuou ele. Respondi-lhe que sim mas que talvez nem precisássemos dela porque íamos poder brincar o dia todo ao ar livre, sem precisarmos de dormir, nem de comer, nem mesmo de parar para fazer os trabalhos da escola ou ir à casa de banho. Expliquei-lhe que no céu ficamos com poderes especiais que nos permitem isso e muito mais.</div><div>Fantasias e crenças à parte, revelei-lhe ainda que, na verdade, não precisamos de esperar pelo céu para conseguirmos ter poderes especiais. Tão simplesmente porque nós já temos poderes... poderes humanos! </div><div>Quase que lhe ia tirando o sono de tão entusiasmado que ficou! E o que acrescentei a seguir é o que lhe quero também relembrar a si.</div><div>Cada um de nós tem em si poderes extraordinários. Não os que enumerei existirem lá no céu mas outros que existem bem mais perto, em todos nós, e que nos permitem também fazer coisas fantásticas, agora!</div><div>São Superpoderes Humanos que podemos e devemos utilizar sempre, em qualquer circunstância, a qualquer hora, em todos os dias da nossa vida. </div><div>Temos o poder de... encontrar as melhores palavras para comunicar</div><div>Temos o poder de... controlar o nosso comportamento</div><div>Temos o poder de... selecionar a informação que ouvimos, que vemos e lemos</div><div>Temos o poder de... controlar o nosso tempo</div><div>Temos o poder de... pensar sobre as coisas</div><div>Temos o poder de... perdoar</div><div>Temos o poder de... acreditar</div><div>Temos o poder de... transformar... objetos, situações, emoções, a nossa vida</div><div>Temos o poder de... lembrar o que realmente importa</div><div>Temos o poder de... escolher o melhor caminho</div><div>Temos o poder de... descobrir a melhor solução</div><div>Temos o poder de... nos reinventar</div><div>Temos o poder de... abraçar bons desafios</div><div>Temos o poder de... rir como se não houvesse amanhã</div><div>Temos o poder de... nos reerguer da dor e de quaisquer contrariedades </div><div>Temos o poder de... (o que mais escreveria a seguir?)</div><div>Já tinha pensado nisto assim? </div><div>São tantos poderes os que temos e que podemos utilizar no momento presente! </div><div>Está a utilizar bem os seus Poderes Super-humanos?</div><div>Ah, lembrei-me de outro superpoder!</div><div>Cada um de nós tem em Si o PODER DE ESCOLHA... de escolher o que é melhor para si, para a sua vida, ... mas não para os outros!</div><div>Esta é a mensagem que lhe quero deixar. Você tem poderes extraordinários. Valorize-os e utilize-os de forma justa e consciente. Faça acontecer!</div><div>Boas escolhas!</div><div>Imagem I PIXABAY</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A Inteligência Emocional na Criança</title><description><![CDATA[Se tivermos um olhar atento sobre a vida, será fácil entender que ela é repleta de estímulos e exigências que constantemente despertam as nossas emoções. É assim desde o primeiro dia em que nascemos. As emoções influenciam os pensamentos e ambos estão implicados na forma como atuamos perante as situações, nomeadamente, nas tomadas de decisão.A infância é uma fase essencial no desenvolvimento emocional e na regulação emocional de qualquer criança (Gross e Tompson, 2007). É nesta fase também que<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_960b6b95f2b34eea8452e3d671fc2d27%7Emv2_d_2000_1500_s_2.jpg/v1/fill/w_673%2Ch_504/75d9e2_960b6b95f2b34eea8452e3d671fc2d27%7Emv2_d_2000_1500_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2017/09/28/A-Intelig%C3%AAncia-Emocional-na-Crian%C3%A7a</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2017/09/28/A-Intelig%C3%AAncia-Emocional-na-Crian%C3%A7a</guid><pubDate>Thu, 28 Sep 2017 20:10:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_960b6b95f2b34eea8452e3d671fc2d27~mv2_d_2000_1500_s_2.jpg"/><div>Se tivermos um olhar atento sobre a vida, será fácil entender que ela é repleta de estímulos e exigências que constantemente despertam as nossas emoções. É assim desde o primeiro dia em que nascemos. As emoções influenciam os pensamentos e ambos estão implicados na forma como atuamos perante as situações, nomeadamente, nas tomadas de decisão.</div><div>A infância é uma fase essencial no desenvolvimento emocional e na regulação emocional de qualquer criança (Gross e Tompson, 2007). É nesta fase também que se inicia a definição dos seus hábitos emocionais que, sem se dar conta, irão orientá-la na fase da adolescência e na sua vida adulta (Daniel Goleman, 2012).</div><div>As emoções têm, portanto, um papel essencial no equilíbrio e na saúde mental da criança de hoje e do adulto que se tornará amanhã.</div><div>Assim, quanto mais cedo a criança aprender a entender e a lidar com emoções e sentimentos, mais apta se tornará a resolver de forma emocionalmente autónoma e responsável os desafios diários. Chama-se a isso Inteligência emocional - à capacidade de identificar emoções e sentimentos, saber reconhecê-las em si e nos outros, e ser capaz de as gerir de forma equilibrada e adequada às características de cada momento.</div><div>Esta competência humana é a principal responsável pelo sucesso ou insucesso na vida de cada um; por melhores relacionamentos familiares, sociais e profissionais. E, embora não se nasça já “emocionalmente inteligente”, esta aptidão pode e deve ser desenvolvida a partir da infância.</div><div>Sabia disto?</div><div>Então, sejamos práticos. Como é que a inteligência emocional pode ser desenvolvida no dia-a-dia da criança?</div><div>A inteligência emocional é adquirida por meio da aprendizagem de competências emocionais e de experiências positivas, vividas diariamente pela criança. O seu desenvolvimento requer um treino diário no meio familiar, na sua instituição de ensino e nos outros contextos em que ela faça parte.</div><div>Nesta prática, os pais podem introduzir atividades simples e divertidas na sua rotina diária, de acordo com a idade da criança e dos interesses que ela demonstra.</div><div>Partilhamos algumas das muitas atividades de inteligência emocional:</div><div>Gratidão. Ensine a sua criança a ser grata pelas pessoas boas da sua vida, por tudo o que tem no aqui e no agora e pelo que já conseguiu fazer. Ajude-a a praticar este exercício de pensamento e de foco de atenção. Isso irá permitir-lhe elevar os seus níveis de bem-estar, a valorizar-se a si mesma, aos outros e às pequenas coisas que acontecem à sua volta. Pode perguntar-lhe, por exemplo, “O que gostaste mais de fazer hoje?”. Depois de ela responder, ajude-a a transformar o que aconteceu em gratidão: “Obrigada por...” Com a prática, a criança não irá apenas agradecer mas irá também sentir gratidão sincera pelo que está a dizer. Esta atividade pode ser apenas verbalizada ou pode também ser acompanhada pelo desenho e/ou pela escrita. Pode fazê-lo de dois em dois dias, ou uma vez por semana mas faça-o com regularidade e sinceridade.</div><div>Jogo de mímica emocional. Cada jogador escolhe uma emoção para representar apenas com o rosto e o corpo. Este é um dos jogos que permitem relacionar o nome das emoções à expressão facial e corporal. Saber reconhecer as emoções nos outros e perceber o impacto que cada uma tem no corpo humano é muito importante para desenvolver, por exemplo, a empatia e criar bons relacionamentos.</div><div>O ator principal. Este exercício permite que a criança aprenda e viva as emoções através da representação de uma situação real ou imaginária e, portanto, dentro um ambiente controlado. Deixe seja o ator principal na dramatização de uma situação à sua escolha, dando enfase à expressão facial, corporal e vocal. Aqui é também importante serem abordadas as possíveis alternativas para evitar o conflito representado e as diferentes formas de resolver o problema da história. Assim estará não só a trabalhar o reconhecimento das emoções em si e nos outros, como também estará a treinar o controlo emocional do seu filho, a sua autonomia emocional e as relações interpessoais.</div><div>Histórias com sentido. Escolha histórias que abordem temas importantes da vida da criança como, por exemplo: a chupeta, o desfralde, as birras, a partilha, resistência em ir à escola, a amizade, a gratidão, a violência, a vergonha, o medo do escuro, etc.). Ao contar a história dê destaque à nomeação das emoções referidas e às respetivas expressões faciais e vocais. Ouça com atenção o que a criança lhe vai dizendo sem fugir às perguntas que lhe possa fazer. Seja sempre sincero, podendo recorrer a exemplos pessoais. Recorde como foi consigo? Permita que a criança ouça de novo a história, caso ela lho peça, porque isso é sinal que está a trabalhar internamente algum conteúdo da história.</div><div>Desenhos livres. São outra forma de comunicação da criança a partir da qual se pode explorar o autoconhecimento emocional. Pode perguntar-lhe se quer fazer um desenho sobre a história que leram, sobre o dia que passou, sobre o que está a sentir, ou simplesmente sobre o que ela quiser. Desta forma, terá acesso ao que mais a marcou na história, no dia ou noutra situação, abrindo caminho para falarem sobre as suas emoções. Esta atividade poderá dar também origem a um jogo de adivinha – cada um faz um desenho e no final terá de se descobrir qual a emoção que se está a querer transmitir.</div><div>Expressão musical. A música é uma fonte de estimulação emocional e está presente no rádio do carro, no CD da escola, no filme visto lá em casa ou no simples cantarolar da mãe! A música pode alterar os nossos estados emocionais sem que nos demos conta disso. Ela pode desencadear estados de alegria ou tristeza, de calma ou de agitação, entre outros. Então, ajude a sua criança a ter consciência disso mesmo. Coloque uma música e no final partilhe com a criança o que essa música lhe fez sentir. Depois, pergunte-lhe se ela sentiu a mesma coisa ou uma emoção diferente. Pode fazer também o exercício ao contrário. Pedir-lhe para cantar ou inventar uma música que a faça sentir alegria, tristeza, raiva, etc. Utilize ainda a música como uma ferramenta de controlo emocional e comportamental. Ela pode ser um complemento precioso no relaxamento antes de dormir, no entretenimento de uma viagem de carro ou para ajudar toda a família a acalmar em situações de maior tensão, por exemplo.</div><div>Respiração consciente. É uma técnica de autocontrolo emocional. Quando respiramos bem e profundamente estamos a melhorar a oxigenação de todo o nosso corpo e a dizer ao nosso cérebro que estamos calmos. Por isso, treine regularmente a respiração com a sua criança, de forma a que se torne automática e útil nas situações de descontrole emocional. Para auxiliar esta tarefa pode utilizar, por exemplo, moinhos de papel, bolas de sabão, velas e balões.</div><div>15 minutos mágicos. Muito resumidamente, são 15 minutos por dia ou por semana onde a criança tem a atenção plena da mãe, do pai ou de ambos. Aqui é a criança quem dirige a brincadeira durante todo o tempo. Tudo é permitido desde que não coloque em perigo a vida de ninguém. Os pais deverão somente seguir as suas instruções, sem ter a intenção de educar, fazer juízos de valor, ralhar ou punir. Ou seja, se a criança produz um som, os pais deverão imitar igualmente; se ela quiser um abraço, o abraço será dado pelo tempo pretendido; se ela quiser brincar no chão, ir para a terra ou subir a uma árvore, os pais deverão fazer o mesmo com ela. A criança deverá ser acompanhada nas suas iniciativas. Pode parecer disparatado mas tem resultados incríveis. Esta comunicação em espelho é muito gratificante para a criança, aproximando-a afetivamente dos seus pais e ensinando-lhe a noção de respeito mútuo, entre outros valores fundamentais na construção de relacionamentos saudáveis. São apenas 15 minutos mas terá de estar motivado para a brincadeira e inteiramente disponível para o momento.</div><div>Ao colocar em prática estas ou outras atividades de inteligência emocional, estará a trabalhar na criança as suas componentes emocionais: a autoconsciência emocional, o reconhecimento das emoções nos outros, o controlo emocional, a autonomia emocional e os relacionamentos interpessoais.</div><div>No entanto, não espere que a sua criança deixe de sentir medos, raiva, ciúme ou inveja. Ser emocionalmente saudável e inteligente é também compreender o que sentimos, aceitar essa emoção e transformá-la em algo positivo.</div><div>Saiba que nesta área somos todos agentes ativos: se a família constitui o primeiro pilar de aprendizagem emocional; os educadores, os professores e os colegas constituem o segundo; atuando de seguida os restantes agentes da sociedade. Todos temos influência na educação emocional da criança. </div><div>Boas escolhas!</div><div>ImagemI O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Guia de apoio emocional em situações de Catástrofe</title><description><![CDATA[“De acordo com Polk e Mitchell (2008), em eventos de larga escala, por cada vítima física (com ferimentos) existem de 4 a 10 vítimas com necessidade de intervenção psicológica.”, refere a Ordem dos Psicólogos Portugueses, através do seu site.Na verdade, com necessidades de intervenção psicológica ou não, hoje todos nós somos, de alguma forma, “vítimas” daquela a que é já classificada como a “catástrofe em Pedrogão Grande”.Desde as crianças aos mais idosos, entre os que vivem esta situação<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_76642ae045af47e0b64302d28845004d%7Emv2.png/v1/fill/w_712%2Ch_243/75d9e2_76642ae045af47e0b64302d28845004d%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2017/06/19/Guia-de-Apoio-Emocional-em-Cat%C3%A1strofes</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2017/06/19/Guia-de-Apoio-Emocional-em-Cat%C3%A1strofes</guid><pubDate>Mon, 19 Jun 2017 16:50:16 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_76642ae045af47e0b64302d28845004d~mv2.png"/><div>“De acordo com Polk e Mitchell (2008), em eventos de larga escala, por cada vítima física (com ferimentos) existem de 4 a 10 vítimas com necessidade de intervenção psicológica.”, refere a Ordem dos Psicólogos Portugueses, através do seu site.</div><div>Na verdade, com necessidades de intervenção psicológica ou não, hoje todos nós somos, de alguma forma, “vítimas” daquela a que é já classificada como a “catástrofe em Pedrogão Grande”.</div><div>Desde as crianças aos mais idosos, entre os que vivem esta situação dramática em pleno terreno e os que assistem a ela através dos meios de comunicação, é impossível ficar-se totalmente indiferente a um tamanho quadro desolador.</div><div>Por isso, selecionámos algumas linhas orientadoras para que consiga confortar quem está em sofrimento emocional, perto de si. No entanto, atenção: este guia não pretende substituir de forma alguma a orientação de profissionais da área.</div><div>São apenas alguns gestos simples (e que talvez até já saiba) que valem a pena ser recordados, dado o bálsamo que poderão representar na melhoria do bem-estar emocional de quem está a viver intensamente esta catástrofe.</div><div>Poderá fazê-lo com os seus filhos, a sua família, os seus amigos e colegas, a começar por si mesmo.</div><div>1. Comece por si. Para ajudar os outros tem de se sentir suficientemente bem e capaz de o fazer. Para compreender os outros deve antes de mais compreender o que se passa consigo. Em primeiro lugar perceba como se está a sentir e fale com alguém sobre isso. Chame as emoções e os sentimentos que está a sentir pelo nome certo. É muito importante que o faça. Chore se o tiver de fazer! Peça ajuda profissional, se for o caso. Saber pedir ajuda é um ato de coragem e de respeito por si próprio. </div><div>2. Ouça. É importante que a pessoa em sofrimento possa manifestar tudo o que sente e pensa. Se você não souber o que dizer nessas situações, está tudo bem. Ouça apenas. Se a pessoa em questão fizer parte da &quot;zona de catástrofe&quot;, poderá sempre informar que o INEM da sua zona poderá acionar o serviço de intervenção psicológica&quot;, de acordo com a bolsa &quot;<a href="https://www.ordemdospsicologos.pt/pt/noticia/2005">1000 psicólogos para situações de catástrofe</a>&quot;. Clique em<a href="https://www.ordemdospsicologos.pt/pt/noticia/2005">OPP</a> para saber mais.</div><div>3. A verdade. Diga sempre a verdade sobre o que aconteceu, mesmo que se trate de uma criança. Ajuste apenas a verdade à capacidade de compreensão da pessoa que tem à sua frente. Também não precisa de falar sobre os pormenores dolorosos. Já basta os que saltam à vista.</div><div>4. Afeto. Permita o toque físico - um beijo, um abraço ou um simples dar a mão, podem ser mais reconfortantes que mil palavras desajeitadas.</div><div>5. Reações. O mesmo acontecimento pode provocar reações muito diferentes em cada pessoa que o vive. Isso não é bom nem mau. É como é. Poderá sentir um vazio imenso ou um turbilhão de emoções explosivas. Sentir raiva, tristeza, desespero, impotência, frustração, confusão, insegurança e outras tantas emoções e sentimentos poderão fazer parte deste quadro. Por isso, também é importante que cada pessoa em sofrimento saiba que numa fase inicial o que sente é uma reação normal. Ainda assim, deverá estar-se atento a uma possível necessidade de intervenção psicológica.</div><div>6. Segurança. Sentir segurança é fulcral para haver esperança no futuro, para se poder continuar a viver o dia a dia com ânimo e sem medos limitadores. Alguns exemplos que pode colocar em prática:</div><div>Se conhece pessoas que estão a viver dentro do perímetro da catástrofe, é importante que lhes transmita uma mensagem de expetativa positiva sobre a sua vida futura, por mais doloroso que o momento presente esteja a ser. Nas crianças poderá ser necessário explicar que embora as catástrofes façam parte da vida, elas também são raras de acontecer. E que quando acontecem o Ser Humano é capaz de atos de ajuda tão generosos como os que estamos a assistir.Relembrar os esforços humanitários que estão a ser feitos para que ninguém fique só, e para que todos sejam reintegrados em segurança e com a máxima dignidade possível, poderá ser também um motor de motivação para continuar a acreditar no futuro.</div><div>Relembramos que estas são apenas algumas diretrizes que poderá seguir para ajudar alguém próximo de si. No entanto, esta informação não substitui de forma alguma a avaliação psicológica de profissionais da área (psicólogos especializados), nem mesmo o acompanhamento psicológico pelos mesmos.</div><div>Estamos em <a href="https://www.oseuikigai.com">www.oseuikigai.com</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A entrada na escola - antecipar, adiar ou matricular ?</title><description><![CDATA[Em plena época de matrículas para o 1º ano do 1º ciclo do ensino básico, são muitos os pais que ainda se questionam quanto à maturidade dos seus filhos para lidarem com as novas exigências da aprendizagem escolar.Eis a grande questão: antecipar, adiar ou matricular? Como saber o momento certo?De acordo com a lei em vigor(*), é sabido que em Portugal a entrada na escola é obrigatória para as crianças que completem os 6 anos de idade até ao dia 15 de setembro, inclusive.No entanto, a idade não é o<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_bdccd9fae513438faeb82faff48f2a61%7Emv2.png/v1/fill/w_637%2Ch_466/75d9e2_bdccd9fae513438faeb82faff48f2a61%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2017/05/03/A-entrada-na-escola---antecipar-adiar-ou-matricular-</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2017/05/03/A-entrada-na-escola---antecipar-adiar-ou-matricular-</guid><pubDate>Thu, 04 May 2017 09:18:54 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_bdccd9fae513438faeb82faff48f2a61~mv2.png"/><div>Em plena época de matrículas para o 1º ano do 1º ciclo do ensino básico, são muitos os pais que ainda se questionam quanto à maturidade dos seus filhos para lidarem com as novas exigências da aprendizagem escolar.</div><div>Eis a grande questão: antecipar, adiar ou matricular? Como saber o momento certo?</div><div>De acordo com a lei em vigor(*), é sabido que em Portugal a entrada na escola é obrigatória para as crianças que completem os 6 anos de idade até ao dia 15 de setembro, inclusive.</div><div>No entanto, a idade não é o único requisito que está na base de uma boa aprendizagem escolar. Na verdade, a qualidade da aprendizagem dependerá muito da maturidade escolar da criança.</div><div>E o que é a maturidade escolar?</div><div>Maturidade escolar é quando a criança apresenta um conjunto de competências intelectuais e também emocionais, consideradas essenciais para que a aprendizagem aconteça de forma saudável, prazerosa, produtiva e duradoura.</div><div>Não basta que a criança consiga responder positivamente aos desafios intelectuais que lhe vão sendo lançados ao longo do tempo. Ela também terá de saber lidar com os desafios afetivos diários como, por exemplo, conseguir estar sossegada por um período de tempo (controlo do corpo), saber lidar com a frustração, com os contratempos e com os fracassos próprios do processo de aprendizagem.</div><div>Por isso, na entrada para a escola, as competências emocionais e cognitivas esperadas para o início da escolaridade devem ser verificadas na criança.</div><div>O contrário significa imaturidade escolar. E neste caso, obrigar a criança a iniciar a escola sem a preparação adequada, irá leva-la inevitavelmente a experienciar situações de aprendizagem demasiado penosas, e potencialmente perigosas para a construção da sua autoimagem, enquanto pessoa e estudante. </div><div>Nesse sentido, não tenha pressa em matricular a sua criança na escola antes que esteja devidamente preparada para isso.</div><div>Se for o caso dela ter de ficar mais 1 ano no infantário, saiba que o tempo de brincadeira é um excelente aleado do desenvolvimento emocional e cognitivo. Por isso, a criança está longe de estar a “perder tempo”! Está sim a ganhar maior preparação para se adaptar às exigências da escola. Está a ganhar qualidade de aprendizagem, segurança, autoestima e motivação para aprender cada vez mais. Está a desenvolver a sua capacidade de entendimento dos ensinamentos da escola e também do quotidiano. Consequentemente, estará a contribuir para uma transição mais positiva e harmoniosa, entre o infantário e o 1º ciclo, e para uma relação mais saudável com o mundo escolar.</div><div>É possível avaliar a maturidade emocional e a maturidade cognitiva na criança?</div><div>Sim. Através de uma avaliação psicopedagógica própria para o efeito, realizada por profissionais da área da psicologia.</div><div>Na verdade, esta avaliação deve ser vista como um check-up de prontidão escolar, uma das avaliações mais pertinentes e aconselháveis a serem feitas.</div><div>Tanto as competências emocionais, como as competências cognitivas estão na base de uma boa aprendizagem académica e determinam em grande parte o percurso escolar do aluno.</div><div>Por esse motivo, a lei portuguesa prevê que a entrada na escola possa ser antecipada ou adiada, sempre que tal se justifique:</div><div>Quando a criança atinge a Maturidade Escolar, antes mesmo da idade prevista, pode ser requerida a entrada condicionada (ou seja, quando a criança faz 6 anos entre 16 de setembro e 31 de dezembro mas já apresenta maturidade escolar);</div><div>Quando a criança atinge a Maturidade Escolar mas só faz 6 anos a partir de 1 de janeiro, pode ser solicitada a antecipação da matrícula;</div><div>Quando a criança apresenta Imaturidade Escolar na altura prevista para iniciar a escolaridade, pode e deve ser pedido o adiamento escolar por mais 1 ano.</div><div>Em qualquer um dos três casos, o encarregado de educação da criança tem até 15 de maio para apresentar o seu pedido que terá de ser obrigatoriamente acompanhado por esta avaliação psicopedagógica da maturidade escolar da criança.</div><div>Pela importância que este passo tem na vida da sua criança, tanto a curto, como a médio e longo prazos, O SEU IKIGAI está consigo no acompanhamento eficaz da sua criança:</div><div>1. Avaliação Psicopedagógica. Proporcionamos as condições ideias para fazer uma avaliação profissional da <a href="https://www.oseuikigai.com/copy-of-avaliacao-psicologica-4">maturidade escolar/prontidão escolar</a> da sua criança. </div><div>2. Atividade IKIDS. Investimos no <a href="https://www.oseuikigai.com/ikids">treino da maturidade emocional para crianças,</a> a partir dos 3 anos.</div><div>3. Acompanhamento psicológico individual. Reforçamos o que é positivo e <a href="https://www.oseuikigai.com/clinica">trabalhamos ao lado da criança</a>os seus pontos essenciais a serem desenvolvidos - a nível emocional, social, comportamental e cognitivo. </div><div>DÊ-LHE ASAS PARA VOAR FELIZ.</div><div>Marque connosco o <a href="https://www.oseuikigai.com/contactos">check-up de prontidão escolar</a> da sua criança.</div><div>Boas escolhas!</div><div>(*) Despacho Normativo Nº7-B/2015, do Diário da República, 2ª série</div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O Natal de crianças... para crianças</title><description><![CDATA[“O Natal é das crianças!” De certo já ouviu várias vezes este comentário. Mas será mesmo assim? Sejamos justos. O Natal é de todos, certo? No entanto, se acreditarmos que “de pequenino é que se torce o pepino”, a época do Natal pode realmente tornar-se numa oportunidade fantástica para dedicar às crianças, no que respeita ao enriquecimento da sua educação sócio-emocional.Aproveite esta quadra para as ajudar a desenvolver a consciência social, a empatia, a gratidão, a generosidade, a esperança, o<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_fc220ce0fbe249f8b5b4b8ebe2cbdefe%7Emv2.png/v1/fill/w_578%2Ch_596/75d9e2_fc220ce0fbe249f8b5b4b8ebe2cbdefe%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/12/20/O-Natal-de-crian%C3%A7as-para-crian%C3%A7as</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/12/20/O-Natal-de-crian%C3%A7as-para-crian%C3%A7as</guid><pubDate>Tue, 20 Dec 2016 12:35:35 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_fc220ce0fbe249f8b5b4b8ebe2cbdefe~mv2.png"/><div>“O Natal é das crianças!” De certo já ouviu várias vezes este comentário.</div><div> Mas será mesmo assim? </div><div>Sejamos justos. O Natal é de todos, certo? No entanto, se acreditarmos que “de pequenino é que se torce o pepino”, a época do Natal pode realmente tornar-se numa oportunidade fantástica para dedicar às crianças, no que respeita ao enriquecimento da sua <a href="http://www.oseuikigai.com/ikids">educação sócio-emocional</a>.</div><div>Aproveite esta quadra para as ajudar a desenvolver a consciência social, a empatia, a gratidão, a generosidade, a esperança, o espírito de partilha, de família e de amizade, de perdão e de união, a capacidade de escolher e de dar sem querer nada em troca. E outras tantas competências e valores morais que ache pertinentes.</div><div>Educar as suas crianças nestes gestos é, com toda a certeza, uma grande vantagem que as ajudará a construir, desde cedo, uma vida de sucesso e de felicidade.</div><div>Afinal de contas, é isso mesmo que queremos para os nossos pequenotes, certo? </div><div>Tratando-se da construção de um futuro feliz, esta aprendizagem será certamente um dos melhores presentes que lhes poderá deixar.</div><div>Então, se todos os dias são ideias para estimular essa construção, a quadra natalícia torna-se numa época primordial para elevar as suas crianças.</div><div>Nesse sentido, deixamos-lhe quatro dicas simples para desenvolver com a criançada, enquanto prepara o Natal:</div><div>1. Explicar o que é o Natal. Fomente na criança o verdadeiro sentido do Natal e o que ele realmente significa. Explique-lhe que a época natalícia vai muito para além de qualquer brinquedo que possa receber. Ensine-lhe que o Natal são as crianças e também os adultos; que é para todas as pessoas, de todas as idades, de qualquer raça, nacionalidade, religião e classe social. Que o Natal é para os bem comportados e até para os mais distraídos... É também pensarmos nas conquistas que fizemos durante o ano e no que vamos querer fazer melhor para o próximo. É tolerância, mudança, perdão, família e amizade. Sem julgamentos, porque somos “todos diferentes, todos iguais”. O Natal é também amor, empatia e um olhar sobre os outros que sempre existiram embora, por vezes, invisíveis ao nosso olhar, ou não! O Natal é, portanto, o símbolo de tudo de bom que deve existir durante o ano inteiro. Muito para além do materialismo. Muito mesmo.</div><div>2. Dar um dos seus brinquedos novos. Combine com a criança que pelo menos um dos presentes que receber irá para uma criança carenciada. Porque também existem! Esta ação, fomenta a consciência social, a generosidade, o espírito de partilha e o afeto desinteressado.</div><div>3. Selecionar os brinquedos que ficarão em uso (ou guardados) e os que deverão ser oferecidos. Estimula a capacidade de escolha e de dar sem receber. Para além disso, faz com que haja sempre alguma novidade, novos estímulos e interesse nos brinquedos, sem excessos limitativos e desnecessários.</div><div>4. Dar a conhecer diferentes formas de festejar o Natal e de como ele é vivido por outros adultos e crianças. De acordo com a idade e a capacidade de compreensão de cada criança, explique-lhe que nem todas as pessoas têm a possibilidade de ter a família junta, de ter comida na mesa, o quentinho do seu lar e prendas para desembrulhar. Recorra, por exemplo, a histórias, a vídeos da internet, ao Natal dos Hospitais. Participem no jantar de Natal dos “Sem abrigo” da vossa zona ou façam uma visita a instituições de acolhimento. Estes “pequenos grandes” gestos potenciam as capacidades de empatia, consciência social, família, amizade, união e gratidão.</div><div>Para o ajudar ainda na seleção das prendas a oferecer às crianças pode, por exemplo, acordar com as pessoas mais próximas o que é que cada uma vai dar. Isso poderá garantir algum rastreio na quantidade, diversidade e utilidade das prendas a receber. Leia também <a href="http://www.oseuikigai.com/single-post/2016/12/07/Onde-está-o-Natal-na-educação-emocional-">“Onde está o Natal... na educação emocional?”</a></div><div>Qualquer uma destas propostas, terá uma boa aceitação por parte da criança. Tudo dependerá de como lhe vai explicar o que é o Natal.</div><div>Qual é a sua experiência? Deixe a sua sugestão a todos e ajude a luz do Natal a tornar-se mais brilhantes. </div><div>Veja também o programa <a href="http://www.oseuikigai.com/ikids">IKids</a>. Exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, IKids é um treino de inteligência emocional, cognitivo e social para crianças, que as irá auxiliar na apreensão de futuras aprendizagens escolares e de vida.</div><div>Ofereça o IKids às suas crianças. Dê-lhes asas para voar mais longe.</div><div>Boas escolhas!</div><div>ImagemI O SEU IKIGAI </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Onde está o Natal... na educação emocional?</title><description><![CDATA[O Natal está a chegar e com ele a armadilha das prendas materiais em doses XXL, com destino direto aos sapatinhos das crianças.Brinquedos, brinquedos, jogos, poucos livros e mais brinquedos, quase sempre numa repetição sobre “o mais do mesmo”...Hoje, conhece-se bem o papel da brincadeira no desenvolvimento intelectual, emocional e social das nossas crianças. Sendo através da brincadeira e do afeto que melhor se conseguem expressar e entender o mundo, é fundamental que elas possam estar bastante<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_0ef6b3b70ba54fefbb3016a75134e050%7Emv2.png/v1/fill/w_517%2Ch_449/75d9e2_0ef6b3b70ba54fefbb3016a75134e050%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/12/07/Onde-est%C3%A1-o-Natal-na-educa%C3%A7%C3%A3o-emocional-</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/12/07/Onde-est%C3%A1-o-Natal-na-educa%C3%A7%C3%A3o-emocional-</guid><pubDate>Wed, 07 Dec 2016 12:01:58 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_0ef6b3b70ba54fefbb3016a75134e050~mv2.png"/><div>O Natal está a chegar e com ele a armadilha das prendas materiais em doses XXL, com destino direto aos sapatinhos das crianças.</div><div>Brinquedos, brinquedos, jogos, poucos livros e mais brinquedos, quase sempre numa repetição sobre “o mais do mesmo”...</div><div>Hoje, conhece-se bem o papel da brincadeira no desenvolvimento intelectual, emocional e social das nossas crianças. Sendo através da brincadeira e do afeto que melhor se conseguem expressar e entender o mundo, é fundamental que elas possam estar bastante tempo nesta atividade.</div><div>Quando brinca, a criança está a ensaiar a vida e a organizar-se internamente, para um desenvolvimento pleno e equilibrado.</div><div>Mas muita brincadeira não é sinónimo de muitos brinquedos. Antes pelo contrário!</div><div>Demasiados brinquedos perturbam o desenvolvimento da criatividade, da concentração e do fluxo de pensamento, diminuem o espaço da brincadeira, e aumentam a desarrumação.</div><div>Para além disso, fica no ar a ideia de que tudo é muito fácil de conseguir. “Não custa nada”, basta pedir... neste caso ao Pai Natal.</div><div>E depois, “Se o Pai Natal traz tantos brinquedos para mim, também traz para os outros meninos. Então, mamã, porque é que dizes que há meninos sem brinquedos?” Grande trapalhada!</div><div>Ajude o seu filho a ser feliz e, acredite, isso está longe de passar pelos bens materiais. Garantimos-lhe que esta aprendizagem é mais fácil do que parece! Ela faz parte da educação emocional.</div><div>Deixamos-lhe quatro grandes sugestões de presentes diferentes que o Pai Natal poderá deixar no sapatinho dos pequenotes:</div><div>1. Um adulto de referência para a criança. E que tal embrulhar o pai, a mãe, os avós ou outro adulto de grande importância para a criança? Ela vai adorar ter como presente os próprios pais/adulto de referência! E a parte de ter um embrulho tão grande e tanto papel para rasgar será também uma animação. Ofereça-lhe a garantia do seu tempo, de corpo e alma, todos os dias durante uns minutos. Ofereça, não só a sua presença física mas a sua atenção, sem stresse. Este será o melhor presente que ela poderá receber. Será o presente mais surpreendente e, sem dúvida, o mais valioso.</div><div>2. Atividades familiares. Por exemplo: um jogo para fazer em família; uma ida familiar ao cinema com direito a pipocas; plasticina com direito a concurso de estátuas; karaoke para todos; etc.</div><div>Brincar na companhia de um adulto e de outras crianças favorece o contacto emocional, a linguagem, criatividade, a troca de ideias e de saberes, entre outras vantagens.</div><div>3. Necessidades. O que está a precisar neste momento a sua criança ou o que irá precisar dentro em breve? Por exemplo: lápis de cor, um caderno para desenhar, um pijama quentinho, aquela camisola, uma mochila, um livro educativo sobre aquele tema. Já tem fato de carnaval?</div><div>4. Novas experiências. Ofereça-lhe a oportunidade de experimentar novas atividades. Um mês de aulas de música, uma aula de dança, uma entrada num museu, um desporto diferente, um workshop de culinária ou antes de jardinagem, ou até uma experiência no <a href="http://www.oseuikigai.com/ikids">IKids - treino de Inteligência Emocional para crianças</a>. </div><div>Esta educação emocional pode e deve estar presente na hora de, por exemplo, ajudar a sua criança a fazer os pedidos ao Pai de Natal.</div><div>E então, o que vais pedir ao Pai Natal? </div><div>Boas escolhas!</div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Bem me enche, Mal me preenche...</title><description><![CDATA[O que determina o sucesso ou o insucesso de uma relação amorosa entre duas pessoas?Seria bom poder dizer que “o amor e uma cabana” são suficientes para construir uma relação duradoura, saudável, honestamente feliz e bastante gratificante para ambos os parceiros. Mas não é bem assim!Então, o que falta para preencher o espaço vazio? Porque existem tantas separações quando no início da relação é tudo tão intenso e as promessas de um futuro risonho parecem não ter fim?Se pretende uma resposta<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_96585707aaf04cac8a35a33345b649de%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/06/09/Bem-me-enche-Mal-de-preenche</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/06/09/Bem-me-enche-Mal-de-preenche</guid><pubDate>Thu, 09 Jun 2016 14:23:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_96585707aaf04cac8a35a33345b649de~mv2.jpg"/><div>O que determina o sucesso ou o insucesso de uma relação amorosa entre duas pessoas?</div><div>Seria bom poder dizer que “o amor e uma cabana” são suficientes para construir uma relação duradoura, saudável, honestamente feliz e bastante gratificante para ambos os parceiros. Mas não é bem assim!</div><div>Então, o que falta para preencher o espaço vazio? Porque existem tantas separações quando no início da relação é tudo tão intenso e as promessas de um futuro risonho parecem não ter fim?</div><div>Se pretende uma resposta científica, nós damos!</div><div><div>O que faz uma relação ser verdadeiramente bem sucedida é a compatibilidade de valores e objetivos de vida entre os parceiros. Estudos na área revelam que esta compatibilidade é a chave para um relacionamento bem sucedido.</div>(1)</div><div>Na verdade, este é um facto comprovado há já bastante tempo. A grande novidade está na forma como esses valores e objetivos de vida se combinam e permitem avaliar, de uma forma clara e precisa, a compatibilidade relacional entre duas pessoas.</div><div>Inicialmente, esta compatibilidade era avaliada em termos de personalidades, inteligência cognitiva, de habilidades e origens do casal. Hoje já não! Atualmente, sabe-se que cada pessoa apresenta um perfil de 16 desejos básicos (ou motivos de vida) que permite avaliar as semelhanças e as diferenças significativas entre duas quaisquer pessoas – deteta os pontos comuns e de permanente união, bem como os pontos de diferença e de conflitos constantes.</div><div>Então, se assim é, o sucesso ou insucesso de uma união amorosa pode ser determinado no momento em que os elementos do casal se escolhem um ao outro!</div><div>Por isso, o divórcio é, muitas vezes, o resultado de seleções imprudentes e não de falhas de personalidade de um dos parceiros.</div><div><div>Efetivamente, diferenças nos valores de vida motivam discussões que raramente são resolvidas. O psicólogo John Gottman da Universidade de Washington observou que 69% dos conflitos conjugais são eternos.</div>(2)</div><div>Ao contrário, se estiver numa relação com alguém que partilhe dos seus valores e objetivos de vida, isso significa que ambos possuem potencial para estabelecer uma união mutuamente gratificante para toda a vida. Haja também amor... porque embora os resultados possam prever o quanto os parceiros se vão dar bem a longo prazo, eles não revelam o quanto se amam!</div><div>Deixamos-lhe dois exemplos práticos sobre os valores de vida. Escolhemos a família e a poupança:</div><div>Se tem o objetivo de constituir uma família com filhos, deverá ter sempre presente esta sua necessidade e escolher também a uma pessoa que dê valor à família. Se, pelo contrário, a sua necessidade de constituir família for baixa, então, deverá encontrar uma pessoa também com um baixo desejo de ter filhos.Se tem grandes preocupações com o dinheiro, então, deverá unir-se a uma pessoa que tenha também um sentido de poupança elevado. Ao contrário, se gosta de gastar o seu dinheiro no dia-a-dia, deverá juntar-se a alguém com a mesma linha de pensamento.</div><div>Desta forma, não haverá choques de valores nem de desejos fundamentais para a felicidade de ambos.</div><div>Lembre-se! Os casais felizes têm a maioria dos seus desejos compatíveis um com o outro. Os casais com problemas têm principalmente desejos incompatíveis. E com o passar dos anos, as dificuldades ganharão mais força e ambos deixarão de conseguir permanecer numa união saudável e feliz.</div><div>Nesse sentido, <a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a> apresenta-lhe a <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikouple/ctps">avaliação IKouple</a>. Orientada para o desenvolvimento relacional e afetivo, esta avaliação mostra as áreas da vida em que os parceiros se encontram e as áreas da vida em que estarão sempre a deslocar-se para diferentes direções, ao longo de toda a vida. Auxilia a procura de respostas a receios, dúvidas e expetativas, relacionadas com a vida amorosa. Permite conhecer o perfil motivacional do casal, alinhar necessidades individuais, traçar metas comuns, rever prioridades e muito mais, melhorando assim a qualidade e a saúde da relação.</div><div>Saiba mais sobre o <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikouple/ctps">IKOUPLE</a> e faça já <a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">a sua marcação</a>. </div><div>Boas escolhas!</div><div>Imagem I Pixabay</div><div>(1) Steven Reiss, PH. D., 2002</div><div>(2) Gottman &amp; Silver, 1999</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>As 4 necessidades emocionais das crianças</title><description><![CDATA[Satisfazer as necessidades emocionais das crianças é tão fundamental como assegurar as necessidades de comer, beber ou dormir. Fazê-lo é investir hoje na qualidade da saúde mental delas e dos adultos que se tornarão amanhã. É apostar no bem-estar psíquico e emocional e no seu equilíbrio como seres humanos.Cada criança é única. Isso é certo, concorda? Ainda assim, existem pontos comuns a todas elas sendo as necessidades emocionais um desses pontos.De acordo com o modelo laser(*), existem quatro<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_ef2fefea610a4a1db47bf6c940412139.jpg/v1/fill/w_712%2Ch_663/75d9e2_ef2fefea610a4a1db47bf6c940412139.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/05/05/As-4-necessidades-emocionais-das-crian%C3%A7as</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/05/05/As-4-necessidades-emocionais-das-crian%C3%A7as</guid><pubDate>Thu, 05 May 2016 13:37:05 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_ef2fefea610a4a1db47bf6c940412139.jpg"/><div>Satisfazer as necessidades emocionais das crianças é tão fundamental como assegurar as necessidades de comer, beber ou dormir. Fazê-lo é investir hoje na qualidade da saúde mental delas e dos adultos que se tornarão amanhã. É apostar no bem-estar psíquico e emocional e no seu equilíbrio como seres humanos.</div><div>Cada criança é única. Isso é certo, concorda? Ainda assim, existem pontos comuns a todas elas sendo as necessidades emocionais um desses pontos.</div><div>De acordo com o modelo laser(*), existem quatro necessidades emocionais principais:</div><div>Valorização pessoalNovas experiênciasSegurança e conhecimentoConexão e pertença</div><div>Mas a qual delas o adulto deverá tomar especial atenção para que a educação emocional da criança seja mais completa, estável e duradoura?</div><div>Embora todas elas sejam importantes de preencher, há sempre uma que se destaca mais do que as outras. </div><div>E como é que isso se vê?</div><div>Através dos comportamentos. Todas as necessidades se manifestam através dos comportamentos. Cada necessidade emocional humana apresenta características comportamentais típicas. E, portanto, quanto maior for a necessidade, mais visível se tornará esse tipo de comportamento. Nas crianças, em particular, este processo é ainda mais evidente porque estando ainda a aprender a exprimir-se verbalmente, o comportamento é a única via que traduz de forma rápida e clara aquilo que estão realmente a sentir.</div><div>Por isso, o primeiro passo para identificar a maior necessidade da sua criança é mesmo estar atento à sua forma de estar, de ser e de sentir as coisas no dia-a-dia. Conhece bem o funcionamento da sua criança? Este é o primeiro passo!</div><div>O segundo é reconhecer quais são as principais características comportamentais que ela tem.</div><div>Para o ajudar nesse reconhecimento, deixamos-lhe aqui algumas características comportamentais típicas de cada necessidade emocional. À medida que as for lendo pense em qual delas a sua criança se encaixa melhor? Mas lembre-se! Esta avaliação é para perceber qual é a maior necessidade emocional da criança porque, na verdade, como foi dito no início, qualquer criança tem em si as quatro!</div><div>1. Crianças com elevada necessidade de Valorização Pessoal:</div><div>São crianças que precisam de se sentir reconhecidas e de sentir que são especiais e desejadas pelos cuidadores de referência (pais, educadores, avós, tios, etc.);Fazem perguntas sobre se gostam delas, dos seus desenhos, da roupa nova, do penteado, de algo que fizeram, etc.;São sensíveis aos elogios;Gostam de ter as atenções viradas para si;São decididas porque sabem o que querem;Apreciam poder liderar brincadeiras e outras situações;Podem ser rotuladas como bastante teimosas, exigentes e egoístas.</div><div>2. Crianças com elevada necessidade de Novas experiências:</div><div>Estas crianças precisam de ser estimuladas com diferentes desafios no dia-a-dia;Gostam de estar acompanhadas - de conhecer e estar com pessoas;São conversadoras;Gostam de criar histórias e brincadeiras;Gostam de explorar objetos e locais, mesmo os mais perigosos;Têm dificuldade em estar sentadas muito tempo na mesma atividade;Apreciam muito de brincadeiras dinâmicas, diferentes e ao ar livre;Podem ser rotuladas como hiperativas.</div><div>3. Crianças com elevada necessidade de Segurança e Conhecimento:</div><div>Estas crianças precisam de sentir que têm algum controlo sobre as coisas. Por isso precisam de ter bastantes rotinas diárias para se conseguirem organizar e se sentirem seguras;Interessam-se por saber mais sobre alguns assuntos que lhes prenda a atenção;Fazem perguntas sobre o seu dia-a-dia como, por exemplo, com quem vão sair, para onde, a que horas, o que vão fazer, quem as irá buscar e quando, etc.;Têm dificuldade em adaptar-se às mudanças, principalmente às imprevistas;Conseguem estar muito tempo sentados na mesma tarefa;Conseguem estar sozinhas por algum tempo;Apreciam as tarefas de estímulo intelectual e de planeamento;Podem ser rotuladas como tímidas e bastante críticas.</div><div>4. Crianças com elevada necessidade de Conexão e Pertença:</div><div>São crianças afetuosas e pensativas que precisam de se sentir próximas e em ligação com os seus cuidadores de referência, principalmente com a família;Gostam do contacto físico positivo – abraços, beijos, carinhos;Preocupam-se bastante com quem não está bem;Gostam de dar e receber amor incondicional;Apreciam a presença integra dos cuidadores de referência e de momentos diários de afetividade;Podem ser rotuladas como excessivamente sensíveis.</div><div>O <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids/cvbr">programa IKids</a>, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano personalizado de desenvolvimento pessoal para crianças. A partir de uma avaliação inicial são trabalhadas necessidades e competências básicas emocionais, cognitivas e sociais, necessárias às futuras aprendizagens escolares e de vida. <div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Ofereça o IKids à sua criança</a>.</div> Dê-lhe asas para voar mais longe.</div><div>Boas escolhas!</div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div><div>(*) Modelo Laser, Pedro Vieira.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Como lidar com a resistência à mudança?</title><description><![CDATA[O desejo de mudança e de progresso são comuns ao Ser Humano. E ainda bem porque esta característica é fundamental para lidar positivamente com os desafios impostos pela sua vida pessoal, familiar, social e de trabalho. Mais! Esta característica é fundamental para conseguir ainda transformar essas exigências em excelentes oportunidades de sucesso... pessoal e profissional!Em pequenas, médias ou grandes empresas... ou em qualquer outro sistema da sua vida... a verdade é que qualquer organização<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_823c1afad0004803948d69cbe3c3876c.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/04/28/Como-lidar-com-a-resist%C3%AAncia-%C3%A0-mudan%C3%A7a</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/04/28/Como-lidar-com-a-resist%C3%AAncia-%C3%A0-mudan%C3%A7a</guid><pubDate>Thu, 28 Apr 2016 13:45:48 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_823c1afad0004803948d69cbe3c3876c.jpg"/><div>O desejo de mudança e de progresso são comuns ao Ser Humano. E ainda bem porque esta característica é fundamental para lidar positivamente com os desafios impostos pela sua vida pessoal, familiar, social e de trabalho. Mais! Esta característica é fundamental para conseguir ainda transformar essas exigências em excelentes oportunidades de sucesso... pessoal e profissional!</div><div>Em pequenas, médias ou grandes empresas... ou em qualquer outro sistema da sua vida... a verdade é que qualquer organização ativa e bem sucedida é sempre alvo de várias mudanças ao longo do seu percurso. Evitar esta situação seria a sua ruina... sua, da organização (familiar, social, empresarial) e sua enquanto colaborador dela!</div><div>Contudo, essas transformações provocam uma certa resistência aos que dele participam, afetando a motivação, o desempenho e a estabilidade emocional, de uma forma quase sempre significativa. Isso é normal, embora indesejável!</div><div>Então, como poderá gerir melhor as mudanças que lhe são pedidas ou, se for o caso, como deverá dirigir as pessoas da sua organização no processo de uma mudança necessária?</div><div>Bem, o primeiro passo para ultrapassar qualquer resistência pessoal a alterações necessárias passa por admitir os seus benefícios e encontrar a melhor forma de ajustamento entre todos os intervenientes.</div><div>Como?</div><div>Estudos indicam que devemos apostar continuamente em seis fatores:</div><div>1- Autoconhecimento. Sabe quais são as características que o definem enquanto pessoa e profissional? Saber responder a esta questão é conseguir uma melhor (re)adaptação às mudanças.</div><div>2- Motivação. Saber quais são as suas motivações de vida é uma informação poderosa para se auto-superar. Este conhecimento faz parte do processo de autoconhecimento.</div><div>3- Planeamento pessoal. Dependendo das características individuais de cada colaborador, o processo de mudança pessoal varia no tempo e com o ritmo de cada um.</div><div>4- Comunicação interpessoal. Está em tudo o que faz e até mesmo no que deixa de fazer! Portanto, apostar continuamente na qualidade da sua comunicação com os outros é aumentar a sua capacidade de se tornar mais esclarecido, de gerir bem os conflitos, de melhorar relações, fortalecer redes de apoio humano e elevar o seu nível de sucesso.</div><div>5- Empreendedorismo. Ser empreendedor é promover o desenvolvimento através da inovação. É criar algo novo e útil ou transformar algo “velho” em produtivo. Saiba então que a criatividade é uma competência que se desenvolve com as ferramentas certas.</div><div>6- Formação. “O saber não ocupa lugar”, correto? Portanto, se terá de se adaptar a mudanças, um conhecimento adequado sobre a sua nova realidade só lhe trará vantagens. Nomeadamente, mais confiança para se ajustar aos desafios que lhe vão surgindo.</div><div>Só através de um processo de aprendizagens individuais repartidas por um período alargado de tempo, se poderão alcançar mudanças organizacionais duradouras. Por isso, fazemos-lhe o convite: <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion/c12rc">aposte no seu IKESTION</a> – um programa de desenvolvimento de eficácia pessoal e profissional que lhe oferece os conhecimentos individuais necessários para alcançar benefícios em todos estes seis fatores fundamentais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion/c12rc">Saiba mais sobre o IKESTION</a> e garanta já <a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">a sua marcação</a>.</div><div>O nosso desejo é que provoque excelentes mudanças!</div><div>“Quando você vê um negócio bem sucedido é porque alguém, algum dia, tomou uma decisão corajosa.”</div><div>Peter Drucker</div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O sentido de amar - Parte 5</title><description><![CDATA[Para amar e ser amadoParte 1 I Parte 2 I Parte 3 I Parte 4 I Parte 5Saber amar é uma aprendizagem contínua que se inicia na infância e continua pela vida fora. Talvez esta parte não seja uma novidade para si. O que talvez seja é saber qual é o verdadeiro sentido de amar? Engrandecer a vida, ser-se reconhecido, sentir-se mais preenchido, ... Qual é o seu? E perguntamos-lhe ainda: Qual é o sentido de amar alguém quando se esquece de amar a si próprio? É o seu caso?Ao longo das últimas quatro<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_66cdc831754b405eb37fb1ea9b5a0610.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/04/20/O-sentido-de-amar-Parte-5</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/04/20/O-sentido-de-amar-Parte-5</guid><pubDate>Wed, 20 Apr 2016 19:08:31 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Para amar e ser amado</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_66cdc831754b405eb37fb1ea9b5a0610.jpg"/><div>Parte 1 I Parte 2 I Parte 3 I Parte 4 IParte 5</div><div>Saber amar é uma aprendizagem contínua que se inicia na infância e continua pela vida fora. Talvez esta parte não seja uma novidade para si. O que talvez seja é saber qual é o verdadeiro sentido de amar? Engrandecer a vida, ser-se reconhecido, sentir-se mais preenchido, ... Qual é o seu? E perguntamos-lhe ainda: Qual é o sentido de amar alguém quando se esquece de amar a si próprio? É o seu caso?</div><div>Ao longo das últimas quatro publicações sobre O sentido de amar (poderá revê-las no <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikouple-blogue/ca6l">IKOUPLE blogue</a> ou no <a href="https://www.facebook.com/oseuikigai/?fref=ts">facebook</a>) fomos-lhe deixando algumas dicas relevantes para enriquecer o seu autodesenvolvimento relacional e afetivo. Hoje convidamo-lo de novo à renovação do amor!</div><div>Para que tudo funcione na relação há que combinar todos os seus ingredientes básicos. Um deles é a autoestima e outro é o respeito... por si e pela pessoa que tem ao lado.</div><div>Se assim for, será mais fácil acompanhar os seguintes princípios que deverão estar sempre presentes na relação:</div><div>1. Compromisso. Desejo claro de ambos permanecerem juntos.</div><div>2. Às claras. Uma relação em simultâneo, uma homossexualidade não assumida ou um filho extraconjugal, são exemplos de segredos graves que comprometem a qualidade diária da relação e a promoção de um ambiente saudável entre o casal. Acredite! Portanto, coloque tudo às claras!</div><div>3. Afinidades. Terá de haver o mínimo de compatibilidades e interesses comuns.</div><div>4. Autoestima.Ama-se tal como é? Alguém que não goste de si próprio não saberá exigir o respeito que merece e, portanto, essa relação estará condenada logo à partida. Sem amor próprio, o amor conjunto será sempre incompleto e a relação, mais tarde ou mais cedo, seguirá um caminho torto! Gostar de si não significa que seja um Ser perfeito; ninguém o é! Significa que reconhece as suas fraquezas, tal como as suas virtudes e que investe continuamente no seu desenvolvimento pessoal. Acredite em Si.</div><div>5. Interesse pelo outro. Cuidar de quem se ama, sem recurso a qualquer tipo de violência; querer o seu bem-estar físico, psíquico e emocional. Estar disponível para comunicar com eficácia.</div><div>6. Saúde mental. O nome pode soar feio mas é muito importante e faz parte do que somos. Não é preciso estar doido para que a saúde mental seja abalada. Basta ter uma depressão, por exemplo. E quando estamos mal transportamos esse mal-estar até para dentro da melhor das relações. Portanto, cuidar do seu interior é o primeiro passo para conseguir estar com o outro.</div><div>Poderá chamar-lhes princípios básicos da felicidade relacional ou requisitos chave para amar e ser amado. Dê-lhes o nome que desejar. O importante é que os tenha sempre presentes e que se sinta <a href="http://www.oseuikigai.com">genuinamente feliz</a> na sua relação.</div><div>O programa IKouple, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, orienta-o no desenvolvimento relacional e afetivo. Auxilia a procura de respostas a receios, dúvidas e expetativas, relacionadas com a vida amorosa. Permite conhecer os perfis motivacionais pessoais e do casal, alinhar necessidades individuais, traçar metas comuns, rever prioridades e muito mais, melhorando assim a qualidade e a saúde da relação. Saiba mais sobre o <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikouple/ctps">IKOUPLE</a> e faça já <a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">a sua marcação</a>. </div><div>Boas escolhas!</div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Haverá saúde mental na saúde física ?</title><description><![CDATA[O dia mundial da atividade física comemora-se a 6 de Abril mas, dado o seu impacto na qualidade de vida das pessoas, quer a nível físico, quer a nível mental, bem que poderia ser celebrado todos os dias.De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), “a atividade física é definida como qualquer movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos que requer gasto de energia.” (1)São inúmeros os estudos e relatos que comprovam a sua influência. Nós selecionámos três desses exemplos,<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_69c954d2f6674ac8ad3ec158cf563126.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/04/07/Haver%C3%A1-sa%C3%BAde-mental-na-sa%C3%BAde-f%C3%ADsica-</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/04/07/Haver%C3%A1-sa%C3%BAde-mental-na-sa%C3%BAde-f%C3%ADsica-</guid><pubDate>Thu, 07 Apr 2016 19:37:57 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_69c954d2f6674ac8ad3ec158cf563126.jpg"/><div>O dia mundial da atividade física comemora-se a 6 de Abril mas, dado o seu impacto na qualidade de vida das pessoas, quer a nível físico, quer a nível mental, bem que poderia ser celebrado todos os dias.</div><div>De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), “a atividade física é definida como qualquer movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos que requer gasto de energia.” (1)</div><div>São inúmeros os estudos e relatos que comprovam a sua influência. Nós selecionámos três desses exemplos, explicados por profissionais especializados:</div><div>Stresse e depressão. Uma investigação recente revela que quem pratica exercício físico consegue uma maior capacidade de adaptação ao stresse diário e uma redução na probabilidade de sofrer depressões. O médico psiquiatra Dr. António Sampaio, explica: “Quer a nível de factores neurotrópicos (que fazem uma capacidade de adaptação ao stresse maior); quer a nível do eixo neuroendócrino, do cortisol, por exemplo, (que é uma hormona que responde ao stresse) que é ativada no exercício mas que depois nos prepara melhor para o stresse quotidiano; quer a nível da serotonina que se usa nos medicamentos antidepressivos; o exercício tem uma ligação direta.” E acrescenta: “O regime certo de exercício pode ter sucessos de terapia tão grandes como os medicamentos. E isto é relevante. (…) As pessoas têm de se mexer (...) porque senão pagamos a fatura, quer a nível das cardiovasculares, quer a nível da saúde mental.”(2)</div><div>Corpo e mente. Tânia Morais, uma profissional com larga experiência na área desportiva, nomeadamente como Personal Trainer, sabe bem do que fala quando defende que “A atividade física não é só para controlar o peso. É uma questão de saúde pública e os seus benefícios são amplamente reconhecidos.” Com alunos entre os 3 e os 60 anos, as razões da procura pelas práticas desportivas são variadas e os resultados visíveis no corpo e na mente de quem as pratica também. “O que não se usa atrofia, portanto, devemos fazer um bom uso do nosso corpo.”, recomenda.(3)</div><div>Motivo de vida. Steven Reiss, psicólogo americano, é o autor de um recente estudo científico que comprova a existência de 16 motivos de vida em todos os seres humanos. O que torna cada pessoa única é a intensidade com que cada uma vive e sente esses mesmos motivos de vida. A atividade física aparece nessa lista como uma necessidade vital, um motivo de vida presente em toda a população mundial. Este estudo explica ainda que a elevada necessidade de atividade física numa pessoa traduz-se num grande desejo em exercitar os músculos e fazer exercício. Se tal acontecer, esse ato produz uma enorme gratificação, alegria e vitalidade. Mas se esta necessidade não for gratificada, estas pessoas sentem uma grande frustração, inquietação e um baixo nível de energia e bem-estar psicológico.(4)</div><div>Neste sentido, deixamos-lhe duas propostas simples para melhorar a sua saúde.</div><div>1. Invista no autoconhecimento e no seu desenvolvimento pessoal.O que o faz feliz? Hoje? Quais são os seus motivos de vida? Por onde passam as suas necessidades fundamentais? O SEU IKIGAI responde-lhe através da <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion/c12rc">avaliação individual IKESTION</a> ou da <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikouple/ctps">avaliação IKOUPLE</a>. E se tem crianças, ofereça-lhes também a <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids/cvbr">avaliação e o programa IKIDS</a> - um espaço que fomenta o</div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids/cvbr">desenvolvimento da inteligência emocional, cognitiva e social.</a></div><div>Promova o seu bem-estar psicológico, a diminuição dos seus níveis de stresse e de ansiedade, bem como a redução da probabilidade de sofrer de depressão. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Marque a sua avaliação</a>, exclusiva d’O SEU IKIGAI. </div><div>2. Invista na atividade física. Os níveis de atividade física recomendados pela OMS na promoção da saúde são as seguintes(1) :</div><div><div>Dos 5 aos12 anos. Praticar, pelo menos, 60 minutos diários de atividade aeróbica moderada a intensa.</div><div>A partir dos 18 anos. Praticar, pelo menos, 20-25 minutos diários de atividade aeróbica moderada. Ao todo deverão ser realizados 150 minutos semanais de atividade aeróbica moderada ou, então, 75 minutos semanais de atividade aeróbica intensa.</div></div><div>Alguns exemplos de atividade aeróbica são: caminhadas, corridas, dança, natação, hidroginástica, brincar, andar de bicicleta, ciclismo indoor (spinning), fazer serviços domésticas, utilizar as escadas, fazer atividades ao ar livre e saltar à corda.</div><div>Leia mais sobre <a href="http://www.oseuikigai.com">as avaliações e os programas</a> d’O SEU IKIGAI.</div><div>Boas escolhas!</div><div>Imagem I PIXABAY</div><div>Fontes:</div><div>(1) World Health Organization. (2010). “Global recommendations on physical activity for health”.</div><div>(2) Programa “Bom dia Portugal” – Canal RTP 1, em 23.02.2016.</div><div>(3) Em “Conversas com O SEU IKIGAI”.</div><div>(4) Reiss, Steven. (2011). “The normal personality: a new way of thinking about people”. Cambridge University Press. New York.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O sono dos miúdos... e dos graúdos</title><description><![CDATA[Este tema é dedicado a todas as mães e a todos os pais com filhos pequenos e umas belas horas de sono para recuperar.Dormir representa cerca de 1/3 do nosso tempo de vida; mais de 26 anos de sono.(*) Ou, pelo menos, assim deveria acontecer, não fossem outros fatores interferir como, por exemplo, os filhos pequenos!Há uns tempos, uma mãe teve comigo o seguinte desabafo:“(...) Esta noite foi terrível ao ponto de ter sucumbido; trouxe o Miguel (dois anos) para adormecer na nossa cama e depois<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_e9780ff6416f47a8a32b667f3a24403c.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/03/29/O-sono-dos-mi%C3%BAdos-e-dos-gra%C3%BAdos</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/03/29/O-sono-dos-mi%C3%BAdos-e-dos-gra%C3%BAdos</guid><pubDate>Tue, 29 Mar 2016 21:07:30 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_e9780ff6416f47a8a32b667f3a24403c.jpg"/><div>Este tema é dedicado a todas as mães e a todos os pais com filhos pequenos e umas belas horas de sono para recuperar.</div><div>Dormir representa cerca de 1/3 do nosso tempo de vida; mais de 26 anos de sono.(*) Ou, pelo menos, assim deveria acontecer, não fossem outros fatores interferir como, por exemplo, os filhos pequenos!</div><div>Há uns tempos, uma mãe teve comigo o seguinte desabafo:</div><div>“(...) Esta noite foi terrível ao ponto de ter sucumbido; trouxe o Miguel (dois anos) para adormecer na nossa cama e depois voltei a levá-lo para a dele... (...) o problema é que acorda um bocadinho rabugento e se não o aconchego chora e como não quero incomodar os vizinhos, tenho mesmo de o acalmar, o que significa encostar-me a ele e abraçá-lo... claro que isto não resolve! Passado 10 minutos ele volta a acordar e a querer “companhia”... Esta noite estava tão cansada que depois de 5 vezes neste deita/levanta o trouxe para a nossa cama. (...)”</div><div>Lembro-me particularmente desta noite. Este desabafo bem que poderia ter sido meu! Em minha casa, a noite pareceu também não ter fim. Lá fora, o vento parecia uivar para dentro do quarto dos miúdos e o barulho da trovoada a certa altura compôs o cenário de agitação. E entre tanto desnorteio, cansaço e pedidos de conforto, quando acordámos de manhã éramos quatro, em vez de dois, na mesma cama! Confesso que me cheguei a comparar às sardinhas enlatadas... mas a verdade é que para os miúdos, a avaliar pelos seus rostos, tiveram um pedaço de céu.</div><div>De acordo com a Organização Mundial de Saúde, dormir em qualidade e na medida certa, tem importantes benefícios na renovação e na reparação do corpo e da mente.</div><div>Numa família com crianças, estes benefícios tornam-se difíceis de integrar. As noites podem ser frequentemente mal dormidas e, então, o ritmo diário de todos os elementos do lar acaba por ser afetado.</div><div>Mas porque acordam os pequenos a meio da noite?</div><div>Acordam por diversas razões ou simplesmente porque sim. Até aos 3 anos o ciclo de sono das crianças é composto por mais picos de sono leve (sono sonhador ou REM) do que de sono profundo (sono calmo ou não REM). Por isso, são vários os momentos noturnos em que a probabilidade de acordarem se torna maior, quer seja por:</div><div><div>Touch points. São surtos de desenvolvimento que pela sua elevada necessidade energética poderão influenciar o sono.</div><div>Pesadelos ou sonhos. Com base em toda a informação que a criança retém durante o dia, são incontroláveis e podem destabilizar o andamento de um sono tranquilo.</div><div>Desconforto. Se tem sede, fome, frio ou calor; se não encontra a chupeta, se perdeu a almofada; se tem dores, ficou com o braço dormente, com o pé preso no berço ou se caiu da cama.</div><div>Estímulos excessivos. Muita luminosidade ou ruído dentro de casa (melgas persistentes, som da TV, autoclismo, etc.) ou vindo da rua (o alarme de uma casa, a buzina de um carro, etc.)</div><div>Despertador biológico. Todas as crianças têm um. E sempre que os pais recorrem a estímulos altamente protetores (beijos, abraços, embalos, etc.) durante a noite, esse despertador é automaticamente ativado. Isso significa que a partir desse momento a criança está programada para acordar sempre a essa hora... independentemente de haver uma razão forte ou não! Soa-lhe familiar?</div></div><div>Selecionámos algumas propostas para melhorar as noites:</div><div>Muito importante: A criança tem de adormecer calma. Por isso, antes de pensar em deitá-la, foque-se primeiro em preencher as suas necessidades - de brincar com os pais, de alimentar a sua autoestima, de se sentir segura e, sobretudo, de se sentir plenamente amada. Dê-lhe toda a atenção e carinho de que precisa e merece. Entre ir para a cama a horas mas a chorar ou ir para a cama um pouco mais tarde mas tranquila, é preferível a segunda opção.</div><div>Estabeleça rotina diária/regras. A rotina representa segurança. Saber o que vai acontecer a seguir, ajuda a criança a sentir-se segura... e só adormece quem sente confiança para fechar os olhos. Certo? Então, estabeleça uma ordem para as coisas acontecerem e cumpra-a o mais possível (sem que fique escravo disso). Por exemplo: chegar a casa, brincar, tomar banho, vestir o pijama, jantar, xixi, lavar os dentes, beijos de boa noite, cama, rezar, história de embalar, &quot;Boa noite”, silêncio e luz de presença.</div><div>Elimine estímulos. Este é um grande desafios para quem cuida! Antes de dormir transmita à criança confiança. Ofereça-lhe toda a sua atenção, diálogo e carinho. No entanto, à medida que a hora de dormir se for aproximando (1 hora antes, pelo menos), todos os estímulos que acelerem o ritmo da criança devem ir sendo gradualmente retirados – luz forte, sons altos, música acelerada, televisão, brincadeiras agitadas, cócegas, visitas, etc. Depois da criança adormecer, os seus chamamentos durante a noite devem ser assistidos com o mínimo de estímulos externos possíveis (contacto ocular, tato, conversa, etc.).</div><div>Permita um objeto tranquilizador. Um peluche? Uma meia do pai? Um lenço da mãe? A criança saberá escolher o objeto ideal para si própria. O importante é que a ajude a sentir segurança na noite e, portanto, que funcione como calmante.</div><div>Cama aconchegante. Certifique-se que o colchão que utiliza é realmente confortável e que a temperatura que encontra debaixo dos lençóis é a adequada. Verifique também que a cama da criança (e a sua também) está voltada para nascente, sudoeste ou oeste (sobretudo nas crianças muito ativas).</div><div>Espelhos. Retire-os do quarto. Está provado que os espelhos aumentam as ondas eletromagnéticas e a eletricidade residual, e isso prejudica o estado de tranquilidade da criança.</div><div>Equipamento eletrónico. Relógios digitais, colunas de som, computadores, TV, ... O ideal será retirá-los de vez do quarto da criança. Saiba que alteram o campo eletromagnético, criando um campo de eletricidade estática prejudicial para a saúde. No entanto, se tiver mesmo de ter algum no quarto, então tenha em conta que a distância mínima entre ele e a criança deverá ser superior a um metro e meio. Sempre que não estiver a ser utilizado, desligue-o da tomada e não apenas no botão (mesmo quando desligados no botão continuam a produzir eletricidade estática nociva).</div><div><div>Ruídos. Assegure um quarto silencioso. Reduza ou disfarce ao máximo os barulhos que se ouvem no quarto e que possam interferir negativamente no sono:</div><div><div>Porta. Feche a porta do quarto ou encoste-a o mais possível.</div><div>Cabeceira. Coloque a cabeceira da cama longe da janela do quarto ou, pelo menos, evite coloca-la exatamente debaixo dela.</div><div>Cortinados. Ou, então, janelas duplas ou persianas que não deixem passar a luz e o ruído do exterior</div><div>“Ruído branco”. Em zonas de muito barulho como, por exemplo, quartos que fiquem virados para a estrada, poderá encobrir os sons exteriores com este tipo de ruído. Na internet existem vários dispositivos que produzem continuamente este som. Ligar uma ventoinha poderá também ser uma boa solução.</div></div></div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids/cvbr">Programa IKids.</a>Exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano de desenvolvimento pessoal para crianças dos 4 aos 6 anos que trabalha competências emocionais, cognitivas e sociais. Desenvolvido de acordo com as necessidades e expetativas de cada criança, a identificação dos medos e das emoções, bem como a gestão do que se sente são parte do trabalho aqui desenvolvido. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Ofereça o IKids à sua criança.</a>Dê-lhe asas para voar mais longe.</div><div>Boas escolhas e boa noite!</div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div><div>(*) Se considerarmos uma pessoa que durma 8 horas por noite, durante 80 anos (esperança média de vida em Portugal - INE), conseguimos contabilizar 233.600 horas de sono. Este número equivale a cerca de 26,6 anos da vida de uma pessoa, ou seja, um terço de todo o seu tempo de existência. Na verdade este tempo poderá ser um pouco maior se adicionarmos as horas que, na infância, passamos a dormir para além das 8 horas diárias aqui examinadas.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A fórmula da felicidade</title><description><![CDATA[Quando pensa em felicidade, qual é a primeira ideia que lhe surge?Muitos pensarão que é um tema bastante subjetivo. Outros julgarão que é algo inalcançável.Nós compilámos ótimas notícias para si.Atualmente, são vários os estudos que nos mostram que o caminho para elevar os seus níveis de felicidade é bastante acessível. Partilhamos consigo três conhecimentos-chave:1) 40% da felicidade depende dos seus pensamentos e ações(1). Resulta da sua postura perante a vida. Como é que, na maioria das<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_ecce8c9bd4fc48078734b57a5ada7dcd.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/03/22/A-f%C3%B3rmula-da-felicidade</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/03/22/A-f%C3%B3rmula-da-felicidade</guid><pubDate>Tue, 22 Mar 2016 08:32:46 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_ecce8c9bd4fc48078734b57a5ada7dcd.jpg"/><div>Quando pensa em felicidade, qual é a primeira ideia que lhe surge?</div><div>Muitos pensarão que é um tema bastante subjetivo. Outros julgarão que é algo inalcançável.</div><div>Nós compilámos ótimas notícias para si.</div><div>Atualmente, são vários os estudos que nos mostram que o caminho para elevar os seus níveis de felicidade é bastante acessível. Partilhamos consigo três conhecimentos-chave:</div><div>1) 40% da felicidade depende dos seus pensamentos e ações(1). Resulta da sua postura perante a vida. Como é que, na maioria das vezes, interpreta as suas condições de vida e as suas experiências diárias? E como é que se comporta perante o stresse e as adversidades? Repare que ter exclusividade sobre 40% dos fatores que determinam a sua felicidade é bastante considerável. Significa que a escolha de ser feliz está nas suas próprias mãos. Depende de si! As outras parcelas da felicidade são: a genética (50%) e as condições de vida (10%) como, por exemplo, a saúde e a economia.</div><div>2) Viva boas relações humanas(2). Uma vida feliz é feita de amor. Construir relações próximas, coesas e positivas, com a família, amigos, colegas e com a comunidade é fundamental. Ou não fossemos nós seres sociais! Mesmo as pessoas que apresentam uma elevada necessidade de preservar o seu próprio espaço, dependem também das ligações humanas positivas para se sentirem bem. Outros estudos comprovam que a solidão mata. Ao contrário, viver rodeado de boas relações íntimas e sociais protege o funcionamento do nosso corpo e cérebro, melhorando os nossos níveis de saúde e de bem-estar físico, cognitivo e emocional.</div><div>3) Tenha-se em conta(3). Ser feliz é possível e depende da sua vontade para aceitar uma missão elementar – aprender a conhecer-se genuinamente. O autoconhecimento é o ponto de partida para conseguir ter controlo sobre a sua vida – aprender a gerir os seus pensamentos, os seus comportamentos e a sua rede de relações familiares e sociais. Como pode produzir a sua própria fórmula da felicidade sem que se conheça verdadeiramente? O resultado será certamente insatisfatório. Concorda? </div><div>Sabendo que a felicidade se traduz num “completo bem-estar físico, mental e social” (Organização Mundial de Saúde) e que tal é um dos principais objetivos da condição humana, levanta-se uma questão importante: Estará no seu dia-a-dia a despender-lhe a atenção merecida? Ou seja, como está a utilizar o seu tempo e o seu conhecimento para alcançar a sua felicidade?</div><div>Saiba que este ponto de partida para alcançar a felicidade é um processo interno que lhe irá exigir tempo, disciplina, verdade, aceitação e a orientação de um profissional.</div><div>Nesse sentido deixamos-lhe a nossa proposta: o <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion/c12rc">programa IKESTION</a>. Exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano de desenvolvimento pessoal, orientado para a resolução de questões centrais da vida de cada um, melhorando assim a sua performance individual, social e profissional; a autoimagem, autonomia e muito mais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion/c12rc">Aprenda a construir a sua felicidade.</a></div><div>Ser feliz é, sem dúvida, uma longa aprendizagem. Quanto mais cedo a iniciar com seriedade, mais depressa sentirá o poder de viver a vida em pleno.</div><div>Boas escolhas!</div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div><div>(1) Estudo, Sonja Lyubomirsky, 2011; (2) Estudo longitudinal de desenvolvimento adulto, duração de 75 anos, Harvard; (3) Heloísa Capelas, 2014.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O sentido de amar - Parte 4</title><description><![CDATA[O que dizem os estudos sobre o amor pleno?Parte 1 I Parte 2 I Parte 3 I Parte 4 I Parte 5No mundo da investigação científica há quem defenda a "pés juntos" que o amor completo é uma compilação de três elementos: Paixão (atração física e sexual, desejo de proximidade e romance) Intimidade (compreensão, apoio emocional, dedicação, respeito e valorização recíprocos) Compromisso (desejo e decisão de querer amar a tal pessoa, assumindo uma relação prolongada no tempo) E tudo estaria bem no reino<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_b8ad3b13aa77482c8c7bbca0c97c177d.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/03/09/Saber-amar-parte-4</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/03/09/Saber-amar-parte-4</guid><pubDate>Wed, 09 Mar 2016 17:10:13 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O que dizem os estudos sobre o amor pleno?</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_b8ad3b13aa77482c8c7bbca0c97c177d.jpg"/><div>Parte 1 I Parte 2 I Parte 3 I Parte 4 I Parte 5</div><div>No mundo da investigação científica há quem defenda a &quot;pés juntos&quot; que o amor completo é uma compilação de três elementos:</div><div><div>Paixão (atração física e sexual, desejo de proximidade e romance)</div><div>Intimidade (compreensão, apoio emocional, dedicação, respeito e valorização recíprocos)</div><div>Compromisso (desejo e decisão de querer amar a tal pessoa, assumindo uma relação prolongada no tempo)</div></div><div>E tudo estaria bem no reino deste amor se não fossem as transformações a que, naturalmente, estes mesmos elementos se vão sujeitando ao longo da vida do casal.</div><div>Quando vivemos um grande amor queremos que tudo seja perfeito e que se mantenha no tempo. Que todas as promessas e desejos se concretizem, que os sentimentos se mantenham vivos e que ... enfim. Que a relação se apure em qualidade e em intensidade. Nada mal!</div><div>Mas estaremos a ser realistas ou a querer viver um conto de fadas?</div><div>Paixão, intimidade e compromisso... é possível vivê-los em permanentes doses elevadas “até que a morte nos separe”? Não, é a resposta certa.</div><div>Algumas descobertas nesta área mostram-no claramente. Enquanto a paixão nasce cedo e se torna tendencialmente mais esbatida com o tempo; a intimidade e o compromisso vão sendo gradualmente fortalecidos ao longo da relação, </div><div>Significa então que, na realidade, existe um desencontro entre o auge do desejo (paixão) e o clímax da intimidade e do compromisso.</div><div>Se há culpas?! Não é atribuído a qualquer tipo de fracasso da relação. É assim porque assim é. Talvez possa ser considerado uma lei da natureza humana!</div><div>Mas atenção! Ainda assim, é possível atingir uma elevada satisfação relacional e permanecer nela de corpo e alma. Tal dependerá de múltiplos fatores, principalmente da sua avaliação sobre a própria relação e sobre as fortalezas que nela encontra.</div><div>Esta é outra das razões que coloca o autoconhecimento (consciência sobre si próprio) entre as ferramentas mais poderosas para a alcançar o bem-estar pleno e a felicidade genuína.</div><div>Nesse sentido, o programa IKouple, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, orienta-o numa avaliação relacional e afetiva justa. Para além disso, auxilia também na procura de respostas a receios, dúvidas e expetativas, relacionadas com a vida amorosa. Permite conhecer os perfis motivacionais pessoais e do casal, alinhar necessidades individuais, traçar metas comuns, rever prioridades e muito mais, melhorando assim a qualidade e a saúde da relação.</div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikouple/ctps">Saiba mais sobre o IKouple.</a>M<a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">arque já a sua avaliação</a>. </div><div>Boas escolhas!</div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>As emoções explicadas às crianças</title><description><![CDATA[Saiba o que significam a alegria, tristeza, medo, raiva, surpresa e aversão.Elas são as nossas emoções básicas. São respostas do nosso corpo aos estímulos (situações e objetos) e pensamentos que vamos tendo ao longo de cada dia. E estão tão presentes na nossa vida que, na maior parte do tempo, nem damos conta delas! No entanto, o reconhecimento da sua presença é fundamental para que consigamos geri-las e responder às situações de forma adequada.Mas será que sabe o suficiente sobre elas para as<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_4cd24c14f9e84afdacebd1392c5721df.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/03/02/As-emo%C3%A7%C3%B5es-explicadas-%C3%A0s-crian%C3%A7as</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/03/02/As-emo%C3%A7%C3%B5es-explicadas-%C3%A0s-crian%C3%A7as</guid><pubDate>Wed, 02 Mar 2016 08:13:25 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_4cd24c14f9e84afdacebd1392c5721df.jpg"/><div>Saiba o que significam a alegria, tristeza, medo, raiva, surpresa e aversão.</div><div>Elas são as nossas emoções básicas. São respostas do nosso corpo aos estímulos (situações e objetos) e pensamentos que vamos tendo ao longo de cada dia. E estão tão presentes na nossa vida que, na maior parte do tempo, nem damos conta delas! No entanto, o reconhecimento da sua presença é fundamental para que consigamos geri-las e responder às situações de forma adequada.</div><div>Mas será que sabe o suficiente sobre elas para as entender e explicar aos mais pequenos? Qual é a função de cada uma e para o que tanto nos alertam elas?</div><div>As emoções influenciam os nossos pensamentos e, consequentemente, as nossas ações e reações físicas (ritmo cardíaco, contração muscular, etc.), psicológicas e sociais (convívio, isolamento, etc.).</div><div>Quanto mais cedo se conseguir compreender cada uma delas, mais rápido se conseguirá lidar adequadamente com as contrariedades da vida, tomar decisões acertadas e ser mais feliz.</div><div>Então, ensine desde já a sua criança a compreender cada uma dessas emoções.</div><div>Comece por lhe explicar que todas as emoções são amigas e que têm uma mensagem importante a transmitir-nos. Cada emoção emite um alerta específico que deverá ser aprendido, a partir dos 3 anos de idade.</div><div>Deixamos-lhe aqui um pequeno resumo sobre as funções das emoções primárias.</div><div>1. ALEGRIA. Surge quando conseguimos alcançar algo que valorizamos.</div><div><div>Tem a função de nos fazer querer repetir acontecimentos positivos e de os partilhar com os outros.</div>Mensagem: “Parabéns pelo teu sucesso. Continua assim, tu consegues!”</div><div>Exemplo da vida real:</div><div>Depois de ter cumprido uma tarefa, Francisco de 3 anos consegue o que tanto quer:</div><div>– “Ééééé! Viva, viva! Vou comer ‘tatas fitas’ com ovo!” </div><div>– &quot;Vês.&quot; – diz a mãe. &quot;Valeu ou não valeu a pena fazeres as coisas bem?&quot;</div><div>– &quot;Sim, mamãzinha. Vou portar-me sempre muito bem!&quot;</div><div>2. TRISTEZA.  Manifesta-se quando temos uma sensação de perda ou desilusão.</div><div><div>A sua função é integrar-nos de novo nas situações, apelando a atenção dos outros sobre nós.</div>Mensagem: “Para e reflete sobre o que te está a fazer sofrer. Pede ajuda, apoio e o conforto dos outros.”</div><div>Exemplo da vida real:</div><div>– “Tou tiste.” – diz Carolina de 3 anos.</div><div>– “Porquê, meu amor?” – pergunta a tia.</div><div>– “Tenho fome. Quero bolacha.”</div><div>Esta queixa em forma de pedido de ajuda valeu uma risada e duas bolachas. De uma só vez, espantou-se a tristeza e a fome.</div><div>3. MEDO. Aparece quando nos sentimos em perigo; o que não significa que esse perigo seja real.</div><div><div>A sua função é proteger-nos.</div>Mensagem: “Alerta, segurança! Presta atenção à tua volta e avalia se algo te pode fazer realmente mal.”</div><div>Exemplo da vida real:</div><div>– “Oh, filho! Porque é que voltaste a vir para a cama dos papás?” – pergunta o pai pela manhã.</div><div>– “Porque tenho medo! Tenho muito medo!”</div><div>A meio da noite, Francisco de 4 anos teve um pesadelo com monstros. Estremunhado e com medo, fez a sua avaliação do que lhe estava a acontecer. Como percecionou perigo (dos monstros) defendeu-se o melhor que sabia fugindo para um local seguro – a cama que oferece a proteção dos papás.</div><div>4. RAIVA. Dá lugar quando sentimos frustração por não termos conseguido algo (que queríamos muito), devido a um obstáculo injusto, ofensivo ou que nos desrespeita. </div><div>Está a lembrar-se das famosas birras das crianças? É um bom exemplo.</div><div><div>A função da raiva é de defesa. Sentir-se atacado faz com que reaja. Tal como qualquer reação, terá um comportamento momentâneo, irrefletido e até com alguma violência.</div>Mensagem da raiva: “Defende-te já. Enfrenta o que não gostas e repõe a justiça. Tu consegues.”</div><div>Exemplo da vida real:</div><div>Tomás de 1 ano está a terminar a sua refeição quando aponta para única banana da fruteira. É a sua fruta preferida! Quando a mãe lhe oferece a tal banana, a sua irmã de 2 anos e pouco diz que também quer.</div><div>– “Então, vamos dividir a banana.” – diz a mãe, partindo-a ao meio e dando uma metade a cada um.</div><div>Nesse momento, Tomás eleva-se da cadeira e, muito indignado por ver a banana partida, estica o dedo à mãe e mostra a sua revolta através de um “Nha nha nha nha...” de entoação repreensiva e uma expressão de censura que não engana. Embora a sua comunicação verbal seja ainda impercetível, a sua linguagem gestual expressou bem o que sentia. Tomás terá se sentido injustiçado.</div><div>5. SURPRESA. Resulta de um imprevisto, bom ou mau.</div><div><div>A sua função é a de orientar a nossa atenção para o que se está a passar, de forma a encontrarmos uma resposta ajustada à nova realidade.</div>Mensagem: “Repara no que mudou e adapta-te rapidamente à mudança.”</div><div>Exemplo da vida real:</div><div>– “Hoje não vou à escola?!? Porquê?”- pergunta a Joana de 5 anos, antes de se sentar à mesa do pequeno-almoço.</div><div>– “Os avós vão à praia e querem levar-te. Queres ir com eles?” – responde-lhe o pai.</div><div>– “Sim, sim, sim... E tenho de levar a boia, os brinquedos, ... Onde está o meu fato de banho? E tenho de pôr protetor, não é?”</div><div>Joana adaptou-se muito bem a esta mudança de planos.</div><div>6. AVERSÃO. Surge quando algo nos desagrada profundamente.</div><div><div>A função da aversão é rejeitar tudo o que sentimos ser prejudicial à nossa saúde e bem-estar.</div>Mensagem: “Afasta-te do que pode ser nocivo para ti.”</div><div>Exemplo da vida real:</div><div>Imagine que tem uma sopa de aspeto delicioso à sua frente. Com um apetite devorador, começa a saboreá-la mas logo na primeira colherada, percebe que o sabor é muito mau. Vai continuar a comê-la?</div><div>Escute e respeite as emoções que sente. Elas ser-lhe-ão bastante úteis na concretização dos seus objetivos e da sua felicidade.</div><div>Boas escolhas!</div><div>O programa IKids, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano de desenvolvimento pessoal para crianças que trabalha competências emocionais, cognitivas e sociais. Sempre dirigidas por um profissional certificado na área da psicologia, este programa inicia-se com uma avaliação individual e é desenvolvido de acordo com as necessidades e expetativas da criança. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids/cvbr">Conheça melhor o programa IKids.</a></div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O princípio do êxito na Vida</title><description><![CDATA[Capacidade, experiência ou mentalidade?O que lhe vamos contar é uma história verídica.Ky Frenoe é uma mulher australiana de 39 anos, habituada à prática de sobrevivência primitiva desde os 19, e a ignorar o desconforto físico que a profissão de duplo lhe exige. Ela foi uma das concorrentes a propôr-se ao desafio de “Aventura à flor da Pele” (Naked and Afraid), um programa televisivo americano, e foi selecionada. O objetivo é sobreviver 21 dias em condições de extrema adversidade, tendo apenas<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_5c1d58a1ec7142f18dbf1c5a98e1939f.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/02/22/O-princ%C3%ADpio-do-%C3%AAxito-na-Vida</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/02/22/O-princ%C3%ADpio-do-%C3%AAxito-na-Vida</guid><pubDate>Mon, 22 Feb 2016 08:44:22 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Capacidade, experiência ou mentalidade?</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_5c1d58a1ec7142f18dbf1c5a98e1939f.jpg"/><div>O que lhe vamos contar é uma história verídica.</div><div>Ky Frenoe é uma mulher australiana de 39 anos, habituada à prática de sobrevivência primitiva desde os 19, e a ignorar o desconforto físico que a profissão de duplo lhe exige. Ela foi uma das concorrentes a propôr-se ao desafio de “Aventura à flor da Pele” (Naked and Afraid), um programa televisivo americano, e foi selecionada. O objetivo é sobreviver 21 dias em condições de extrema adversidade, tendo apenas como suporte um objeto de sobrevivência e um companheiro de aventura, ambos desconhecidos um do outro. Ky escolhe um isqueiro como objeto e Billy Berger de 39 anos, uma faca.</div><div>Talvez fosse tudo mais fácil se tivessem comida, água e roupa à disposição. Não é o caso. Sem a proteção de qualquer peça de roupa ou calçado, terão de caçar e colher os próprios alimentos, criar o próprio abrigo, as próprias armas e ferramentas, fazer lume e transformar água impotável em água bebível. A aventura intensifica-se quando Ky aceita viver esta experiência nos pântanos da Louisiana, nos Estados Unidos da América. Conhecidos pelos seus furacões e tempestades frequentes, pela humidade extrema e pelas várias espécies selvagens agressivas, venenosas e mortíferas, estes pântanos são considerados um dos piores locais terrestres para a sobrevivência humana.</div><div>Um desabafo feito por Billy traduz bem a realidade desse ambiente – “Tudo quer sugar-nos o sangue e matar-nos.”, diz em certo momento.</div><div>Embora com todos estes constrangimentos, Ky conseguiu resistir os 21 dias juntamente com o seu colega, provando a si mesma ter aptidões reais de sobrevivência. Em tom de conclusão, ela refere:</div><div>“O que esta experiência me demonstrou é que não interessam as capacidades que temos. É a nossa atitude na vida que nos permite superar os momentos maus.”</div><div>O que terá feito Ky para conseguir aguentar tamanhas privações e perigos permanentes, por tanto tempo?</div><div>Não lhe perguntámos mas temos uma pista valiosa que terá feito a diferença nas horas críticas e de decisão entre desistir ou continuar.</div><div>Ky terá conseguido manter o controlo do seu pensamento o que a levou a aguentar a prova até ao fim.</div><div>A fórmula do sucesso na vida é, sem dúvida, um cocktail de ingredientes nutritivos bem combinados entre si. Ainda assim, o que esta situação, tal como outras similares, nos mostra claramente é que o pensamento tem um papel fundamental na qualidade dos resultados das nossas ações. Ele consegue controlar todo o nosso potencial.</div><div>Repare. Você poderá até ter a máxima experiência num determinado assunto e ser dotado das melhores competências técnicas para resolver uma dada situação pessoal, familiar ou de trabalho. Se não acreditar nelas, e principalmente em si, de nada lhe valerá. Porém, se conseguir ter controlo sobre os seus pensamentos, estará também apto a gerir assertivamente situações de stress, pressão, ansiedade e contratempos.</div><div>Portanto, preste a maior atenção à forma como estrutura os seus pensamentos:</div><div>Transforme pensamentos. Os maus pensamentos terão de dar lugar a pensamentos construtivos. Mas não basta começar a pensar positivamente sobre as coisas. Tem de acreditar mesmo nelas.</div><div>Troque as lentes com que vê as adversidades. Você tem a capacidade de transformar a mesma situação num acontecimento caótico, de frustração e infelicidade ou num acontecimento de comédia, crescimento e de harmonia. O que vai escolher para si?</div><div><div>Queira a mudança. O nosso pensamento tem controlo sobre o nosso corpo, a nossa linguagem e a nossa saúde emocional. Então, quando se sentir em baixo experimente isto:</div><div>Endireite as costas,Levante a cabeça,Respire fundo,Sorria,Dê uma bela gargalhada – mesmo sem vontade, o seu cérebro irá assumi-la como verdadeira e isso fará com que se sinta melhor.</div></div><div>Existem variadíssimas técnicas eficazes para a criação e manutenção de pensamentos construtivos. A escolha dessas técnicas e a duração do processo difere de pessoa para pessoa.</div><div>Na verdade, saber pensar assertivamente é um processo de aprendizagem que começa na infância.</div><div>Esteja convicto que quanto mais cedo se propuser a tais mudanças, mais facilmente conseguirá alcançar os seus objetivos e necessidades, com maior qualidade e rapidez.</div><div>Boas escolhas!</div><div>Feliz dia do Pensamento</div><div><div>Os programas de desenvolvimento pessoal exclusivos d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a> são a nossa proposta para si.</div> Sempre dirigidas por um profissional certificado na área da psicologia, cada programa é iniciado com uma avaliação individual e desenvolvido de acordo com as suas necessidades e expetativas.</div><div><div>O programa IKestion é um plano de desenvolvimento individual para adultos, orientado para a resolução de questões centrais da vida de cada um, melhorando assim a sua performance pessoal e profissional, autoimagem, autonomia e muito mais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion/c12rc">Conheça melhor o IKestion</a>.</div><div>O programa IKouple é orientado na procura de respostas a receios, dúvidas e expetativas relacionadas com a vida amorosa. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikouple/ctps">Conheça melhor o IKouple</a>.</div><div>O programa IKids é um plano de desenvolvimento pessoal para crianças que trabalha competências emocionais, cognitivas e sociais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids/cvbr">Conheça melhor os benefícios do IKids.</a></div></div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O sentido de amar - Parte 3</title><description><![CDATA[Casais Felizes, escolhas felizesParte 1 I Parte 2 I Parte 3 I Parte 4 I Parte 5Autenticidade, confiança, partilha, escuta... autonomia, respeito, compreensão, privacidade... amor, paixão, companheirismo, ....!Será certamente o que se espera de uma relação a dois ou, pelo menos, parte do que se espera viver na intimidade do casal.Na realidade, cada casal é único e a forma de cada um procurar a felicidade também!Confuso?Ora bem! Sabemos que a felicidade apela sempre a um sentimento de bem-estar<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_25b7bf36688b4b73a27ea7c05abd6bf4.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/02/12/O-sentido-de-amar-Parte-3</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/02/12/O-sentido-de-amar-Parte-3</guid><pubDate>Fri, 12 Feb 2016 10:33:20 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Casais Felizes, escolhas felizes</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_25b7bf36688b4b73a27ea7c05abd6bf4.jpg"/><div>Parte 1 I Parte 2 I Parte 3 I Parte 4 I Parte 5</div><div>Autenticidade, confiança, partilha, escuta... autonomia, respeito, compreensão, privacidade... amor, paixão, companheirismo, ....!</div><div>Será certamente o que se espera de uma relação a dois ou, pelo menos, parte do que se espera viver na intimidade do casal.</div><div>Na realidade, cada casal é único e a forma de cada um procurar a felicidade também!</div><div>Confuso?</div><div>Ora bem! Sabemos que a felicidade apela sempre a um sentimento de bem-estar prolongado no tempo. Contudo, o que ativa esse estado é diferente de pessoa para pessoa e, portanto, de casal para casal. Entre os dois elementos poderá haver motores comuns mas outros serão distintos e é nesses que, se mal geridos, caberá o perigo do conflito e da desilusão.</div><div>Então, a descoberta desses pontos divergentes no casal são uma das chaves para a felicidade da relação, podendo assim tornarem-se em verdadeiros aliados para alcançar o que procura. Como? De duas maneiras. Por um lado, conhecer e avaliar os pontos que vos separa enquanto casal, dá-vos a oportunidade de adquirir as ferramentas certas para minimizar o seu impacto negativo na relação. Por outro lado, ter consciência do potencial do casal e saber usá-lo nas situações de conflito é somar ganhos na qualidade de vida da relação.</div><div>Existem algumas formas de facilitar esse processo de conhecimento que o podem orientar na procura de respostas aos seus receios, dúvidas e expetativas que sinta como um ponto a melhorar na vida do casal, sempre relacionadas com a sua forma de estar e de sentir o seu relacionamento amoroso.</div><div>Nesse sentido, podem ser exploradas questões como:</div><div>Como sou eu enquanto namorado/a, noivo/a, companheiro/a, marido ou esposa?Que tipo de relação é a nossa?Seremos compatíveis enquanto casal?O que precisamos para sermos um casal íntimo e feliz?Quais os nossos pontos fortes? Qual o nosso potencial?Quais as nossas diferenças?Quais as minhas tendências comportamentais? E as do/a companheiro/a?Quais são os motivos de vida que nos caracterizam enquanto casal e que nos unem enquanto tal?</div><div>Este processo deve iniciar-se com uma avaliação sobre os motivos de vida de cada um. Antes de intervir é importante saber o que caracteriza o perfil individual e do casal nas suas necessidades vitais.</div><div>Só depois se pode traçar um plano de exploração das potencialidades do casal, de acordo com os resultados da avaliação e das expetativas individuais e comuns.</div><div>Cada relação é única, sem dúvida! Conseguir construí-la é respeitar as suas individualidades num processo construtivo, recíproco e contínuo, em harmonia. Dedique tempo e atenção à sua relação, motive-se... tal como faz com tudo o que é realmente importante para si.</div><div>O programa IKouple, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano relacional que o orienta na procura de respostas a receios, dúvidas e expetativas, relacionadas com a vida amorosa.</div><div>Permite conhecer os perfis motivacionais pessoais e do casal, alinhar necessidades individuais, traçar metas comuns, rever prioridades e muito mais, melhorando assim a qualidade e a saúde da relação.</div><div>Pode ser feito individualmente ou em conjunto. </div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Marque já a sua avaliação</a> e aprenda a contruir-se na relação.</div><div>Boas escolhas!</div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O sentido de amar - Parte 2</title><description><![CDATA[Coaching de casal ou Counselling de casal ?Parte 1 I Parte 2 I Parte 3 I Parte 4 I Parte 5Uma relação saudável requer sempre um grande investimento emocional e de tempo. Certo?Mas não é só! Alcançar uma boa saúde relacional pressupõe também fazer análises de rotina... sobre si mesmo, a sua vida e a sua relação.Se passar a ter uma cultura de hábitos de prevenção de conflitos, em vez de agir apenas em SOS, ganhará mais tempo de qualidade, fará opções mais acertadas e será, certamente, mais feliz<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_1ebebc8947b84ebeb4c52de74ed7a02f.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/1/27/O-sentido-de-amar-Parte-2</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/1/27/O-sentido-de-amar-Parte-2</guid><pubDate>Wed, 27 Jan 2016 09:09:51 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Coaching de casal ou Counselling de casal ?</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_1ebebc8947b84ebeb4c52de74ed7a02f.jpg"/><div>Parte 1 I Parte 2 I Parte 3 I Parte 4 I Parte 5</div><div>Uma relação saudável requer sempre um grande investimento emocional e de tempo. Certo?</div><div>Mas não é só! Alcançar uma boa saúde relacional pressupõe também fazer análises de rotina... sobre si mesmo, a sua vida e a sua relação.</div><div>Se passar a ter uma cultura de hábitos de prevenção de conflitos, em vez de agir apenas em SOS, ganhará mais tempo de qualidade, fará opções mais acertadas e será, certamente, mais feliz nas suas escolhas.</div><div>Mas por onde começar?</div><div>Já ouviu falar em coaching de casal e counselling de casal ?</div><div>Preparámos um pequeno resumo das suas diferenças:</div><div>O coaching de casal assenta no autoconhecimento, reforço e desenvolvimento da relação, não tendo de haver qualquer problema relacional ou emocional. Esta abordagem é ideal, por exemplo, para casais em início da relação ou que pretendam dar um passo mais sério, como viverem juntos. Este programa poderá também fazer parte da sua preparação para o casamento ou, simplesmente, ser uma forma de obter um plano personalizado de sugestões de atividades de lazer para fazerem a dois, baseado no vosso perfil de casal.</div><div>Já o counselling de casal é uma psicoterapia de casal pioneira em Portugal, com foco na solução dos problemas imediatos sentidos na relação. O objetivo é ajudar cada um dos elementos do casal a detetar a origem das suas diferenças, a transformar os seus problemas em oportunidades, a encontrar soluções adequadas e a tomar decisões assertivas. Embora se aproxime da terapia de casal são, ainda assim, diferentes na sua forma de abordagem. Por exemplo, o counselling de casal baseia-se nos problemas atuais da relação (embora possa recorrer ao passado para entender o presente), requer apenas um terapeuta e pretende ser uma terapia mais curta do que a terapia de casal.</div><div>Onde poderá encontrar este tipo de apoio de desenvolvimento relacional?</div><div>Na verdade, muito perto de si!</div><div><a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a> criou o IKouple – um programa de desenvolvimento relacional e afetivo.</div><div>O IKouple não é terapia de casal mas antes uma combinação entre coaching de casal e counselling de casal, aliados às práticas de psicoterapia.</div><div>Baseado no último grande estudo científico sobre as motivação humanas, este programa apresenta-lhe e explica os 16 motivos de vida, comuns a todos os seres humanos, e analisa quais os que se destacam em si e na sua relação amorosa, fazendo dela única e autentica.</div><div>Nesse sentido, é utilizada uma poderosa ferramenta de avaliação individual - reiss motivation profile. A partir desse momento, é construído o perfil motivacional de cada elemento do casal, bem como o próprio perfil do casal e um plano personalizado de acompanhamento. A exploração destes mesmos perfis é apoiada por técnicas de três áreas de intervenção: psicologia, coaching de casal e counselling de casal, utilizadas de acordo com as necessidades sentidas pelo casal e pelo terapeuta.</div><div>Cada caso é um caso e todas as sessões são distintas umas das outras, complementando-se para alcançar os objetivos traçados pelo casal.</div><div>Poderá perguntar-se se é possível fazer o IKouple mesmo que o seu parceiro se recuse a participar ativamente no programa. Será que funciona apenas com um dos elementos do casal?</div><div>Nós respondemos-lhe que, se reconhece no IKouple uma potencial ajuda na mudança de rumo da sua relação, então pode começar já hoje, por si mesmo. O seu companheiro poderá decidir mais tarde juntar-se ao programa, ou até não! Mas uma coisa é certa, “comportamento gera comportamento” e as suas mudanças irão inevitavelmente influenciar a dinâmica relacional e o ambiente à sua volta.</div><div>Assim, caso queira fazê-lo sozinho saiba que o IKouple pode ajudar a:</div><div>Reconhecer e avaliar as suas reais necessidades individuais;Analisar e gerenciar os efeitos das suas ações sobre as pessoas ao seu redor; Identificar as suas tendências comportamentais;Explorar o seu papel no problema da relação - sem julgamentos;Avaliar os seus traços fortes e os pontos a melhorar em si;Explorar as suas opções em termos do seu futuro;Melhorar as suas habilidades de comunicação, se necessário;Diminuir o seu stress emocional;Gerir de forma construtiva o processo de separação, se for o caso;Melhorar a sua qualidade de vida e saúde emocional;Reencontrar-se com a pessoa que é.</div><div>Portanto, fazê-lo individualmente ou em casal, será sempre uma escolha sua, podendo essa opção ser revista em qualquer fase do programa.</div><div>O programa com o casal proporciona um conjunto de informação mais completa do que o programa individual mas, ainda assim, ambos os planos produzem mudanças na relação, facultando uma grande riqueza de conhecimentos-chave, importantes na construção da identidade do casal e no alcance de uma vida conjunta humanamente mais forte e saudável.</div><div>Para rever O sentido de amar - Parte 1, poderá fazê-lo no <a href="http://www.oseuikigai.com/#!blog/cj66">nosso blogue</a>ou <a href="https://www.facebook.com/oseuikigai/?fref=ts">facebook</a>.</div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Marque já a sua avaliação</a> e aprenda a construir-e na relação.</div><div>Boas escolhas!</div><div>Imagem IPixabay</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O sentido de amar</title><description><![CDATA[Parte 1 I Parte 2 I Parte 3 I Parte 4 I Parte 5 Cada pessoa tem na sua origem um conjunto de necessidades que são 100% vitais e que diferem de pessoa para pessoa. São únicas, inquebráveis e irrefutáveis. Para puder satisfazê-las de forma assertiva terá primeiro de as conhecer. Elas caracterizam e explicam a pessoa que é – o que procura na vida, os seus valores e o porquê das suas atitudes mais frequentes. O mesmo se passa com o casal. Cada relação tem na sua origem um conjunto de necessidades<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_71e0f58fcf074f36bbb1a526a9d4dad5.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/1/13/O-sentido-de-amar</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/1/13/O-sentido-de-amar</guid><pubDate>Wed, 13 Jan 2016 21:28:08 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Parte 1 I Parte 2 I Parte 3 I Parte 4 I Parte 5</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_71e0f58fcf074f36bbb1a526a9d4dad5.jpg"/><div>Cada pessoa tem na sua origem um conjunto de necessidades que são 100% vitais e que diferem de pessoa para pessoa. São únicas, inquebráveis e irrefutáveis. Para puder satisfazê-las de forma assertiva terá primeiro de as conhecer. Elas caracterizam e explicam a pessoa que é – o que procura na vida, os seus valores e o porquê das suas atitudes mais frequentes.</div><div>O mesmo se passa com o casal. Cada relação tem na sua origem um conjunto de necessidades 100% vitais que a caracterizam e a tornam única. Para que seja feliz nessa relação, terá de conhecer as suas características e satisfazer as suas necessidades. Para isso, terá primeiro de as (re)conhecer e perceber cada uma delas. Concorda?</div><div>E na sua relação atual, sabe como responder às questões abaixo?</div><div>Explicar as suas esperanças, sonhos e preocupações;Entender-se melhor a si e ao seu parceiro;Melhorar a comunicação na relação;Identificar os objetivos e as necessidades básicas de cada um;Tomar consciência das diferenças individuais e saber geri-las na relação;Compreender o funcionamento do casal;Identificar os seus recursos pessoais inatos e adquiridos;Identificar os recursos do casal;Identificar o que funciona bem na relação;Facilitar a compreensão e a tolerância perante as diferenças;Favorecer soluções eficazes;Alinhar os objetivos individuais com os objetivos comuns;Seguir em frente, a partir das decepções, mágoas e raiva;Explorar se ainda há esperança ou não no relacionamento;Explorar o potencial impacto de um rompimento - positivo e negativo;Lidar com a perda e saber geri-la, se a sua decisão for a de se separar – facilitar o processo de separação;Entrar em acordo, curar e seguir em frente, quando se trata de infidelidade;Melhorar a qualidade de vida do casal;Trabalhar para o decréscimo da solidão relacional;Promover o equilíbrio e o bem-estar emocional;Ficar a conhecer-se melhor a si e conhecerem-se melhor um ao outro.</div><div>O amor é um sentimento maduro que se aprende e se constrói. </div><div>Um programa de desenvolvimento de casal como o IKouple poderá ajudar a conhecer-se a si e ao outro e a dar-lhe uma perspetiva mais firme e realista da vossa relação.</div><div>IKouple é um programa fundamentado no mais recente estudo científico da área das motivações, bem como em testes de avaliação psicológica e técnicas de intervenção nas áreas clínica, de counselling de casal e coaching de casal.</div><div>O que não deve esperar do IKouple?</div><div>O que você não vai encontrar é:</div><div><div>Conselhos para terminar o seu relacionamento, sem que você tenha chegado a essa conclusão por si mesmo (embora se possa discutir essa opção, especialmente se está num relacionamento abusivo);</div><div>Um parecer sobre o seu parceiro em termos de bom ou mau;</div><div>Críticas destrutivas sobre comportamentos, ações e opiniões;</div><div>Esperar que o profissional possa mudar o seu parceiro.</div></div><div>Saber ser feliz requer vontade, tempo e conhecimento... em primeiro lugar de si próprio. Este processo começa em si e nunca no Outro.</div><div>Por isso, seja ativo na procura da sua felicidade.</div><div><a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a> sonha, acredita e age consigo!</div><div>Para mais informações, veja como nos <a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">contactar AQUI.</a></div><div>Imagem I Fotolia</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Um Novo Ano já começou</title><description><![CDATA[Prolongue o espírito festivo pelo ano inteiro... sonhe, acredite e concretize! O nosso desejo está repleto de conquistas e felicidade genuina para Si! Sonhe muito e, acreditando que é possível, concretize os seus desejos e satisfaça cada uma das suas necessidades de vida. Depois, estenda a mão ao próximo e partilhe o melhor que há em si. A equipa d'O SEU IKIGAI sonha, acredita e age consigo! Feliz 2016 Imagem I O SEU IKIGAI<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_93ac080125564666a0568725d874b9c1.jpg"/>]]></description><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/01/04/Um-Novo-Ano-j%C3%A1-come%C3%A7ou</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2016/01/04/Um-Novo-Ano-j%C3%A1-come%C3%A7ou</guid><pubDate>Mon, 04 Jan 2016 17:10:36 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_93ac080125564666a0568725d874b9c1.jpg"/><div>Prolongue o espírito festivo pelo ano inteiro... sonhe, acredite e concretize!</div><div>O nosso desejo está repleto de conquistas e felicidade genuina para Si! Sonhe muito e, acreditando que é possível, concretize os seus desejos e satisfaça cada uma das suas necessidades de vida. Depois, estenda a mão ao próximo e partilhe o melhor que há em si.</div><div>A equipa d'<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>sonha, acredita e age consigo! Feliz 2016</div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>3 passos de reforço na conquista das suas competências sociais</title><description><![CDATA[Quantas relações distorcidas encontra na sua vida? Responder a esta questão poderá ajudá-lo a refletir e a avaliar como é que você é no compacto com os outros. As pessoas que têm na base das suas aptidões sociais elementos de inteligência emocional são ótimos comunicadores. São bons a aproximarem-se das pessoas para as apoiarem, são tão abertos a ouvir as más notícias como as boas, e ficam entusiasmados com novos desafios. Mas não só! Também são bons a gerir mudanças e a resolver conflitos de<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_c427246d96a74a28a5897ae52bfb789d.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/12/18/3-passos-de-refor%C3%A7o-na-conquista-das-suas-compet%C3%AAncias-sociais</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/12/18/3-passos-de-refor%C3%A7o-na-conquista-das-suas-compet%C3%AAncias-sociais</guid><pubDate>Fri, 18 Dec 2015 13:39:32 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_c427246d96a74a28a5897ae52bfb789d.jpg"/><div>Quantas relações distorcidas encontra na sua vida? Responder a esta questão poderá ajudá-lo a refletir e a avaliar como é que você é no compacto com os outros.</div><div>As pessoas que têm na base das suas aptidões sociais elementos de inteligência emocional são ótimos comunicadores. São bons a aproximarem-se das pessoas para as apoiarem, são tão abertos a ouvir as más notícias como as boas, e ficam entusiasmados com novos desafios. Mas não só! Também são bons a gerir mudanças e a resolver conflitos de forma diplomática. Raramente ficam satisfeitos em deixar as coisas como estão mas não são de se sentar enquanto os outros trabalham: eles dão o exemplo a partir do seu próprio comportamento.</div><div>Na realidade, o Ser Humano é social e até mesmo as pessoas que necessitam intensamente do seu próprio espaço precisam também de algum contacto social. Por mais que se viva numa cultura um tanto ou quanto individualista, a verdade é que ninguém consegue alcançar sozinho um sucesso ou até mesmo um fracasso. Vivemos em rede e dependemos uns dos outros para nos tornarmos humanos. A história real do Menino Lobo é um dos vários exemplos que nos revela de forma evidente a importância que o contacto social tem no nosso desenvolvimento físico, cognitivo e psíquico.</div><div>Um estudo mais recente indica que “As pessoas que têm consciência da natureza interdependente da vida, da importância das ligações humanas e da nossa existência coletiva consideram-se duas vezes mais bem sucedidas que as que têm ideias individualistas.” (Carpenter, S.)</div><div>Então, como pode melhorar as suas habilidades sociais?</div><div>Deixamos-lhe algumas sugestões:</div><div>1. Aprenda a resolver conflitos. Os conflitos não têm de ser necessariamente negativos. A sua transformação em algo produtivo ou nocivo irá depender da forma como você os resolve. Senão pense, o que é mais provável que o conduza ao sucesso – uma pessoa que grita com as outras ou um líder que permanece no controle da situação e a avalia de forma controlada?</div><div>Saiba que aprender a resolver conflitos é vital para ter sucesso em qualquer área da sua vida.</div><div>2. Melhore a sua capacidade de comunicação. O primeiro passo é ter consciência de como é que você comunica com os outros. Só a partir desse momento é que poderá melhorar os seus pontos mais frágeis e reforçar os seus pontos fortes, enquanto comunicador.</div><div>Poderá começar por fazer uma autoavaliação e, posteriormente, recorrer mesmo a uma avaliação profissional de performance pessoal e/ou profissional.</div><div>3. Aprenda a elogiar os outros. Não se pretende que falseie elogios! Simplesmente, até o pior profissional tem valores positivos, portanto, descubra-os e comece por aí. Afinal, quem não gosta de se sentir reconhecido pelo que é e por aquilo que faz? Pode inspirar a lealdade das pessoas somente dando louvor quando tal é merecido.</div><div>Tenha sempre presente que aprender a elogiar os outros é uma arte que dá muitos bons resultados.</div><div>Todos os 3 passos devem ser avaliados por si, numa primeira fase. No entanto, se o que realmente pretende e aprofundar e potenciar a sua performance pessoal e profissional, deverá, nesse caso, recorrer a uma avaliação profissional. Nesse sentido, apresentamos-lhe o nosso Programa IKestion. Exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano de desenvolvimento individual para adultos, orientado para a resolução de questões centrais da vida de cada um, melhorando assim a sua performance pessoal e profissional, autoimagem, autonomia e muito mais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion-faqs/c12rc">Conheça melhor o IKestion e marque já a sua avaliação.</a></div><div>Boas escolhas!</div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Em cada esquina uma empatia</title><description><![CDATA[Conseguir ser empático é o 4º pilar da inteligência emocional.Esta atitude é fundamental em qualquer trabalho onde se queira ter sucesso. Afinal de contas, aquilo que fazemos influencia, de alguma forma, a gestão da organização ou parte dela, a identidade da sua equipa de trabalho e o modo como é conduzida uma situação delicada em que esteja envolvido.Mas também é essencial que seja empático na sua vida pessoal... na sua casa, com a sua equipa familiar e em todas as situações do dia-a-dia que<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_3acf03da36ed4a34b4cf78c91890c13d.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/12/11/Em-cada-esquina-uma-empatia</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/12/11/Em-cada-esquina-uma-empatia</guid><pubDate>Fri, 11 Dec 2015 10:06:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_3acf03da36ed4a34b4cf78c91890c13d.jpg"/><div>Conseguir ser empático é o 4º pilar da inteligência emocional.</div><div>Esta atitude é fundamental em qualquer trabalho onde se queira ter sucesso. Afinal de contas, aquilo que fazemos influencia, de alguma forma, a gestão da organização ou parte dela, a identidade da sua equipa de trabalho e o modo como é conduzida uma situação delicada em que esteja envolvido.</div><div>Mas também é essencial que seja empático na sua vida pessoal... na sua casa, com a sua equipa familiar e em todas as situações do dia-a-dia que sejam emocionalmente exigentes.</div><div>As pessoas empáticas têm a capacidade de se colocarem na posição dos outros, de compreenderem os seus pontos de vista mesmo quando não estão de acordo com eles. Ajudam as pessoas das suas relações a evoluir, ouvem-nas sempre que precisam de falar, dão feedbacks construtivos e conseguem desafiá-las a agir de forma adequada.</div><div>Saiba que demonstrar às pessoas que as considera e que se importa com elas não é um ato de fraqueza, pelo contrário! É uma forma de estar na vida que naturalmente lhe trará o respeito e a lealdade dos outros para consigo.</div><div>E você, gostaria de ser mais empático?</div><div>Deixamos-lhe três exercícios práticos:</div><div>1. Coloque-se na posição da outra pessoa. É fácil apoiar o seu próprio ponto de vista, simplesmente porque é seu. Correto? E quando o seu ponto de vista diverge do da outra pessoa, qual é normalmente a sua reação?</div><div>Propomos-lhe que ouça verdadeiramente o que a outra pessoa lhe quer dizer e, caso pretenda informação adicional, pergunte mas apenas na intensão de compreender melhor o caso e nunca para minimizar a pessoa ou o que foi dito. Invista tempo a analisar as situações pelas perspetivas dos outros. No resultado final comprovará que terá valido a pena.Ser um bom ouvinte implica estar disponível para a outra pessoa e ativamente atento a tudo o que ela diz e também ao que não diz. Como refere um estudo científico, os bons ouvintes apresentam mais 60% de probabilidade de se colocarem no lugar dos outros e de verem as coisas do ponto de vista deles, do que as pessoas faladoras.</div><div>2. Preste atenção à linguagem corporal. Sempre que você participa de uma conversa, ativa ou passivamente, a sua postura corporal pode modificar-se tantas vezes, quantas o seu estado emocional se alterar também ao longo da situação.</div><div>Talvez nunca tenha reparado nisso mas garantimos-lhe que a sua linguagem corporal é bem visível aos outros. Ela reflete o que está realmente a sentir em cada momento. Costuma dizer-se que o corpo fala o que as palavras escondem e, por isso, aprender a ler a linguagem corporal torna-se numa ferramenta rica em informação pertinente. Saber fazê-lo dá-lhe a oportunidade de agir apropriadamente em cada situação e com cada pessoa.</div><div>Por exemplo, cruzar os braços e olhar para o chão durante uma conversa não terá certamente o mesmo significado do que uns braços libertos e um olhar imediato. Faz-lhe sentido?</div><div>3. Responda aos sentimentos. Sempre que se aperceber do estado emocional de uma pessoa das suas relações, não ignore essa informação. Dê-lhe um feedback motivador.</div><div>Por exemplo, imagine que pede um favor inadiável a um colega de trabalho e que embora ele concorde você percebe a insatisfação na sua voz. Então, responda-lhe abordando os sentimentos dele. Diga-lhe que aprecia a disponibilidade dele e que você também está insatisfeito pelo pedido que lhe fez mas que a sua ajuda é mesmo essencial naquela situação. Depois tente encontrar uma maneira para que o tempo despendido na ajuda seja passado de forma agradável e/ou recompense-o mais tarde.</div><div>Boas escolhas!</div><div>O programa IKESTION, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano de desenvolvimento individual para adultos, com base em uma avaliação individual. Orientado para a resolução de questões centrais da vida de cada um, melhora a sua performance pessoal e profissional, autoimagem, autonomia e muito mais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion-faqs/c12rc">Conheça-nos melhor aqui.</a></div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia da Bolacha</title><description><![CDATA[Bolachas de aveia, banana e chocolate negro Se estar bem consigo passa por saborear um bom docinho, na companhia de alguém especial, temos um programa para si. Hoje, amanhã, ou todos os dias; eleja uma companhia de cozinha e juntos deliciem-se com uma receita rápida e saudável de bolachas de aveia, banana e chocolate negro. Esta é também uma atividade ideal para fazer com os mais pequenitos. O que precisa saber: Ingredientes ½ copo de flocos de aveia2 bananas maduras100 gr de chocolate negro em<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_786cdfb7b5d64ef9b88261481564d9e3.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/12/04/Dia-da-Bolacha</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/12/04/Dia-da-Bolacha</guid><pubDate>Fri, 04 Dec 2015 13:23:56 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Bolachas de aveia, banana e chocolate negro</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_786cdfb7b5d64ef9b88261481564d9e3.jpg"/><div>Se estar bem consigo passa por saborear um bom docinho, na companhia de alguém especial, temos um programa para si.</div><div>Hoje, amanhã, ou todos os dias; eleja uma companhia de cozinha e juntos deliciem-se com uma receita rápida e saudável de bolachas de aveia, banana e chocolate negro.</div><div>Esta é também uma atividade ideal para fazer com os mais pequenitos.</div><div>O que precisa saber:</div><div>Ingredientes</div><div>½ copo de flocos de aveia</div><div>2 bananas maduras</div><div>100 gr de chocolate negro em barra (70% cacau)</div><div>1 colher de sobremesa de canela em pó</div><div>1 colher de sobremesa de mel</div><div>1 colher de sopa de linhaça moída</div><div>Preparação</div><div>Pré-aqueça o forno a 180ºC e forre um tabuleiro com papel vegetal.Num recipiente, esmague as bananas com um garfo até ficarem em puré.Reduza o chocolate em pequenos pedaços, mais ou menos do tamanho de pepitas.Junte todos os ingredientes e misture-os muito bem.Faça pequenas formas redondas da massa e leve ao forno durante cerca de 20 minutos.</div><div>Bom apetite! </div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!">Conheça mais sobre O SEU IKIGAI.</a></div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>3 conselhos para elevar a sua motivação</title><description><![CDATA[O 3º pilar da inteligência emocional é a automotivação, ou seja, a autonomia emocional. Recorda-se? (reveja aqui) As pessoas motivadas trabalham de forma consistente e empenhada em direção aos seus objetivos, com padrões extremamente elevados na qualidade do seu trabalho. Na verdade, elas conseguem-no porque possuem uma grande capacidade de adequar as suas emoções às diferentes situações e, assim, ganhar tempo, foco e qualidade naquilo que fazem. Num livro que explica o sucesso profissional,<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_d02ebad754b147d0ad3df7ddc001be73.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/11/30/3-conselhos-para-elevar-a-sua-motiva%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/11/30/3-conselhos-para-elevar-a-sua-motiva%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Mon, 30 Nov 2015 12:45:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_d02ebad754b147d0ad3df7ddc001be73.jpg"/><div>O 3º pilar da inteligência emocional é a automotivação, ou seja, a autonomia emocional.<a href="http://www.oseuikigai.com/#!Checklist-emocional-–-confira-a-sua/c1pll/55f325810cf24af6ea399b2e">Recorda-se? (reveja aqui)</a></div><div>As pessoas motivadas trabalham de forma consistente e empenhada em direção aos seus objetivos, com padrões extremamente elevados na qualidade do seu trabalho. Na verdade, elas conseguem-no porque possuem uma grande capacidade de adequar as suas emoções às diferentes situações e, assim, ganhar tempo, foco e qualidade naquilo que fazem.</div><div>Num livro que explica o sucesso profissional, pode ler-se que ”as pessoas são capazes de reduzir ou aumentar o nível de motivação em 58% ao longo da sua vida profissional.”</div><div>Isto leva-nos a acreditar que esta percentagem se pode estender também à vida pessoal, certo?</div><div>Então, como é que pode estimular a sua motivação?</div><div>1. Saiba em que ponto está. Determine o quanto está motivado para liderar a sua vida e o seu trabalho, e como se pode automotivar. Parece vago? Não é. Encontre os seus objetivos de vida e nunca os perca de vista. Eles irão dar-lhe uma força especial para enfrentar e concluir positivamente os desafios que lhe são propostos.</div><div>Propomos-lhe dois exercícios:</div><div>Atividade inicial: Comece a elaborar a lista dos seus objetivos de vida. Para facilitar a tarefa, pense na seguinte questão: “Se tivesse 6 meses de vida, o que deixaria para trás e o que gostaria de realizar ainda durante esse tempo?”</div><div>Coaching Profissional: Através da <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion-faqs/c12rc">avaliação IKESTION</a> é possível ter acesso rápido aos seus motivos de vida, saber o que realmente o move, o gratifica e lhe repõe a vitalidade ou o desgasta desnecessariamente. Está motivado para assumir o papel principal da sua vida? Por exemplo, se precisa de aumentar a sua motivação para delinear corretamente o seu papel profissional/familiar de acordo com as exigências do seu cargo/da sua vida, sem ir contra os seus princípios, esta avaliação também lhe que permite alcançar uma visão mais clara do caminho certo a seguir.</div><div>2. Reexamine porque é que está a fazer o seu trabalho. Com o passar do tempo, é fácil esquecer o que realmente o cativa na sua carreira. Concorda? É importante que recupere essa informação. Despenda algum tempo para se lembrar do que o fez querer o seu trabalho. Porque é que o quis? Se está infeliz no seu papel e com dificuldade em recordar porque o queria, propomos-lhe o seguinte exercício:</div><div>Técnica dos “cinco porquês”: É utilizado para descobrir a raiz de qualquer problema de nível simples a moderado. Se for o seu caso, comece por se perguntar “Porque é que estou infeliz no meu trabalho?”. Questione-se porque é que tal está a ocorrer, certificando-se sempre que a sua resposta está fundamentada na verdade – não se baseie em eventos que poderiam ter acontecido mas apenas em factos que aconteceram. Depois de obter a resposta, desenrole-a em outro “porquê”, e assim sucessivamente (normalmente, mais duas vezes) até detetar a causa do problema inicial. Quando o conseguir, poderá então encontrar uma contra-medida, ou seja, um conjunto de ações que o ajudem a prevenir a repetição do problema. A solução encontrada procura lidar com a situação, e não preveni-la.</div><div>3. Seja esperançoso e encontre algo bom. Os líderes motivados são geralmente otimistas, independentemente dos problemas que tenham de enfrentar. Adotar esta mentalidade pode demorar a colocar em prática mas vale mesmo a pena.</div><div>“Errei mais de 9000 arremessos na minha carreira. Perdi quase 300 jogos. Falhei vezes e mais vezes na minha carreira. E foi por causa disso que me tornei um vencedor!”</div><div>Michael Jordan</div><div>O Programa IKESTION, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano de desenvolvimento individual para adultos, orientado para a resolução de questões centrais da vida de cada um, melhorando assim a sua performance pessoal e profissional, autoimagem, autonomia e muito mais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion-faqs/c12rc">Conheça-nos melhor aqui.</a></div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Os pilares que sustentam o seu relacionamento</title><description><![CDATA[Se lhe perguntassem quais são os pilares de uma relação feliz e positivamente duradoura, que adjetivos mencionaria? Nós dizemos com toda a convicção que há, pelo menos, 5 elementos que devem estar sempre presentes nos alicerces de uma relação amorosa. Acreditamos que assim, o casal conseguirá construir o seu projeto de forma consistente. 1 - Amor genuíno. É um sentimento que une e que distingue o casal amoroso, muito para além da amizade. É saber cuidar do outro, sem danificar a sua identidade;<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_7fff617aa932461a8ea98d9f396d4211.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/11/23/Os-pilares-que-sustentam-o-seu-relacionamento</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/11/23/Os-pilares-que-sustentam-o-seu-relacionamento</guid><pubDate>Mon, 23 Nov 2015 13:16:51 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_7fff617aa932461a8ea98d9f396d4211.jpg"/><div>Se lhe perguntassem quais são os pilares de uma relação feliz e positivamente duradoura, que adjetivos mencionaria?</div><div>Nós dizemos com toda a convicção que há, pelo menos, 5 elementos que devem estar sempre presentes nos alicerces de uma relação amorosa. Acreditamos que assim, o casal conseguirá construir o seu projeto de forma consistente.</div><div>1 - Amor genuíno. É um sentimento que une e que distingue o casal amoroso, muito para além da amizade. É saber cuidar do outro, sem danificar a sua identidade; e saber dizer “Eu amo-te. Por isso, quero que sejas feliz.”, em vez de dizer ” Eu amo-te e, por isso, quero que me faças feliz.”</div><div>Entre várias teorias sobre o amor e outras tantas definições sobre ele, existem algumas investigações interessantes que defendem que o amor não é um sentimento espontâneo mas antes uma aprendizagem emocional que tem lugar desde a infância.</div><div>Viver um amor correspondido tem de ser um complemento à felicidade e bem-estar de ambos.</div><div>Tenha sempre presente que tudo o que destrói ou desvaloriza o que somos, não nos faz falta, mesmo que tentem convencê-lo do contrário.</div><div>Numa relação amorosa genuína nunca se perde a liberdade pessoal nem a amizade. Ganha-se sempre um companheiro leal para desfrutar a vida.</div><div>2 - Comunicação. Saiba comunicar de forma inteligente. Saber aplicar a sua inteligência emocional em tudo o que faz é fundamental e, portanto, na comunicação relacional não é exceção.</div><div>Comunicar é muito mais do que o que se diz através das palavras. É também o que se transmite pela expressão facial, pelos gestos corporais, por um telefonema esquecido, um compromisso adiado, pelo tempo que disponibiliza a ouvir, pela forma como expressa os sentimentos, a indiferença, enfim!</div><div>Por muito óbvio que possa parecer, nunca será demais lembrar que a comunicação é o veículo para a compreensão um do outro, para aumentar a confiança e a cumplicidade entre ambos, resolver as diferenças, encontrar soluções harmoniosas, alinhar os interesses, trabalhar desejos pessoais e conjuntos e desenvolver um projeto comum.</div><div>Muitos especialistas da área referem que a principal causa responsável pelo fim de um relacionamento é a falha de comunicação e ausência de diálogo.</div><div>Então, preste atenção à forma como tem comunicado com o seu parceiro. Saiba que é importante saber reconhecer as suas emoções e as da pessoa que tem ao lado, controlar as próprias emoções, colocar-se no lugar do outro, motivar-se na relação e aplicar as suas habilidades sociais.</div><div>Uma sugestão. Que tal marcarem encontros periódicos a sós para garantir que, no meio da agitação diária, terão sempre um refúgio só vosso?</div><div>3 - Respeito. Pela individualidade de cada um, pelas necessidades pessoais e da própria relação, pela integridade e bem-estar físico e emocional de ambos.</div><div>Respeitar é assimilar as diferenças, sem agressões de qualquer espécie nem exigências irreais e egoístas. Respeitar é permitir que o outro continue a ser quem é, que seja livre de estar consigo e que ambos construam uma relação verdadeira e construtiva.</div><div>Há barreiras entre o certo e o errado que jamais deverão ser ultrapassadas.</div><div>4 - Conhecimento. Sobre si e o outro. Saber exatamente quem você é e o que deseja, é uma das bases para as relações sinceras. Outra, é estar disponível para conhecer o seu parceiro como ele é realmente, sem fantasias nem expetativas.</div><div>Tem consciência de todas as necessidades que precisa de realizar e de todos os valores que precisa de seguir (ou não) para se sentir uma pessoa completa e realizada? E quanto às necessidades da pessoa que escolheu para estar ao seu lado? Saiba que este tipo de conhecimentos é fundamental para que ambos consigam desenvolver um projeto comum atrativo para os dois.</div><div>5 - Compromisso. É um acordo mútuo de convivência entre os dois. Será importante que as regras diárias da relação sejam estabelecidas verbalmente, logo desde o início. A questão da fidelidade nas relações sexuais e a divisão de tarefas são dois exemplos das regras que devem ser discutidas. O objetivo é que não haja ilusões nem mal entendidos futuros e que ambos sintam segurança e confiança um no outro e na relação.</div><div>E consigo, o que resulta? Quais são os pilares que sustentam a sua relação? Estará a cumpri-los ajustadamente?</div><div>A nossa avaliação IKOUPLE, dá-lhe a informação necessária para que consiga clarificar as suas respostas e direcioná-las melhor. Preparada para ser realizada em contexto individual ou de casal, esta avaliação e posterior programa IKOUPLE (caso o pretenda) é a nossa proposta de desenvolvimento relacional para si. Orientado na procura de respostas a receios, dúvidas e expetativas relacionadas com a vida amorosa, permite conhecer os perfis motivacionais pessoais e do casal, alinhar necessidades individuais, traçar metas comuns, rever prioridades e muito mais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ccfaqs/ctps">Conheça melhor o IKouple e marque já a sua avaliação.</a></div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A criatividade na escola e na vida</title><description><![CDATA[5 Dicas para ampliar o pensamento criativo da sua criança “Que lindo, filho! O que é que pintaste? “– pergunta a mãe babada ao filho de 4 anos. “É um menino diferente a andar em cima de uma onda azul, com o sol e a lua no céu.” – responde ele entusiasmado. Ignorando os borrões de tinta espalhados pelo rosto e mãos do menino e umas pingas de cor no chão de madeira, abraçou-o orgulhosa e disse – “Muito bem! Os teus desenhos são cada vez mais bonitos. Este é lindo! Vou colocá-lo na parede da<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_a5a93b8d0fb54c65937752171621951c.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/11/17/A-criatividade-na-escola-e-na-vida</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/11/17/A-criatividade-na-escola-e-na-vida</guid><pubDate>Tue, 17 Nov 2015 12:36:19 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>5 Dicas para ampliar o pensamento criativo da sua criança</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_a5a93b8d0fb54c65937752171621951c.jpg"/><div>“Que lindo, filho! O que é que pintaste? “– pergunta a mãe babada ao filho de 4 anos. </div><div>“É um menino diferente a andar em cima de uma onda azul, com o sol e a lua no céu.” – responde ele entusiasmado. </div><div>Ignorando os borrões de tinta espalhados pelo rosto e mãos do menino e umas pingas de cor no chão de madeira, abraçou-o orgulhosa e disse – “Muito bem! Os teus desenhos são cada vez mais bonitos. Este é lindo! Vou colocá-lo na parede da cozinha para secar e enfeitar as nossas refeições.”</div><div>Ser criativo é ser original no pensamento. É imaginar coisas novas, pensar fora do previamente esperado, sem imitar o que já existe.</div><div>Esta capacidade nasce com cada um de nós e revela-se desde a infância, em cada brincadeira, em cada desenho e em todas as tentativas da criança em contactar com o mundo à sua volta.</div><div>Saiba que quem estiver preparado para errar, estará pronto para ser original. E é esta capacidade que faz as crianças naturalmente criativas. Inicialmente, elas têm desejo por conhecer e explorar as coisas, sem nunca ter medo de estar erradas! Infelizmente, ao longo da sua educação as suas condutas vão sendo, muitas vezes, indevidamente limitadas pelos adultos da sua vida – pais, educadores, professores, ... e a maioria das crianças diminui o seu potencial criativo. </div><div>Pablo Picasso tinha razão ao dizer que “Toda a criança é um artista, nasce artista. O problema é como se manter artista depois de crescer.”</div><div>Sabia que a criatividade é uma poderosa ferramenta para a vida?</div><div>Ao ser desenvolvida estará a estimular na criança o pensamento criativo, a associação de ideias e a compreensão da realidade, tão importantes para enfrentar os imprevistos e os desafios do futuro.</div><div>Por isso, deixamos-lhe aqui 5 dicas para ajudar a ampliar a criatividade na sua criança:</div><div>1. Reforço. Como já foi referido, o medo de errar e, sobretudo, de ser castigado limita o processo de criatividade. Quando a criança nasce traz consigo a capacidade de explorar e experimentar coisas novas. Fantástico! Esta curiosidade natural é ingrediente da criatividade mas quando é mal gerida pelo adulto, simplesmente é reprimida. Não deixe que isso aconteça. Alimente a curiosidade da criança, através do reforço positivo e de uma atitude construtiva perante as suas construções:</div><div>Elogie sempre as suas criações. Não utilize a sua noção de perfeição para a corrigir, até porque perfeição é algo que aqui não se pretende. Para além disso, as criações originais simplesmente não têm correção! São para ser únicas e apreciadas.Não oriente sempre as brincadeiras. Deixe que seja a criança a comandar, mesmo que isso signifique sair da norma. Lembre-se que o mundo da brincadeira é diferente do mundo real. Sempre que iniciarem uma atividade seja flexível no que diz respeito à sujidade e à desarrumação feitas pela criança. No fim, haverá espaço para todas as arrumações e limpezas necessárias em que a criança também deverá participar.</div><div>2. Brinquedos. O excesso de brinquedos limita a criatividade. Se a criança tem tudo, a necessidade de uma brincadeira criativa desaparece. Dê espaço para que a criança descubra outras formas de brincar para além dos brinquedos de mercado. Construa um brinquedo com a criança. Ele valerá muito mais do que qualquer brinquedo comprado, acredite! Por exemplo, se fizerem juntos um boneco de panos velhos, estará não só a estreitar ligações com a sua criança mas também a passar-lhe novos conhecimentos, a trabalhar outras competências (motricidade fina, atenção, etc.), a ensinar-lhe a utilidade de reciclar e a dar-lhe a oportunidade de pensar sozinho noutras possíveis personagens.</div><div>3. Materiais. Proporcione vários tipos de materiais para que a criança construa novas ideias e objetos. Para além dos tradicionais legos de construção, deixe-a contactar, por exemplo, com botões, tecidos, pincéis, lápis, tintas, barro, areia, papéis de diferentes texturas, caixas domésticas, bolotas, folhas, rolhas, rolos de papel higiénico, cordões, as próprias mãos e pés, etc. Não deve apresentar-lhe tudo de uma só vez. Oriente atividades com diferentes desafios.</div><div>4. Ambientes de conhecimento. Não a limite apenas a brincadeiras dentro do próprio quarto. Dentro de casa, leve-a para a cozinha, para a casa de banho e para a garagem. Na cozinha, que tal deixar que decore um bolo, ou que prepare uns biscoitos manuais para o lanche (com várias formas)? Reserve uma parede da garagem para “criações artísticas” com tintas e verá que até dá vida ao espaço. Na casa de banho, jogos de água e de espuma serão também muito bem-vindos. Fora de casa, faça atividades ao ar livre e não só. Ao ar livre, que tal levá-la até ao jardim para, por exemplo, pintarem na natureza ou criarem uma história de raiz com objetos apanhados no local? Leve-a também, por exemplo, a passear no rio, na praia, no campo, pelo seu bairro, ... e ajude-a a percepcionar as particularidades das coisas. Quando puder, leve-a também a museus, ao teatro, a musicais infantis, ao circo, ao jardim zoológico, etc. </div><div>Todos os estímulos positivos serão enriquecedores e, portanto, muito bem-vindos.</div><div>5.Programa IKIDS. Exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, o IKids é um plano de desenvolvimento pessoal para crianças que trabalha competências emocionais, cognitivas e sociais, nomeadamente a criatividade, tão necessárias às futuras aprendizagens escolares e de vida. Sempre dirigidas por um profissional certificado na área da psicologia, este programa inicia-se com uma avaliação individual e é desenvolvido de acordo com as necessidades e também expetativas da criança.</div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids-faqs/cvbr">Conheça melhor o</a><a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids-faqs/cvbr">Kids e marque já o programa para a sua criança.</a></div><div>Quanto mais oportunidades a criança tiver para imaginar, explorar e experimentar situações novas, em ambientes seguros, mais enriquecedor será o seu processo criativo. Mais promissor será o seu futuro!</div><div>“Imagination is more importante than knowledge.”</div><div>Albert Einstein</div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Feliz Dia Internacional da TOLERÂNCIA</title><description><![CDATA[Nós apoiamos as atitudes tolerantes. E você? A tolerância social é uma das principais componentes relacionais, sendo fundamental para a harmonia e entendimento de qualquer relação em sociedade. Todos sabemos bem que não é fácil aceitar sempre os outros, tal e qual como eles são. Contudo, conseguir fazê-lo leva-nos a alcançar um maior sentimento positivo perante a vida, ao mesmo tempo que nos faz alcançar um maior bem-estar emocional na relação com os outros e com nós próprios. Portanto, pratique<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_b128f994ee3549c79ea7c45db66a1e12.jpg"/>]]></description><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/11/16/Feliz-Dia-Internacional-da-TOLER%C3%82NCIA</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/11/16/Feliz-Dia-Internacional-da-TOLER%C3%82NCIA</guid><pubDate>Mon, 16 Nov 2015 17:17:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Nós apoiamos as atitudes tolerantes. E você?</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_b128f994ee3549c79ea7c45db66a1e12.jpg"/><div>A tolerância social é uma das principais componentes relacionais, sendo fundamental para a harmonia e entendimento de qualquer relação em sociedade.</div><div>Todos sabemos bem que não é fácil aceitar sempre os outros, tal e qual como eles são. Contudo, conseguir fazê-lo leva-nos a alcançar um maior sentimento positivo perante a vida, ao mesmo tempo que nos faz alcançar um maior bem-estar emocional na relação com os outros e com nós próprios.</div><div>Portanto, pratique e aplique cada vez mais esta atitude.</div><div>Aceite as diferenças de opinião, de pontos de vista, de atitudes, de motivações, de habilidades e limitações humanas. Seja flexível nas diferenças culturais, de religião, de género, de orientação sexual e nas diferenças dos grupos étnicos. </div><div>Uma dica importante! Comece por se aceitar a Si mesmo e depois faça-o também com os que estão ao seu lado – o seu companheiro, os seus amigos, colegas, filhos, sobrinhos, pais e tios, vizinhos e conhecidos, ... Sejam crianças, jovens, adultos ou idosos!</div><div>Liberte-se de preconceitos, aprenda a viver com a diferença e seja muito mais feliz.</div><div>Neste dia, não podemos deixar de referir ainda que todos os nossos programas <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion-faqs/c12rc">IKestion</a>(desenvolvimento pessoal e profissional), <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ccfaqs/ctps">IKouple (</a>desenvolvimento relacional e afetivo) e <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids-faqs/cvbr">IKids</a>(desenvolvimento emocional, cognitivo e social para crianças) estão também alinhados com a melhoria dos níveis de tolerância entre equipas, companheiros e pares.</div><div>Feliz dia Internacional da Tolerância</div><div>Boas escolhas e excelentes partilhas!</div><div>“Surpreender-te-às ao descobrir que no mundo há lugar para todos.”</div><div> Dalai Lama</div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>&quot;Os opostos atraem-se&quot; - Verdadeiro ou Falso?</title><description><![CDATA[Que ditado estará mais perto de definir a saúde das relações amorosas: aquele que refere que “Os opostos atraem-se” ou o que defende que os “Pássaros da mesma pena voam juntos” ? Nas relações amorosas, seguramente que a atração dos opostos é uma questão falsa. Muitos estudos nesta área têm sido feitos e os resultados mostram sempre que a semelhança é a base para a compatibilidade. Surpreendido? Nós explicamos. Cada Ser Humano tem uma tendência natural para se relacionar com pessoas cujos valores<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_144926a497fb45be8983b686d1ebc23d.png"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/11/12/Os-opostos-atraemse-Verdadeiro-ou-Falso</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/11/12/Os-opostos-atraemse-Verdadeiro-ou-Falso</guid><pubDate>Thu, 12 Nov 2015 10:44:58 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_144926a497fb45be8983b686d1ebc23d.png"/><div>Que ditado estará mais perto de definir a saúde das relações amorosas: aquele que refere que “Os opostos atraem-se” ou o que defende que os “Pássaros da mesma pena voam juntos” ?</div><div>Nas relações amorosas, seguramente que a atração dos opostos é uma questão falsa. Muitos estudos nesta área têm sido feitos e os resultados mostram sempre que a semelhança é a base para a compatibilidade.</div><div>Surpreendido? Nós explicamos.</div><div>Cada Ser Humano tem uma tendência natural para se relacionar com pessoas cujos valores são semelhantes aos seus. Ao contrário, tendem a distanciar-se de pessoas cujos valores e atividades nada têm a ver consigo.</div><div>Portanto, você será compatível com “Pássaros da mesma pena”, ou seja, com um companheiro semelhante a si em valores, desejos básicos e traços de personalidade.</div><div>Desengane-se quem diz que quer alguém oposto a si, em tudo. Talvez não tenha consciência disso mas quando o deseja, na verdade está apenas a referir-se às competências da pessoa, tão úteis em trabalhos de parceria. No entanto, uma relação amorosa representa muito mais do que um trabalho em equipa. Num relacionamento íntimo é esperado que haja companheirismo e harmonia entre os traços de personalidade, valores, motivos de vida e desejos básicos de cada um. Caso isso não aconteça, o casal passará a maior parte do tempo em conflito, a discordar de fatores fundamentais, e isso só levará à tensão, ao desconforto e ao distanciamento entre os dois.</div><div>Assim, a origem dos problemas no relacionamento não está nos indivíduos mas sim no emparelhamento das necessidades básicas de cada um, mais propriamente quando elas são significativamente diferentes. Estas diferenças individuais são a chave para a compreensão de relacionamentos problemáticos.</div><div>Nesse sentido, partilhamos consigo as 16 necessidades básicas que poderão estar na base da personalidade de cada um – da sua, da do seu companheiro e da personalidade de ambos como casal. Ao satisfazer cada uma dessas necessidades,</div><div>individuais e conjuntas, sentirá uma maior gratificação pessoal e relacional, saúde mental, felicidade genuína (diferente da alegria), entre outros benefícios.</div><div>Eis os 16 motivos de vida que estão cientificamente validados:</div><div>Poder – necessidade de influenciar os outros</div><div>Independência – necessidade de autossuficiência</div><div>Curiosidade – necessidade de compreender; de saber e pensar sobre as coisas</div><div>Aceitação – necessidade de aprovação social</div><div>Ordem – necessidade de organização e limpeza</div><div>Poupança – necessidade de acumular e preservar coisas</div><div>Honra – necessidade de ter uma conduta ética</div><div>Idealismo – necessidade de justiça social</div><div>Contacto social – necessidade da companhia dos pares (amigos)</div><div>Família – necessidade de relação próxima com dependentes</div><div>Estatuto – necessidade de respeito com base na posição social</div><div>Vingança – necessidade de competir e de vencer</div><div>Beleza – necessidade de harmonia estética e atraente, e sensualidade</div><div>Comida – necessidade de consumir alimentos</div><div>Atividade física – necessidade de movimento e ação muscular</div><div>Tranquilidade – necessidade de segurança (emocional e física)</div><div>Reconhece quais são todas as suas necessidades básicas e até onde elas o podem levar? E quanto às necessidades comuns do casal, sabe identifica-las inteiramente?</div><div>O acesso a este tipo de informação dá-lhe a possibilidade de fazer escolhas conscientes para a construção de uma vivência relacional feliz, saudável, construtiva e duradoura.</div><div>Por isso, convidamo-lo a fazer connosco a <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikouple/ctps">avaliação IKOUPLE</a>, a primeira parte do programa IKOUPLE. Exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano de desenvolvimento relacional e afetivo. Feito individualmente ou em conjunto com os dois elementos do casal, este programa é orientado na procura de respostas a receios, dúvidas e expetativas, relacionadas com a vida amorosa. Permite conhecer os perfis motivacionais pessoais e do casal, alinhar necessidades individuais, traçar metas comuns, rever prioridades e muito mais, melhorando assim a qualidade e a saúde da relação. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Marque já a sua avaliação IKouple</a>e aprenda a construir-se na relação.</div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Controlo Emocional - 3 exercícios práticos para desenvolver o Seu!</title><description><![CDATA[As pessoas que sabem regular as suas emoções de forma assertiva raramente atacam os outros verbalmente, não tomam decisões apressadas, não usam estereótipos, nem comprometem os seus próprios valores. São flexíveis e assumem um compromisso com a responsabilidade pessoal. A autorregulação emocional é tudo sobre conseguir ter o controlo de si próprio. Um estudo realizado com estudantes nos Estados Unidos quis perceber o que distingue os alunos que desistem dos seus objetivos quando sentem<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_1c862622711144c3bc415279cdbb5e97.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/11/06/Controlo-Emocional-3-exerc%C3%ADcios-pr%C3%A1ticos-para-desenvolver-o-Seu</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/11/06/Controlo-Emocional-3-exerc%C3%ADcios-pr%C3%A1ticos-para-desenvolver-o-Seu</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2015 17:24:53 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_1c862622711144c3bc415279cdbb5e97.jpg"/><div>As pessoas que sabem regular as suas emoções de forma assertiva raramente atacam os outros verbalmente, não tomam decisões apressadas, não usam estereótipos, nem comprometem os seus próprios valores. São flexíveis e assumem um compromisso com a responsabilidade pessoal. A autorregulação emocional é tudo sobre conseguir ter o controlo de si próprio.</div><div>Um estudo realizado com estudantes nos Estados Unidos quis perceber o que distingue os alunos que desistem dos seus objetivos quando sentem obstáculos, daqueles que persistem em atingir as suas metas, mesmo perante a frustração e o fracasso. A conclusão deste estudo revela que a diferença não está na competência nem na paciência mas antes na capacidade de manter o controlo. Surpreendido?</div><div>Agora, transporte o caso dos estudantes para a sua vida profissional e pessoal. Em qual dos grupos se revê - persistente ou desistente? </div><div>Quer melhorar o seu controlo emocional?</div><div>Deixamos-lhe três dicas práticas e acessíveis.</div><div>1. (Re)Conheça os seus valores. Consegue falar claramente sobre o seu código de ética? Por exemplo, responder as questões como “Quais são os valores mais importantes para mim?” ou “Com o que é que jamais me irei comprometer?” Despenda algum tempo a complementar o seu código de ética porque se souber o que é mais importante para si, então, provavelmente não terá de pensar duas vezes quando for preciso enfrentar uma decisão ética ou moral, e tomar a decisão certa.</div><div>2. Responsabilize-se. Se é dos que tende a culpar os outros quando alguma coisa corre mal, pare. Assuma o compromisso de admitir os seus erros e de enfrentar as consequências dos seus atos, sejam elas quais forem. Verá que se começará a sentir melhor consigo mesmo e rapidamente irá ganhar maior respeito dos outros.</div><div>3. Treine a sua calma. Manter a calma em situações delicadas é garantir que a sua conduta será a mais justa. O primeiro passo é ter consciência de como é que reage a situações desafiadora. Quais são as suas tendências comportamentais? Só a partir desta consciencialização é que poderá alterar o que quer que seja na sua atuação. Neste ponto, deixamos-lhe duas dicas importantes e complementares, para que mais facilmente consiga chegar a este conhecimento sobre si próprio:</div><div>3.1. Avaliação por coaching: Embora existam outros serviços de coaching pessoal, recomendamos-lhe a avaliação IKESTION, exclusiva d’O seu IKIGAI. Assegurada por um profissional certificado, esta avaliação apresenta-lhe de forma bastante clara e objetiva quais são as suas tendências comportamentais, entre muitas outras informações-chave para o seu desenvolvimento pessoal e profissional. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion-faqs/c12rc">Saiba mais aqui.</a></div><div>3.2. Autoavaliação: Da próxima vez que se encontre numa situação delicada, preste especial atenção à forma como reage a ela, ao longo de todo o processo de resolução - ao seu tom de voz, palavras que verbaliza, movimentos faciais, como gesticula as mãos, gestos com a cabeça, e à reação que tudo isso provoca nos outros. Questione-se também como é que normalmente alivia o seu stress. Existem várias técnicas simples para se acalmar como, por exemplo, os exercícios de respiração profunda. Se não conseguir fazê-lo sozinho, pode também pedir orientação a um profissional. Porque não? Nós garantimos-lhe que resulta mesmo! Outra técnica é escrever numa folha todas as emoções negativas que gostaria de verbalizar em alta voz (mas que não deve) e depois rasgá-la ou até mesmo queimá-la. Este ato simbólico costuma aliviar a ansiedade, baixar o nível de stresse e recuperar a calma.</div><div>Lidere a sua vida com atitude; o sucesso é o horizonte!</div><div>Nós estamos consigo.</div><div><div>O programa IKESTION, exclusivo d’</div><a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a><div>, é um plano de desenvolvimento individual para adultos, orientado para a resolução de questões centrais da vida de cada um, melhorando assim a performance pessoal e profissional, autoimagem, autonomia e muito mais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion-faqs/c12rc">Conheça melhor o IKestion e marque já a sua avaliação.</a></div></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>3 dicas poderosas para enriquecer a sua Consciência Emocional</title><description><![CDATA[Numa das nossas publicações anteriores, revelámos-lhe as 5 componentes da inteligência emocional e demos-lhe as bases para fazer uma autoavaliação sincera sobre o seu nível de maturidade em cada uma delas: Autoconsciência emocional Autorregulação Motivação Empatia Habilidades sócio-emocionais Recorda-se? (Clique aqui) A inteligência emocional é a capacidade de compreender e gerir as suas próprias emoções, bem como as das pessoas ao seu redor. Certo? Isso significa que as pessoas com um alto grau<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_25fa38c9f62a4f04ad857e806b1fb7f6.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/10/28/3-dicas-poderosas-para-enriquecer-a-sua-Consci%C3%AAncia-Emocional</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/10/28/3-dicas-poderosas-para-enriquecer-a-sua-Consci%C3%AAncia-Emocional</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2015 15:10:38 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_25fa38c9f62a4f04ad857e806b1fb7f6.jpg"/><div>Numa das nossas publicações anteriores, revelámos-lhe as 5 componentes da inteligência emocional e demos-lhe as bases para fazer uma autoavaliação sincera sobre o seu nível de maturidade em cada uma delas:</div><div>Autoconsciência emocionalAutorregulaçãoMotivaçãoEmpatiaHabilidades sócio-emocionais</div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!Checklist-emocional-–-confira-a-sua/c1pll/55f325810cf24af6ea399b2e">Recorda-se?</a><a href="http://www.oseuikigai.com/#!Checklist-emocional-–-confira-a-sua/c1pll/55f325810cf24af6ea399b2e">(Clique aqui)</a></div><div>A inteligência emocional é a capacidade de compreender e gerir as suas próprias emoções, bem como as das pessoas ao seu redor. Certo? Isso significa que as pessoas com um alto grau de inteligência emocional sabem sempre identificar o que estão a sentir, o que significa cada uma das suas emoções e como é que essas emoções podem afetar os outros. Reconhece alguém assim?</div><div>Pois... Adquirir este patamar de autoconhecimento não se alcança de um dia para o outro. É uma aprendizagem individual que exige uma aposta de tempo e até de grande esforço mental. Contudo, os resultados são altamente compensadores.</div><div><div>Hoje, voltamos a este tema para lhe revelar o início de uma coleção de 5posts de exercícios prá</div><div>ticos, cada um dedicado a uma componente da inteligência emocional. O objetivo é ajudá-lo a desenvolver a sua performance naquelas componentes em que, na sua avaliação anterior, sentiu poderem ser aperfeiçoadas. </div></div><div>Neste primeiro post de exercícios, reservámos o foco para a Sua AUTOCONSCIÊNCIA EMOCIONAL.</div><div>Se é uma pessoa verdadeiramente autoconsciente, então, saberá sempre como se sente, e como as suas emoções e comportamentos podem afetar as pessoas à sua volta. Isso também significa ter uma visão clara dos seus pontos fortes e pontos fracos. Provavelmente, este conhecimento leva-o também a comportar-se com humildade.</div><div>O que pode fazer para melhorar a sua autoconsciência?</div><div>Eis aqui três exercícios que fazem a diferença.</div><div>1 - Faça um diário.  Pode-lhe parecer infantil mas não é. Despender alguns minutos por dia para escrever os seus pensamentos, poderá levá-lo a um maior grau de autoconsciência.</div><div>2 - Desacelere. Sempre que sentir raiva ou outras emoções fortes, pare e perceba porquê. Tenha sempre presente que você pode sempre escolher como reagir a cada situação. É a si que lhe cabe essa decisão e a mais ninguém. Portanto, você é o único responsável pelos seus atos.</div><div><div>3 - Avaliação orientada. Ambos os exercícios anteriores requerem a sua própria avaliação das situações e das pessoas, tal como as vê e as sente. Essa refleção é muito importante para aumentar o seu grau de autoconsciência. Não menos importante do que isso é fazer uma avaliação orientada por um profissional certificado da área, no sentido de enriquecer o seu conhecimento real sobre as coisas e sobre si próprio. Experimente a nossa </div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion-faqs/c12rc">avaliação IKESTION</a>e, quem sabe, se surpreende tanto que lhe faça sentido continuar a explorar os seus resultados num programa feito à sua medida ;) </div><div>O programa IKESTION, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano de desenvolvimento individual para adultos, orientado para a resolução de questões centrais da vida de cada um, melhorando assim a performance pessoal e profissional, autoimagem, autonomia e muito mais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion-faqs/c12rc">Conheça melhor o IKestion e marque já a sua avaliação.</a></div><div>Desejamos-lhe boas práticas e boas decisões!</div><div>Imagem IO SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia da Biblioteca Escolar</title><description><![CDATA[Comemore este dia com uma história especial. A educação na escola deve ser um prolongamento da educação de casa. Um desafio? Reenvente o seu conto preferido ou o da sua criança (filha, sobrinha, neta ou, simplesmente, amiga) ou, então, criem juntos a vossa própria narrativa! E se ainda houver tempo, que tal terminarem com uma bela ilustração colorida? Divirtam-se e surpreendam-se também! Feliz dia da biblioteca escolar! "Os meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros,<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_9ada24c37859440bb241dc9af7d3e90f.jpg"/>]]></description><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/10/26/Dia-da-Biblioteca-Escolar</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/10/26/Dia-da-Biblioteca-Escolar</guid><pubDate>Mon, 26 Oct 2015 10:00:39 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_9ada24c37859440bb241dc9af7d3e90f.jpg"/><div>Comemore este dia com uma história especial. </div><div>A educação na escola deve ser um prolongamento da educação de casa. </div><div>Um desafio? </div><div>Reenvente o seu conto preferido ou o da sua criança (filha, sobrinha, neta ou, simplesmente, amiga) ou, então, criem juntos a vossa própria narrativa! E se ainda houver tempo, que tal terminarem com uma bela ilustração colorida?</div><div>Divirtam-se e surpreendam-se também!</div><div>Feliz dia da biblioteca escolar!</div><div>&quot;Os meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.&quot;</div><div>Bill Gates</div><div>Conheça melhor o que <a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a> tem para lhe oferecer.</div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Para onde o leva o coração? - na conquista da sua identidade</title><description><![CDATA[Vamos pensar em alguém dos seus 30 anos, sem namorado(a), nem perspetivas de casar... “Que máximo!”, dizem alguns; “Coitadinha!” – diz, em geral, a sociedade que vê esta situação como uma falha penosa. Esta pessoa, dizem, irá tornar-se num ser humano amargo e incompleto, esperando-o um futuro infeliz, inglório e solitário. Creeedo. – dizemos nós – Nada disso! Afaste para lá essa ideia, por favor. Se pensa da mesma maneira é porque talvez não saiba ainda que nem todas as pessoas ambicionam uma<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_2602c94d2b444673bd010d6361b8d9ea.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/10/19/Para-onde-o-leva-o-cora%C3%A7%C3%A3o-na-conquista-da-sua-identidade</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/10/19/Para-onde-o-leva-o-cora%C3%A7%C3%A3o-na-conquista-da-sua-identidade</guid><pubDate>Mon, 19 Oct 2015 12:01:36 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_2602c94d2b444673bd010d6361b8d9ea.jpg"/><div>Vamos pensar em alguém dos seus 30 anos, sem namorado(a), nem perspetivas de casar... “Que máximo!”, dizem alguns; “Coitadinha!” – diz, em geral, a sociedade que vê esta situação como uma falha penosa. Esta pessoa, dizem, irá tornar-se num ser humano amargo e incompleto, esperando-o um futuro infeliz, inglório e solitário.</div><div>Creeedo. – dizemos nós – Nada disso! Afaste para lá essa ideia, por favor. </div><div>Se pensa da mesma maneira é porque talvez não saiba ainda que nem todas as pessoas ambicionam uma relação amorosa como objetivo de vida. Têm outros objetivos tão dignos e enriquecedores como esse. Mais, essa opção não vem de pessoas mal amadas ou tão pouco se tornarão frustradas, sós e infelizes. </div><div>A felicidade e a realização pessoal dependerão do conhecimento das suas necessidades fundamentais e de como elas são canalizadas e vividas no seu dia-a-dia.</div><div>Assim, saiba que é possível ser-se solteiro por opção, sem estar a fugir de nada, nem de alguém, e ser genuinamente feliz, bem resolvido e verdadeiramente realizado na vida.</div><div>Na verdade, saber estar só é uma aprendizagem necessária ao bom equilíbrio emocional na vida. No entanto, a facilidade com que isso é conseguido não é igual para todas as pessoas, simplesmente porque, para uns, estar só é uma necessidade fundamental e, para outros, conquistar uma relação amorosa e ter a própria família são objetivos de vida.</div><div>Ambas as necessidades são absolutamente válidas e nenhuma é melhor ou pior que a outra.</div><div>Se pertence ao grupo das pessoas que está sozinho contra vontade, saiba que não é menos pessoa, nem tão pouco tem menos valor por isso. Não deixe que a sua necessidade de encontrar um amor correspondido sobressaia mais do que aquilo que já conquistou até agora, nem deixe que tal interfira na realização de outras necessidades suas. Sabe quais são? É que a resposta a esta pergunta pode ser um auxílio de peso para superar medos e alcançar objetivos. Para além disso, viver só é diferente de estar só. Concorda?</div><div>É importante compreender também que a verdadeira felicidade parte de dentro de si e não de razões externas, como encontrar o verdadeiro amor. </div><div>Garantimos-lhe que isto não é bla bla bla! Por exemplo, de que vale encontrar o companheiro ideal se não conseguir realizar as suas necessidades e objetivos de vida? Certamente que não conseguirá ser feliz como idealiza!</div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!ccfaqs/ctps">Conheça o nosso programa IKouple.</a></div><div>Se pertence ao grupo dos solteiros felizes, seja fiel às suas necessidades e não ceda às pressões dos amigos e da família.</div><div>Por vezes, o desconhecimento do que somos e do que precisamos para sermos verdadeiramente felizes leva-nos a ouvir a vontade da sociedade, mais do que a nós próprios. Isso é errado porque ao estar a contraiar as suas necessidades básicas, está a abrir portas para que a frustração e a infelicidade entrem gratuitamente na sua vida e na de quem dela participa. Portanto, ouça o seu coração, resista aos gostos e aos desejos dos outros, sinta-se bem consigo mesmo e evite desgostos maiores e experiências desagradáveis.</div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion-faqs/c12rc">Conheça também o nosso programa IKestion.</a></div><div>Em qualquer uma das situações a que pertença, há uma verdade incondicional que deve ter sempre presente – A pessoa com quem deve ter a relação mais importante da sua vida é consigo mesmo, simplesmente porque é consigo que terá de conviver sempre - todos os dias, todas as horas, todos os minutos e segundos, para o resto da sua vida. Você estará sempre presente em todas as situações da sua vida como, logicamente, mais ninguém estará. Portanto, é justo que se ame e se respeite, antes de tudo. Aprenda a relacionar-se consigo próprio e a tratar bem de si. Mime-se, jure-se fidelidade e construa a melhor relação de todos os tempos... consigo mesmo.</div><div>Se o não conseguir fazer consigo, não o conseguirá fazer com mais ninguém. Nem com amigos, nem com a família, ninguém. Não se iluda!</div><div>E não confunda nada disto com egocentrismo. Trata-se de se conhecer primeiro, antes de se dar aos outros. E até poderá parecer-lhe que o autoconhecimento seja uma tarefa subjetiva e inalcançável mas garantimos-lhe que é uma tarefa bastante objetiva, realizável, gratificante e com frutos de excelente qualidade. </div><div>Portanto, em qualquer uma das situações em que se encontre, ouça o seu coração e perceba o que ele lhe tem a dizer. Se o fizer, ficará surpreendido. Aceita o desafio?</div><div><div>Estudos científicos realizados nos Estados Unidos concluíram que “A confiança, combinada com uma autoavaliação realista, produz um aumento de 30% na satisfação com a vida.” </div>(Sedlacek, W., 1999)</div><div><div>E mais uma dica: “As pessoas bem sucedidas gastam todos os dias pelo menos quinze minutos a pensar sobre o que estão a fazer e o que podem fazer para melhorar as suas vidas.”</div>(Sigmund, E., 1999)</div><div>Boas escolhas!</div><div><div>O programa IKouple, exclusivo d’</div><a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a><div>, é um plano de desenvolvimento relacional, individual ou conjunto, orientado na procura de respostas a receios, dúvidas e expetativas, relacionadas com a vida amorosa. Permite conhecer os perfis motivacionais pessoais e do casal, alinhar necessidades individuais, traçar metas comuns, rever prioridades e muito mais, melhorando assim a qualidade e a saúde da relação consigo próprio e com o outro. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ccfaqs/ctps">Conheça melhor o IKouple.</a></div></div><div><div>O programa IKestion, exclusivo d’</div><a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a><div>, é um plano de desenvolvimento individual para adultos, orientado para a resolução de questões centrais da vida de cada um, melhorando assim a performance pessoal e profissional, autoimagem, autonomia e muito mais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion-faqs/c12rc">Conheça melhor o IKestion.</a></div></div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Os 4 pilares para uma gestão eficaz do seu tempo</title><description><![CDATA[Acreditar que a gestão do seu tempo é um tema perdido ou totalmente alcançado é uma perfeita armadilha para se tornar cada vez mais distante dos seus objetivos. Casa-trabalho, trabalho-casa e pelo meio outros tantos compromissos, sonhos e desejos, a maior parte por realizar... O dia tem 24 horas, é certo, e se há dias em que as horas nunca mais passam, na maioria todas as horas são poucas para o tanto que há a fazer. Alto aí. Esta discrepância de tempo não lhe faz pensar em nada? Continuando.<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_8ca23d1543ac4d69b0092dbf2ef4c4a4.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/10/14/Os-4-pilares-para-uma-gest%C3%A3o-eficaz-do-seu-tempo</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/10/14/Os-4-pilares-para-uma-gest%C3%A3o-eficaz-do-seu-tempo</guid><pubDate>Wed, 14 Oct 2015 11:27:01 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_8ca23d1543ac4d69b0092dbf2ef4c4a4.jpg"/><div>Acreditar que a gestão do seu tempo é um tema perdido ou totalmente alcançado é uma perfeita armadilha para se tornar cada vez mais distante dos seus objetivos.</div><div>Casa-trabalho, trabalho-casa e pelo meio outros tantos compromissos, sonhos e desejos, a maior parte por realizar...</div><div>O dia tem 24 horas, é certo, e se há dias em que as horas nunca mais passam, na maioria todas as horas são poucas para o tanto que há a fazer. </div><div>Alto aí. Esta discrepância de tempo não lhe faz pensar em nada? </div><div>Continuando. Levar trabalho para casa não será a solução mais acertada, nem tão pouco apetecível. Ao fazê-lo estará apenas a estender uma possível sensação de fracasso, entre outros sentimentos menos bons, e a prolongar um exaustivo dia de trabalho para dentro do seu recanto de descanso. Para trás voltam a ficar sonhos, desejos, amigos, ... </div><div>Um estudo na Europa do Sul revelou que, em média, o trabalho produzido por uma pessoa é menos do que quatro horas diárias. O restante horário laboral traduz um desperdício de energia, de talentos e de oportunidades.</div><div>Surpreendido?</div><div>Pois é! Encontrar ferramentas para orientar o seu tempo até é fácil, basta utilizar a internet e já está. Por vezes, até há quem tente impô-lo aos outros! Contudo, isso não funcionará como gostaria porque o conhecimento teórico não basta para obter resultados, principalmente quando se trata da esfera dos negócios e do trabalho em equipa. A escolha dos métodos e de ferramentas de auxílio deve ser adaptada ao caso específico de cada um, em particular, e não ser a pessoa a adaptar-se às ferramentas e aos métodos estipulados por alguém.</div><div>Se quer mesmo encontrar tempo para tudo o que deseja realizar na sua vida, não deixe que os outros pensem por si. Você é uma pessoa única!</div><div>Comece por analisar quem é e no que quer alterar. Avalie as características do seu trabalho, os seus pontos fortes, as suas dificuldades. Defina objetivos laborais e também de vida. E atenção, não pretenda dissociar de todo o seu trabalho do resto da sua vida porque, simplesmente, estão interligadas. Vários estudos científicos o comprovam. Para que compreenda melhor este ponto, citamos parte das conclusões de um deles, onde diz que“Oito em cada dez executivos revelam que uma vida familiar saudável é essencial para a produtividade da empresa (...)&quot; (Henderson, E., 1999) Ora, quem diz produtividade da empresa, diz produtividade do profissional que leva, consequentemente, ao sucesso laboral.</div><div>Só depois de toda esta avaliação, poderá atuar de forma ajustada. Depois claro, terá sempre de ir fazendo ajustes porque as circunstâncias da sua vida profissional e pessoal também se vão naturalmente alterando. Mas saiba que tudo o que nos faz sentido jamais é esquecido e facilmente é posto em prática por nós.</div><div>Eis o que poderá fazer para obter resultados duradouros:</div><div>1. Autoconhecimento. A base de todo este processo. Só conseguirá sucesso depois de perceber como é que você funciona perante diferentes situações, e depois de</div><div>identificar as suas convicções e necessidades para, a seguir, atuar de acordo com elas e, automaticamente, sentir-se bem consigo mesmo. Neste ponto, poderá recorrer a ajuda profissional com foco no autoconhecimento. A informação que conseguir percecionar sobre si é sempre bem-vinda. Nunca será demais!</div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion-faqs/c12rc">Veja também o nosso programa IKestion.</a></div><div>2. Avaliação. Só depois de aprofundar o conhecimento real sobre si e o seu tipo de trabalho, é que conseguirá escolher a melhor forma para gerir o seu tempo. </div><div>3. Experiência. Mesmo depois de adotar um plano para gerir o seu tempo diário, terá de o testar no terreno e aperfeiçoá-lo.</div><div>4. Supervisão. É importante que vá fazendo atualizações da sua situação, ou seja, reavaliar a sua situação atual, tal como foi dito atrás - exigências vs necessidades da vida pessoal e profissional. Neste ponto, poderá pedir uma heteroavaliação a alguém próximo de si (familiar, amigo, colega de trabalho) e/ou a um profissional da área.</div><div>Veja também o nosso <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion/c12rc">programa IKestion</a> que o ajuda na eficácia desta e de outras situações. Exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, trata-se de um plano de desenvolvimento individual para adultos, orientado para a resolução de questões centrais da vida de cada um, melhorando assim a performance pessoal e profissional, autoimagem, autonomia e muito mais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Marque já a sua avaliação Ikestion.</a></div><div>E você, em que fase do desafio se encontra?</div><div>&quot;Cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre&quot; </div><div>Charles Chaplin</div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia Mundial da Saúde Mental</title><description><![CDATA[Faça um Rastreio Psicológico e Neuropsicológico. Nós oferecemos-lhe 50% de desconto! Num mundo cheio de constante aceleração e exigências de várias naturezas, torna-se urgente parar, ter tempo para respirar fundo e pensar... dar-se tempo e qualidade de vida, a si mesmo! Propomos-lhe um Rastreio Psicológico e Neuropsicológico, onde poderá verificar o seu estado emocional atual (depressão, ansiedade, fobias, etc.) e o seu estado cognitivo (presença/ausência de disfunções cognitivas), em menos de<img src="http://static.wixstatic.com/media/64a6354f5981e78ef5e0d2605a8212c0.jpg"/>]]></description><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/10/10/Dia-Mundial-da-Sa%C3%BAde-Mental</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/10/10/Dia-Mundial-da-Sa%C3%BAde-Mental</guid><pubDate>Sat, 10 Oct 2015 15:31:53 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Faça um Rastreio Psicológico e Neuropsicológico. Nós oferecemos-lhe 50% de desconto!</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/64a6354f5981e78ef5e0d2605a8212c0.jpg"/><div>Num mundo cheio de constante aceleração e exigências de várias naturezas, torna-se urgente parar, ter tempo para respirar fundo e pensar... dar-se tempo e qualidade de vida, a si mesmo!</div><div>Propomos-lhe um Rastreio Psicológico e Neuropsicológico, onde poderá verificar o seu estado emocional atual (depressão, ansiedade, fobias, etc.) e o seu estado cognitivo (presença/ausência de disfunções cognitivas), em menos de 24 horas.</div><div>Destinado a jovens e a adultos, este despiste de saúde dá-lhe informação geral sobre o seu estado de saúde psicológica atual e, se for o caso, dá-lhe também a oportunidade de ser atempadamente orientado e encaminhado para uma intervenção adequada.</div><div>Este é, sem dúvida, um ponto de partida para melhorar a sua saúde física, cognitiva e emocional.</div><div>E para comemorar o dia da saúde mental, oferecemos-lhe 50% de desconto*.</div><div>“A saúde mental – negligenciada durante demasiado tempo – é essencial para o bem-estar geral das pessoas, das sociedades e dos países, e deve ser universalmente encarada sob uma nova luz.” (Organização Mundial de Saúde)</div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Marque o seu Rastreio</a></div><div>239 048 206 / 96 945 946 8</div><div>descubra@oseuikigai.pt</div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikigai/c1gf8">Conheça o que O SEU IKIGAI tem para lhe oferecer.</a></div><div>*Campanha promocional válida de 12 de Outubro a 17 de Outubro de 2015. Sujeito a marcação prévia e de acordo com a disponibilidade existente.</div><div>Valor da Avaliação €50,00 / Valor promocional €25,00</div><div>Garantimos profissionalismo e confidencialidade.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O segredo do menino que não gostava de ler</title><description><![CDATA[Havia um menino na escola primária que não queria ler e, mais, nem sequer gostava de livros. As letras não o fascinavam, de forma alguma! O que teria acontecido àquele menino para rejeitar qualquer livro de histórias? Ficámos intrigados e quisemos saber porquê. Então, descobrimos (ou melhor, comprovámos) que o problema dele é igual ao de tantos outros meninos e meninas, jovens e até adultos! Foram esquecidos... no meio de tantas preocupações, obrigações e lutas diárias dos seus pais e<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_a90de18d06404ba8ab871e3835ce2e25.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/10/07/O-segredo-do-menino-que-n%C3%A3o-gostava-de-ler</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/10/07/O-segredo-do-menino-que-n%C3%A3o-gostava-de-ler</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2015 10:31:43 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_a90de18d06404ba8ab871e3835ce2e25.jpg"/><div>Havia um menino na escola primária que não queria ler e, mais, nem sequer gostava de livros. As letras não o fascinavam, de forma alguma!</div><div>O que teria acontecido àquele menino para rejeitar qualquer livro de histórias?</div><div>Ficámos intrigados e quisemos saber porquê. Então, descobrimos (ou melhor, comprovámos) que o problema dele é igual ao de tantos outros meninos e meninas, jovens e até adultos! Foram esquecidos... no meio de tantas preocupações, obrigações e lutas diárias dos seus pais e educadores, esqueceram-se de ensinar o gosto pela leitura!</div><div>Sim, isso também se aprende e é tão importante para o nosso bem-estar e estabilidade na vida, como aprender a comer ou a fazer uma boa higiene.</div><div>Senão, repare!</div><div>De acordo com os resultados globais de estudos nacionais e internacionais, Portugal apresenta níveis de literacia claramente abaixo da média europeia, em todas as faixas etárias – crianças, jovens e adultos. Os conhecimentos e as competências no domínio da literacia na altura da entrada para a escolaridade básica são quase sempre fracos; e a avaliação da qualidade da leitura coloca 48% dos nossos jovens num nível, também ele, significativamente inferior. Conclui ainda, que esta situação está refletida nas elevadas taxas de insucesso e de abandono escolar que Portugal contabiliza e que a minimização destes resultados está no desenvolvimento de programas de literacia no jardim-de-infância. (Relatório OCDE: “Universal Basic Skills”)</div><div>Quer dizer então que em Portugal o domínio da literacia das crianças, no momento da entrada para a escola, é maioritariamente fraco?</div><div>Sim, sendo esse o desencadeador das elevadas taxas de insucesso e de abandono escolar!</div><div>Sem querer alarmar, esta notícia é um pouco preocupante, não acha?</div><div>Então, o que podemos fazer, nós adultos, para incutir o gosto pela leitura às nossas crianças?</div><div>Na nossa opinião, acreditamos que a solução que produz melhores resultados e durabilidade no tempo, passa pelos pais se tornarem agentes ativos no processo de incutir ao filho o gosto pela leitura, desde tenra idade. Independentemente dos programas de literacia que o infantário do seu filho possa implementar, existem estratégias de estimulação literária que, no seu papel de educador, poderá desde já colocar em prática.</div><div>Selecionámos para si, 9 ESTRATÉGIAS DE SUPORTE À DESCOBERTA DO PRAZER PELA LEITURA nas crianças.</div><div>1. Comece por dar o exemplo e pratique hábitos de leitura. Nestas idades, a influência dos pais é bastante notória, para além de que a aprendizagem através do exemplo é a mais significativa.</div><div>2. <div>Crie a hora da leitura em família. Estipule um horário engraçado e realista em que todos terão de ler. Poderá ser uma leitura conjunta ou individual mas </div>quanto à criança não a deixe por sua conta. Se o fizer, estará apenas a proporcionar uma exposição de letras, sem qualquer significado nem prazer para ela. Nestas idades, estando em pleno processo de alfabetização, estas atividades devem ser sempre assistidas e orientadas por um adulto. Neste ponto, poderá também preparar um cantinho da leitura em casa que seja convidativo – deverá ser bastante confortável, agradável e associado ao prazer. E porque não cruzar leitura com natureza?</div><div>3. Explique a importância da literatura na nossa vida. Para que a criança entenda a mensagem, deve recorrer a aspetos visuais e que lhe despertem alguma curiosidade para querer saber mais. Transmita-lhe a felicidade que é poder saber ler e escrever o que quisermos e a sua utilidade no dia-a-dia. Por exemplo, mostre-lhe como as letras estão por todo o lado e que é importante ler o que está escrito nas embalagens, antes de escolher os brinquedos, os cereais, os iogurtes, os livros, etc. Visitem juntos bibliotecas e livrarias, mostre como é feito o papel e como se chega a um livro.</div><div>4. Dê a conhecer diferentes fontes de leitura – livros de contos de fadas, dicionários infantis, bandas desenhadas, revistas, jornais, vários tipos de embalagens (cereais, bolachas, leite), textos da internet, panfletos engraçados, convites de aniversários/casamento, etc. Explorem juntos várias fontes e fale-lhe dos conhecimentos que eles têm guardados.</div><div><div>5. Selecione os livros certos. Isso significa que terá sempre de ter atenção à idade da sua criança, às características do seu estádio de desenvolvimento, ao ritmo de aprendizagem e aos próprios interesses do momento. </div>(<a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids-blog/c10uj">leia também os</a><a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids-blog/c10uj">5 passos na seleção de livros infantis</a>)</div><div><div>6. Leia histórias para e com a criança. Complemente o que lê com as ilustrações </div>do livros e coloque vida na leitura que faz. Faça entoação na leitura e recorra a gestos e expressões faciais enquanto fala. Poderá até fazê-lo de forma teatral. Caso o seu filho lhe peça para ler a mesma história muitas vezes, não se zangue! Isso é bom sinal! Significa que ele está a trabalhar internamente alguma situação que essa história explica e, por isso, tem necessidade de a ouvir várias vezes. Portanto, fique feliz e leia-lhe a história tantas vezes, quantas as que ele pedir.</div><div>7. Peça à sua criança que lhe conte histórias. É claro que não vai ler o que está escrito mas sim o que ela pensa estar escrito, ao seguir as ilustrações. É mesmo assim! Neste seguimento, desafie-o também a criar o seu próprio repertório de histórias. Para o ajudar nesta tarefa criativa poderá, por exemplo, dar-lhe uma imagem, um livro ou uma frase para se inspirar. Verá que é divertido.</div><div>8. Potencie a consciência fonológica. A consciência fonológica está intimamente ligada à leitura e à escrita, e é a capacidade de perceber que o discurso é constituído por frases, que as frases são um conjunto de palavras, que as palavras podem ser divididas em sílabas e que estas, por sua vez, em fonemas. Para ajudar a criança a identificar e manipular as palavras nas suas unidades mínimas (fonemas) pode brincar com ela através de jogos de palavras. Por exemplo, cantar com ritmo as palavras, escolher as que rimem entre si, encontrar palavras que iniciem ou terminem com o mesmo som.</div><div>9. Mais importante do que ensinar a criança a ler é incutir-lhe o gosto pela leitura. Portanto, nada de pressões, nem de obrigações. A presença de um livro ou de outra fonte literária deve ser sempre associada a momentos lúdicos de prazer e conhecimento.</div><div>Verá que estes cuidados irão captar a atenção da criança e, naturalmente, despertar nela a curiosidade pelas letras e pela leitura.</div><div>Aplique-as com o seu pequenote e partilhe connosco a sua experiência na nossa <a href="https://www.facebook.com/oseuikigai?fref=ts">página do facebook</a>.</div><div>Veja as competências que a leitura desenvolve:</div><div>vivência de emoções positivas - alegria, entusiasmo, gratidão, amizade, etc.,alargamento de vocabulário,sensibilidade estética para o comunicação verbaldesenvolvimento do pensamento,organização da visão do mundo,compreensão causa-efeito,juízo crítico,raciocínio,consciência fonológica,domínio de palavras e da gramática,comunicação/conversação,resolução de problemas práticos,enriquecimento culturalcompreensão do meio físico e social,memorização,motivação,concentração,curiosidade, imaginação,criatividade,autonomia,melhor rendimento escolarmaior sucesso na vida</div><div>O programa IKids, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano personalizado de desenvolvimento pessoal para crianças que trabalha as competências básicas emocionais, cognitivas e sociais, necessárias às futuras aprendizagens escolares e de vida. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids-faqs/cvbr">Conheça melhor o IKids e marque já o programa para a sua criança.</a></div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Feliz dia mundial do Professor</title><description><![CDATA[A Equipa d'O SEU IKIGAI deseja-lhe um excelente Dia Mundial do Professor. Imagem I O SEU IKIGAI<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_2121973f4c7347fab3e5bfe4ee76a2d7.jpg"/>]]></description><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/10/05/Feliz-dia-mundial-do-Professor</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/10/05/Feliz-dia-mundial-do-Professor</guid><pubDate>Mon, 05 Oct 2015 15:15:57 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_2121973f4c7347fab3e5bfe4ee76a2d7.jpg"/><div>A Equipa d'<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>deseja-lhe um excelente Dia Mundial do Professor.</div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Torne a sua criança resiliente - sugestões práticas dos 0 aos 7 anos</title><description><![CDATA[A resiliência é a capacidade para enfrentar, gerir e superar problemas e adversidades, de forma ajustada e equilibrada. Poderá ser, por exemplo, uma mudança repentina de planos, uma contrariedade, a dificuldade em fazer algo, um contexto de stresse ou de pressão.Trata-se, pois, de um suporte emocional bastante importante para a gestão saudável das nossas relações e das nossas emoções, ou seja, da nossa vida pessoal e profissional. Então, como construir nas nossas crianças a resiliência?A<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_726b5492902a4e28b3c4c99afdc35e2a.jpeg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/30/Torne-a-sua-crian%C3%A7a-resiliente-sugest%C3%B5es-pr%C3%A1ticas-dos-0-aos-7-anos</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/30/Torne-a-sua-crian%C3%A7a-resiliente-sugest%C3%B5es-pr%C3%A1ticas-dos-0-aos-7-anos</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2015 16:14:30 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_726b5492902a4e28b3c4c99afdc35e2a.jpeg"/><div>A resiliência é a capacidade para enfrentar, gerir e superar problemas e adversidades, de forma ajustada e equilibrada. Poderá ser, por exemplo, uma mudança repentina de planos, uma contrariedade, a dificuldade em fazer algo, um contexto de stresse ou de pressão.Trata-se, pois, de um suporte emocional bastante importante para a gestão saudável das nossas relações e das nossas emoções, ou seja, da nossa vida pessoal e profissional.</div><div>Então, como construir nas nossas crianças a resiliência?</div><div>A promoção do desenvolvimento da resiliência deve ser sempre feita de acordo com a idade da criança, acompanhada de persistência e muita afetividade por parte dos adultos que a orientam. Na verdade, existe mesmo uma condição impreterível para que tal seja possível – antes de qualquer coisa, a criança precisa de se sentir amada incondicionalmente, de ser estimulada e de estar protegida (stresse, maus tratos, cuidados básicos), de forma a que as suas necessidades afetivas sejam preenchidas. Parta sempre desta verdade.</div><div>NAS CRIANÇAS DOS 0 AOS 3 ANOS:</div><div><div>Leve-a a cumprir as regras. Nestas idades, parece que a criança só mexe no que é proibido e só faz o que não deve fazer, certo? Isso é normal porque ela é naturalmente curiosa e precisa de explorar as coisas à sua volta. Respire fundo! Se começar a dizer “não” a tudo o que faz, rapidamente se habituará a essa palavra e tal deixará de surtir o efeito pretendido. O segredo está em antecipar os acontecimentos e desviar a sua atenção para outras coisas, prevenir-se quanto às zonas perigosas da sua casa e selecionar um conjunto de regras, poucas de cada vez, que deverão ser rigorosamente obedecidas. Só deverá introduzir novas regras quando as primeiras tiverem sido adquiridas. Isso não implica gritos nem palmadas. O seu exemplo ajuda e muito. Seja coerente com o que faz e com o que pede à criança. Ela está em constante observação e aprendizagem.</div><div>Enalteça os seus progressos. Elogie sempre as suas conquistas. Por exemplo, quando cumprir uma regra, quando começar a gatinhar, a andar, a comer sozinho, fazer chichi no bacio, deixar a chupeta, concluir um jogo, etc.</div><div>Utilize frases positivas. Mostre-lhe o quanto acredita nas capacidades dela. Incentive a sua autonomia, autoconfiança e a capacidade de resolver problemas, recorrendo a frases de incentivo e transmissão de segurança através do tom de voz (firmeza). Por exemplo: “Tu consegues.”, “Tu sabes.”, “Vamos lá.”, “Tenho a certeza que és capaz.”</div><div>Acalme-a. Em situações de stresse, ajude-a a tranquilizar. Um agraço apertado, acompanhado de uma voz serena, ajudam muito nesta missão. Diga-lhe que “Está tudo bem”, quantas vezes forem necessárias. Dê-lhe tempo para se acalmar.</div><div>Encoraje autonomia. Embora com supervisão, ajude-a a realizar atividades sozinha ou com uma ajuda decrescente do adulto. Não é abandoná-la à própria sorte. Terá de ter a certeza que a criança já tem maturidade suficiente para fazer essa atividade praticamente de forma autónoma.</div><div>Trabalhe a consciência emocional. À medida que ela vai alargando o seu vocabulário e melhorando o seu talento linguístico, é importante que consiga identificar as suas próprias emoções e reconhece-las nos outros também.</div><div>Prepare-a para as adversidades. A partir dos 3 anos, ajude-a a encontrar soluções possíveis para as diferentes dificuldades que sinte. Faça-o através de jogos, histórias ou teatrizações.</div></div><div>NAS CRIANÇAS DOS 4 AOS 7 ANOS:</div><div><div>Ajude a empatizar. É importante que a criança se consiga colocar no lugar do outro, compreendê-lo, respeitá-lo e ser afetuosa.</div><div>Ajude a ser responsável. Comece-lhe por mostrar e explicar em coisas simples e visíveis que os seus atos, bons e maus, têm consequências. Por exemplo, se dá um beijo à mãe, ela fica contente e ele é responsável por isso. Se dá a chupeta a um menino pobre ele será responsável por aquela alegria. Se pisou um brinquedo que deixou no chão, mostre-lhe o estrago que provocou e explique-lhe que é responsável pelo que aconteceu. Fale das consequências (não terá mais aquele brinquedo) e encontrem juntos uma solução para que não volte a pisar mais brinquedos (importância de os arrumar).</div><div>Elogie. Da mesma forma que a chama a atenção quando algo corre menos bem, também deverá reconhecer quando ela consegue coisas boas. Parabenize com afeto as suas conquistas e comportamentos desejáveis. Por exemplo, quando cumpre uma ordem mesmo sem lhe apetecer, quando consegue verbalizar uma emoção que está a sentir, quando se preocupa o bem-estar do outro, quando arruma o pijama em vez de o deixar no chão, etc.</div><div>Na resolução de problemas. Incuta-lhe que as dificuldade são desafios que consegue superar. Ensine-a a reconhecer a solução mais adequada nas situações. Sempre que não consiga fazê-lo sozinha (o que é natural), aconselhe-a a conversar com o adulto.</div><div>Tranquilize-a. No momento em que está aflita e stressada, abrace-a, e num tom de voz sereno peça-lhe para respirar fundo ou a contar até 10. Quando estiver calma, falem sobre o que aconteceu e o que o provocou. Aos poucos, ajude-a a encontrar estratégias para se acalmar sozinha.</div></div><div>Esperamos ter conseguido ajudá-lo.</div><div><div>O programa IKids, exclusivo d’</div>O SEU IKIGAI, é um plano personalizado de desenvolvimento pessoal para crianças que trabalha competências básicas emocionais, cognitivas e sociais, necessárias às futuras aprendizagens escolares e de vida. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids-faqs/cvbr">Saiba mais sobre o IKids.</a><a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Ofereça já</a><a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">o programa completo à sua criança.</a></div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>6 Padrões Relacionais na interação do Casal</title><description><![CDATA[Terá a família de origem alguma influência no nosso próprio padrão relacional amoroso?Muitos dirão logo que “não, nem pensar” mas a verdade é que especialistas da área defendem o contrário.A nossa família de origem e as experiências que vivenciámos nela durante o nosso crescimento, influenciam a forma como vivemos as nossas próprias relações amorosas, em idade adulta. E se há determinados padrões comportamentais que rejeitamos logo à partida adotar dos nossos pais, outros há que são bastante<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_d8226d24fca342cf9b8a87ee7ce523f3.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/28/6-Padr%C3%B5es-Relacionais-na-intera%C3%A7%C3%A3o-do-Casal</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/28/6-Padr%C3%B5es-Relacionais-na-intera%C3%A7%C3%A3o-do-Casal</guid><pubDate>Mon, 28 Sep 2015 09:10:22 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_d8226d24fca342cf9b8a87ee7ce523f3.jpg"/><div>Terá a família de origem alguma influência no nosso próprio padrão relacional amoroso?</div><div>Muitos dirão logo que “não, nem pensar” mas a verdade é que especialistas da área defendem o contrário.</div><div>A nossa família de origem e as experiências que vivenciámos nela durante o nosso crescimento, influenciam a forma como vivemos as nossas próprias relações amorosas, em idade adulta. E se há determinados padrões comportamentais que rejeitamos logo à partida adotar dos nossos pais, outros há que são bastante reproduzidos, por vezes, até de forma inconsciente.</div><div>Incrédulo? Pois é, vários estudos o comprovam.</div><div>Sendo cada relação única, diferente de qualquer outra, a verdade é que, inconscientemente, todos nós acabamos por repetir alguns padrões comportamentais que vimos na relação dos nossos pais ou dos seus substitutos, inclusivamente aqueles que dissemos nunca vir a repetir! E o que é válido para si também é válido para o(a) seu(sua) parceiro(a).</div><div>Quando se é criança, a vontade de querer saber e explorar o mundo leva-nos biologicamente a absorver a informação que nos rodeia. Na infância, os nossos pais são os nossos heróis e, portanto, é natural que tudo o que façam se torne uma referência com marcas profundas na nossa própria formação, na pessoa que hoje somos. Nesse sentido, não podemos deixar de levar em conta o relacionamento dos nossos pais nem o que era vivido e sentido por nós, enquanto crianças, adolescentes e jovens. Essa bagagem relacional faz parte da nossa formação enquanto seres humanos e, inevitavelmente, adotamos alguns padrões comportamentais da nossa mãe e do nosso pai ou de quem os representou durante o nosso crescimento.</div><div>Hoje sabe-se que em cada casal, existe uma forma típica de estar na relação com o outro. Por isso, os especialistas da área conseguem identificar seis tipos de padrões relacionais ou tipos de casais, distintos.</div><div>Identifique qual o padrão que existe na sua relação amorosa.</div><div>1. Padrão “Cão &amp; Gato”. É um casal que discute constantemente por qualquer motivo ao mesmo tempo que se sentem atraídos um pelo outro. Ambos gostam do ciclo discussão-reparação, sendo a parte de fazer as pazes bastante prazerosa para ambos. As discussões são alimentadas pelo sentimento de insegurança e as interrupções da relação são confusas e complicadas.</div><div>2. Padrão “No pedestal”. Neste casal, é típico que um dos parceiros se mostre distante, tornando-se o centro das atenções para o outro, de tal forma que poderá até ser alvo de perseguição. Estes papéis perseguido-perseguidor vão sendo assumidos pelos dois alternadamente sem que ambos se apercebam dessa dinâmica, acabando por ficar demasiado dependentes um do outro. O elemento perseguido gosta da emoção dessa procura. O que guia este casal é o medo de ser visto pelo outro como uma pessoa carente.</div><div>3. Padrão “Pais &amp; Filhos”. Um dos parceiros assume uma função parental, ou seja, assume-se como cuidador e responsável pelo outro, sendo este papel sentido como um propósito de vida. No entanto, o elemento visto como um filho, poderá sentir-se sufocado e controlado em demasia. Neste padrão relacional existe o perigo de um se tornar controlador e o outro demasiado dependente.</div><div>4. Padrão “Ídolo &amp; Fã”. Um dos parceiros venera o outro, como sendo um ser humano perfeito em tudo o que pensa, faz e diz. Por vezes, este elemento idolatrado manipula o seu “fã” e pode conseguir anulá-lo de tal forma que, mesmo quando ele é bem sucedido, esse facto é ignorado. Outra situação comum neste tipo de relacionamento é o facto do fã estar convencido de que nunca encontrará mais ninguém tão bom como o seu parceiro atual.</div><div>Normalmente, este tipo de relação dura pouco tempo, na medida em que não existe espaço para que ambos progridam como seres humanos. É provável que o “ídolo” tenha uma série de relacionamentos de curta duração com diferentes fãs, adotando a postura de “se não me admiras tal como eu sou, então, vou procurar alguém que o faça.”</div><div>5. Padrão “Cara-metade”. Apresentam uma base de semelhanças tão grande que parecem assumir a identidade um do outro – interesses, desejos, motivações, necessidades, opiniões, etc. A ligação emocional é bastante forte, ao mesmo tempo que vivem numa bolha relacional que poucas pessoas são capazes de quebrar, até mesmo, em alguns casos, os próprios filhos. Este padrão relacional é normalmente encontrado em novos relacionamentos ou quando os parceiros são dominados por uma grande insegurança.</div><div>6. Padrão “Adultos”. Trata-se de uma relação funcional entre duas pessoas maduras, à vontade com as suas diferenças e com pouco interesse em criar e manter conflitos. Neste padrão relacional, o casal nunca terá que enfrentar o lado obscuro um do outro o que, por outro lado, poderá retirar alguma realidade à relação.</div><div>No fim de ler estas descrições, é bem provável que não se consiga rever a 100% em nenhuma delas porque cada casal é muito mais do que está exposto. O que aqui é revelado é somente a característica central que sustenta a relação e através da qual é desenvolvida. Falta ainda completá-la com as particularidades que a tornam única.</div><div><div>O programa IKouple, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano de desenvolvimento relacional, individual ou em conjunto, orientado na procura de respostas a receios, dúvidas e expetativas, relacionadas com a vida amorosa. Permite conhecer os perfis motivacionais pessoais e do casal, alinhar necessidades individuais, traçar metas comuns, rever prioridades e muito mais, melhorando assim a qualidade e a saúde da relação. </div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!ccfaqs/ctps">Saiba mais sobre o IKouple.</a></div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Marque já a sua avaliação IKouple</a><a href="http://www.oseuikigai.com/#!ccfaqs/ctps">e aprenda a construir-se na relação.</a></div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Feliz dia Mundial do Coração</title><description><![CDATA[De acordo com a Fundação Portuguesa de Cardiologia, o intuito de comemorar este dia “é garantir que as pessoas, em qualquer lugar do mundo, aproveitem a oportunidade para fazer escolhas saudáveis para o coração, onde quer que vivam, trabalhem ou se divirtam, ajudando-as a reduzir o seu risco cardiovascular e daqueles que estão à sua volta.”Mais acrescenta que “O ambiente em que vivemos, trabalhamos e nos divertimos, pode afetar a nossa capacidade de fazer escolhas certas para a saúde do nosso<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_b53102f3f15345659f0d3d09ebd35bf6.jpg"/>]]></description><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/26/Feliz-dia-Mundial-do-Cora%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/26/Feliz-dia-Mundial-do-Cora%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Sat, 26 Sep 2015 09:25:57 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_b53102f3f15345659f0d3d09ebd35bf6.jpg"/><div>De acordo com a Fundação Portuguesa de Cardiologia, o intuito de comemorar este dia “é garantir que as pessoas, em qualquer lugar do mundo, aproveitem a oportunidade para fazer escolhas saudáveis para o coração, onde quer que vivam, trabalhem ou se divirtam, ajudando-as a reduzir o seu risco cardiovascular e daqueles que estão à sua volta.”</div><div>Mais acrescenta que “O ambiente em que vivemos, trabalhamos e nos divertimos, pode afetar a nossa capacidade de fazer escolhas certas para a saúde do nosso coração.”</div><div>A vitalidade do seu coração é influenciada pelo estilo de vida que adota,</div><div>nomeadamente, pelo cuidado que tem com a alimentação diária e com a atividade física e desportiva que realiza. Mas não só!</div><div>Sabendo que a SAÚDE DO CORAÇÃO passa também pela forma como sentimos e vivemos as nossas opções e gerimos as nossas relações e emoções – com colegas, clientes, amigos, família e companheiro/a – O SEU IKIGAI junta-se à celebração ativa deste dia, na medida em que os serviços disponibilizados à sua população contribuem para uma melhor qualidade das relações, maior eficácia na comunicação com os outros, maior autoestima e autoconfiança e contribuem ainda para escolhas assertivas e responsáveis, levando à criação de ambientes positivos, saudáveis e equilibrados e, portanto, a um maior bem estar psíquico, emocional e físico de quem participa neles. </div><div>Neste dia, em vez de uma caixa de chocolates, abra o seu coração! Aproveite para partilhar tudo o que de bom tem lá dentro e faça o coração dos outros sorrir de saúde.</div><div>A equipa d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a> está consigo e deseja-lhe um feliz dia Mundial do Coração e um bom fim de semana.</div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Chegou o outono</title><description><![CDATA[O outono começa hoje e com ele chegam também novas propostas de atividades, tão quentes e divertidas como as que se praticam no verão. Apresentamos-lhe algumas sugestões de programas de lazer que podem ser explorados por toda a família. Sem sair de casa, pode criar e orientar atividades bem engraçadas, à medida das capacidades e interesses dos pequenotes: Construam um herbário - apanhem vários tipos de folhas de árvore e prensem-nas entre livros ou com a ajuda de um prensador próprio para o<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_7dec06d6124b431faf9e323c9882e6f9.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/23/Chegou-o-outono</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/23/Chegou-o-outono</guid><pubDate>Wed, 23 Sep 2015 09:35:22 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_7dec06d6124b431faf9e323c9882e6f9.jpg"/><div>O outono começa hoje e com ele chegam também novas propostas de atividades, tão quentes e divertidas como as que se praticam no verão.</div><div>Apresentamos-lhe algumas sugestões de programas de lazer que podem ser explorados por toda a família.</div><div>Sem sair de casa, pode criar e orientar atividades bem engraçadas, à medida das capacidades e interesses dos pequenotes:</div><div>Construam um herbário - apanhem vários tipos de folhas de árvore e prensem-nas entre livros ou com a ajuda de um prensador próprio para o efeito. Depois de secas, colem as folhas numa folha de papel, identificando por baixo o nome de cada uma.Recolham folhas de árvore e sequem-nas. De seguida, pintem-nas com canetas de cor ou construam com elas animais ou outras formas.Na cozinha, formem uma equipa e façam receitas simples, tal como, biscoitos, pizza, gelatina, sumo de laranja ou um batido.Criem peças de massa pão, plasticina ou barro, e decorem o quarto da criançaCompre uma folha de cenário e façam uma pintura livre ou escolham um tema – utilize as mãos, pincéis, canetas ou lápis de corFaçam uma passagem de modelos e aproveite o momento para experimentar o tamanho da roupa a vestir nesta estação</div><div>Fora de casa, existem inúmeras alternativas aos parques infantis dos centros comerciais. Uma boa notícia é que muitos museus e monumentos são gratuitos nos 1º domingo de cada mês. Há programas para todas as bolsas!</div><div>ZONA NORTE</div><div>Museu do brinquedo português (Ponte de Lima)Paços dos Duques ou Palácio dos Duques de Bragança (Guimarães) - programas “especial família”, contos, exposições, oficinas, ateliês, mercadinhos, workshops de dança, teatros, outrosSealife (Porto)Planetário (Porto)Museu interativo e parque temático World of Discoveries (Porto) – a partir dos 2 anosMuseu das Marionetas do Porto (Porto) – a partir dos 2 anosFundação de Serralves (Porto) – programa “famílias em serralves 2015”Museu de Santa Maria de Lamas (Santa Maria de Lamas)Visionarium (Santa Maria da Feira) – “atividades para famílias”Museu do agricultor e do queijo (Celorico da Beira)Rota dos Castelos: Castelo de Santa Maria da Feira, Castelo de Guimarães (classificados como os mais bonitos da zona norte)</div><div>ZONA CENTRO</div><div>Navio-Museu Santo André (Gafanha da Nazaré) – ancorado no Jardim Oudinot, é um pólo do Museu Marítimo de ÍlhavoLugar dos Afetos (Aveiro) Fábrica Centro Ciência Viva (Aveiro) – a partir dos 2 anosAquário de Bacalhaus do Museu Marítimo (Ílhavo)Museu do Brincar (Vagos) – apresenta um novo conceito: explorar e brincar com os brinquedos expostos; ateliês, teatro e piso interativoMuseu do Brinquedo (Seia)Museu do Pão (Seia)Museu da Ciência (Coimbra) – exposições e ateliês; a partir dos 3 anosPortugal dos Pequenitos (Coimbra)Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (Coimbra) – exposição planeta tangerineConcertos para bebés (Leiria) – dos 0 aos 5 anosMuseu da Cera (Fátima)Rota dos Castelos: Castelo de Porto de Mós, Castelo de Tomar, Castelo de Almourol, Castelo de Óbidos, Castelo dos Mouros e Palácio da Pena (classificados como os mais bonitos da zona centro)</div><div>ZONA SUL</div><div>Museu do brinquedo (Sintra)Casa das Histórias Paula Rego (Cascais) – a partir dos 3 anos; no primeiro domingo de cada mês as sessões são gratuitasMuseu das crianças (Lisboa)Oceanário (Lisboa) – reconhecido como o melhor aquário do mundo pelo Traveler’s Choice do TripAdvisor.Concerto para bebés no Oceanário (Lisboa) – dos 0 aos 3 anosLisboa Story Center (Lisboa) – a partir dos 3 anos (teatros, ateliers)Museu da Marioneta (Lisboa) – partir dos 3 anosKidzania (Lisboa)Planetário Calouste Gulbenkian, Centro Ciência Viva (Lisboa) – a partir dos 3 anosRota dos Castelos: Castelo de Marvão, Castelo de Arraiolos, Castelo de Monsaraz (classificados como os mais bonitos da zona Sul)</div><div>Adote uma postura positiva e divertida perante a vida!</div><div>A equipa d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a> deseja-lhe um outono feliz. </div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dia Mundial da Paz</title><description><![CDATA[No dia de hoje, em especial, lançamos-lhe um desafio que poderá estender por todo o ano. Lance pombas de assertividade para o ambiente em que se encontra e contribua para um melhor bem-estar emocional... no trabalho com os colegas, em casa com a família, na estrada com os condutores, na rua ou no centro comercial com os outros.... Juntos faremos o nosso mundo melhor! A equipa d'O SEU IKIGAI deseja-lhe um feliz dia mundial da Paz. Imagem I O SEU IKIGAI<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_30f04d20cd9540d1848f6086aa5957aa.jpg"/>]]></description><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/21/Dia-Mundial-da-Paz</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/21/Dia-Mundial-da-Paz</guid><pubDate>Mon, 21 Sep 2015 11:35:24 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>No dia de hoje, em especial, lançamos-lhe um desafio que poderá estender por todo o ano.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_30f04d20cd9540d1848f6086aa5957aa.jpg"/><div>Lance pombas de assertividade para o ambiente em que se encontra e contribua para um melhor bem-estar emocional... no trabalho com os colegas, em casa com a família, na estrada com os condutores, na rua ou no centro comercial com os outros.... </div><div>Juntos faremos o nosso mundo melhor!</div><div>A equipa d'<div><a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a> deseja-lhe um feliz dia mundial da Paz.</div></div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Ensine o sucesso à sua criança</title><description><![CDATA[O investimento na educação infantil da sua criança traduz-se num crescimento que dá frutos. Na verdade, esse investimento é uma das maiores heranças, das mais úteis e mais férteis, que lhe vai deixar para a vida. E essa herança com frutos fará marcas profundas na criança de hoje e no adulto de amanhã!Caberá a si, no papel de educador, escolher que frutos lhe quer deixar - verdes, maduros ou estragados! Por isso, pense as vezes que forem necessárias, antes de relaxar nas escolhas educativas que<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_a9f338831c8649d09948e49e31a9c646.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/18/Ensine-o-sucesso-%C3%A0-sua-crian%C3%A7a</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/18/Ensine-o-sucesso-%C3%A0-sua-crian%C3%A7a</guid><pubDate>Fri, 18 Sep 2015 09:02:36 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_a9f338831c8649d09948e49e31a9c646.jpg"/><div>O investimento na educação infantil da sua criança traduz-se num crescimento que dá frutos. Na verdade, esse investimento é uma das maiores heranças, das mais úteis e mais férteis, que lhe vai deixar para a vida. E essa herança com frutos fará marcas profundas na criança de hoje e no adulto de amanhã!</div><div>Caberá a si, no papel de educador, escolher que frutos lhe quer deixar - verdes, maduros ou estragados! Por isso, pense as vezes que forem necessárias, antes de relaxar nas escolhas educativas que faz para a sua criança porque um ano de más escolhas na vida de um pequenote pode fazer estragos irreparáveis.</div><div>No documento das Orientações para a Educação Pré-escolar, lançado pelo Ministério da Educação, são apresentadas as conclusões de uma investigação sociológica. Uma delas revela que a educação pré-escolar é uma etapa provável de “<div>insucesso escolar precoce em que algumas crianças aprendem que não são tão capazes como as outras.</div>”</div><div>Esta verdade tem repercussões graves nas suas vidas, não só enquanto estudantes mas também no seu dia-a-dia, enquanto seres humanos.</div><div>Outros estudos indicam que as experiências vividas durante a educação pré-escolar, tem reflexos significativamente visíveis a longo prazo, nomeadamente, no processo de socialização, abandono escolar, exclusão social, no controlo de delitos na juventude e idade adulta e em atos de abuso de drogas.</div><div>Será possível que uma criança de tão tenra idade possa reunir, no seu curto currículo de vida, experiências de um insucesso tão destrutivo? Sim! Infelizmente, isso é possível e existe.</div><div>Sendo que “A educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica no processo da educação ao longo da vida.”, e numa época em que a maioria das crianças passa garnde parte do tempo fora do lar e sem familiares de referência por perto, num estilo de vida urbano intenso, é urgente apostar numa boa estrutura educativa.</div><div>Mas por onde começar?</div><div>Antes de mais, deve saber que ao longo do desenvolvimento infantil existem períodos chave para a aprendizagem de determinadas competências que a criança deve adquirir. Se essas aquisições não forem feitas nas alturas certas, a criança terá um atraso no seu desenvolvimento. Caso essas falhas desenvolvimentais não sejam graves, a criança poderá vir a contorná-las e, assim, disfarça-las junto dos colegas da mesma idade. Mas quanto esforço adicional isso lhe custará? E fica sempre outra questão: Se tivesse adquirido atempadamente essa(s) competência(s), até onde o mesmo esforço a poderia levar?</div><div>Na nossa opinião, deve focar a atenção para a qualidade dos serviços por onde a criança divide o seu tempo diário. Normalmente, são: o lar, o jardim de infância e as atividades extracurriculares.</div><div>Na verdade, todas as crianças devem poder beneficiar de um lar autêntico, do acesso a um jardim de infância de qualidade e de complementaridade ao lar, e de programas de educação infantil adaptados e com fundamento, que facilitem as suas aprendizagens.</div><div>O lar autêntico. É aquele que, independentemente da estrutura familiar, prepara a sua criança para a vida real, num ambiente de afetos, de segurança e de bem-estar emocional, tão necessários para um desenvolvimento humano saudável. Aqui, tem também de haver lugar para uma proteção equilibrada, para a marcação de regras e limites, para a preparação de uma autonomia progressiva e ajustada, e para novas experiências positivas.</div><div>Uma família com crianças está em permanente adaptação e descoberta sobre a melhor forma de as acompanhar e educar. Contudo, a sua tarefa, enquanto educadora, não está facilitada. Ninguém nasce ensinado, e as dúvidas são muitas porque os desafios do quotidiano são também cada vez maiores e diversificados. Nesse sentido, existem hoje programas de formação parental, livros especializados disponíveis e consultas de aconselhamento parental, aos quais os pais devem recorrer, sem qualquer constrangimento.</div><div>O jardim de infância. É outro local onde as crianças passam o seu tempo; muito mais até do que seria suposto. Também por isso, ele não deve ser um depósito de crianças mas sim um prolongamento do lar.</div><div>Um bom jardim de infância é aquele que estimula o desenvolvimento das crianças em todos os seus domínios – físico, emocional, cognitivo e social – de acordo com os seus interesses, as suas características e necessidades desenvolvimentais e pessoais; e o executa num ambiente seguro e de afetos espontâneos, não esquecendo a interação dinâmica e responsável com os educadores, as outras crianças, os materiais selecionados, e o espaço exterior.</div><div>O tempo passado no jardim de infância deve, portanto, potenciar oportunidades para o desenvolvimento saudável das crianças, com vários momentos de liberdade que as possibilitem de brincar ao faz de conta. Deverão ser estimuladas a aprender a brincar, a observar (atenção e concentração), a falar (linguagem e expressão), a criar, a resolver problemas, a serem autónomos, a conviver, a partilhar, a cooperar, a empatizar, a negociar, com comprometimento e autocontrolo emocional. Verbos que deverão estar sempre presentes e contribuir para a formação de uma autoimagem positiva.</div><div>No fim, os ensinamentos mais importantes que devem marcar a passagem das crianças pelo jardim de infância são a transmissão de três conhecimentos-chave: </div><div>1. Que elas são verdadeiramente competentes; </div><div>2. Que a escola é divertida; </div><div>3. Que as aprendizagens que fazem são sempre muito úteis e proveitosas.</div><div>As atividades extracurriculares. Existem também os programas extracurriculares, tais como, a música, o inglês, o judo, o yoga, a natação, os programas de desenvolvimento de competências para a aprendizagem, entre outros.</div><div>Estes programas ou atividades são também uma peça importante no processo da educação infantil, desde que sejam ajustados às características da criança e que não sejam em demasia. Cada um na sua área, no seu estilo e profundidade de envolvimento e conhecimentos, eles auxiliam no desenvolvimento das competências básicas da criança, importantes para alcançar o sucesso na vida pessoal, nomeadamente para o ingresso da vida académica. Portanto, avalie bem as potencialidades de cada atividade, tendo também em conta as necessidades e as preferências da sua criança.</div><div>Nesta área, a atividade extracurricular que <a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a> dirige é o <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids/cvbr">programa IKids</a>. Trata-se de um plano de desenvolvimento pessoal, destinado a crianças dos 4 aos 7 anos, que se foca no desenvolvimento das competências emocionais, cognitivas e sociais, fundamentais à aquisição das aprendizagens da vida pessoal e académica. Sendo criado e desenvolvido por profissionais certificados da área de psicologia, este programa tem também como referência as orientações curriculares para a educação pré-escolar, lançadas pelo Ministério da Educação. Pela sua riqueza de conteúdos, é considerado mais do que uma atividade extracurricular comum. Trata-se de um programa pré-escolar de diferenciador, equilibrado e de extrema importância ao complemento da educação infantil.</div><div>Concluímos com uma mensagem consolidada e amiga:</div><div>Pensando no adulto que a sua criança se tornará, invista hoje numa educação infantil de qualidade, porque uma boa pré-escola produz benefícios a curto, médio e longo prazo que ultrapassam grandemente o custo inicial que poderá vir a fazer agora. É um gasto com um retorno muito agradável e compensador, tanto para si, como para ela.</div><div>Não se acomode às suas dúvidas, nem a serviços educativos medíocres.</div><div>Preparar corretamente a sua criança para enfrentar os desafios da vida exige uma dedicação que começa já hoje, agora, antes mesmo de ser iniciada a sua vida académica. Ajude-a a viver sucessos, e a superar os fracassos, através da aquisição de competências físicas, emocionais, cognitivas e sociais. Que ela aprenda a aprender, a fazer e a ser um ser humano feliz e de excelência!</div><div><div>O programa I</div>Kids, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano personalizado de desenvolvimento pessoal para crianças que trabalha competências básicas emocionais, cognitivas e sociais, necessárias às futuras aprendizagens escolares e de vida. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids/cvbr">Saiba mais sobre o IKids</a>. E<a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">ofereça já</a>o programa completo à sua criança.</div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Checklist emocional – confira a sua!</title><description><![CDATA[Especialistas concluíram que as competências cognitivas ou académicas são responsáveis por apenas 10% a 20% do sucesso profissional e pessoal; 80% a 90% desse sucesso é influenciado por outros fatores, nomeadamente as competências comportamentais que constituem a inteligência emocional. Surpreendido? Existem vários tipos de personalidades, distintos desejos e necessidades, e diferentes formas de mostrar as nossas emoções. Gerir tudo isso requer sensibilidade e entendimento e é aqui que a<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_50db19d6e80b4954b8a3cddd33fc9640.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/12/Checklist-emocional-%E2%80%93-confira-a-sua</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/12/Checklist-emocional-%E2%80%93-confira-a-sua</guid><pubDate>Sat, 12 Sep 2015 10:17:31 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_50db19d6e80b4954b8a3cddd33fc9640.jpg"/><div>Especialistas concluíram que as competências cognitivas ou académicas são responsáveis por apenas 10% a 20% do sucesso profissional e pessoal; 80% a 90% desse sucesso é influenciado por outros fatores, nomeadamente as competências comportamentais que constituem a inteligência emocional.</div><div>Surpreendido?</div><div>Existem vários tipos de personalidades, distintos desejos e necessidades, e diferentes formas de mostrar as nossas emoções. Gerir tudo isso requer sensibilidade e entendimento e é aqui que a inteligência emocional se torna importante.</div><div>Por inteligência emocional ou maturidade emocional, entende-se a capacidade de reconhecer as próprias emoções, perceber o que elas significam e compreender a influência que as emoções individuais têm no outro. </div><div>A inteligência emocional é, assim, tão importante para o sucesso profissional como para o sucesso na vida pessoal.</div><div>Pessoas com uma alta inteligência emocional são, normalmente, bem sucedidas na maior parte das coisas que fazem. Porquê? Porque têm um grande conhecimento sobre si próprias e sobre os outros. Interessam-se pelas pessoas e gostam de fazê-las sentir-se bem. Por isso, quando precisam de ajuda, têm-na.</div><div>Gostava de conseguir alcançar esse posto?</div><div>Verifique a estrutura de 5 elementos que define inteligência emocional e analise e reflita sobre as competências que já adquiriu e as que deve ainda desenvolver.</div><div>1. Autoconsciência emocional. É a capacidade de ter consciência tanto das próprias emoções, como das emoções dos outros. Muitas pessoas acreditam que esta autoconsciência é a parte mais importante da inteligência emocional.</div><div>CARACTERÍSTICAS</div><div>Considera-se uma pessoa que:</div><div>Entende as suas emoções e, por causa disso, não deixa que os seus sentimentos a controlem?É confiante porque acredita na sua intuição e não deixa que as suas emoções a descontrolem?Está disposta a olhar honestamente para si própria?Conhece os seus pontos fortes e as suas fraquezas, e trabalha nessas áreas para conseguir alcançar sempre um melhor desempenho?</div><div>Pessoas com elevada inteligência emocional são normalmente muito auto-conscientes, na medida em que estão sempre em autoanálise, disponíveis a enriquecer o seu autoconhecimento, independentemente dos seus pontos fortes.</div><div>2. Autorregulação ou controlo emocional. É a capacidade de controlar emoções e impulsos de forma adequada.</div><div>CARACTERÍSTICAS</div><div>Considera-se uma pessoa que:</div><div>Não se permite ficar demasiado zangada, irritada ou ciumenta?Não toma decisões descuidadas ou por impulso?Pensa antes de agir?Utiliza diariamente as características de autorregulação? - são elas a reflexão, o conforto com a mudança, a integridade e a capacidade de dizer “não”. </div><div>3. Motivação ou autonomia emocional. É a habilidade de adequar as emoções a cada acontecimento.</div><div>CARACTERÍSTICAS</div><div>Considera-se uma pessoa que:</div><div>Está disposta a adiar resultados imediatos em prol do sucesso a longo prazo?É altamente produtiva e muito eficaz em tudo o que faz?Adora desafios?É responsável no que diz e no faz?Tem uma boa autoestima?Apresenta uma postura positiva perante a vida?</div><div>Pessoas com um elevado grau de inteligência emocional são, normalmente, bastante motivadas.</div><div>4. Empatia ou bem-estar emocional. Empatia é a capacidade de identificar e compreender os desejos, necessidades e pontos de vista dos que o rodeiam. Este é talvez o segundo elemento mais importante da inteligência emocional.</div><div>CARACTERÍSTICAS</div><div>Considera-se uma pessoa que:</div><div>Reconhece com facilidade os sentimentos dos outros, mesmo quando não são óbvios?É excelente a gerir relações interpessoais?É ótimo ouvinte?É muito bom na relação com os outros?Evita estereótipos e julgamentos demasiado rápidos?Vive a vida de uma forma honesta?Aceita bem as críticas e sabe quando usá-las para melhorar o seu desempenho?</div><div>5. Capacidade sócio-emocionais. É a habilidade de manter boas relações com os outros.</div><div>CARACTERÍSTICAS</div><div>Considera-se uma pessoa que:</div><div>Geralmente é fácil falar e gostar de pessoas com boas capacidades sociais. É visto deste modo pelos outros?Tem tendência para ajudar primeiro os outros a brilhar, em vez de se focar primeiro no seu próprio sucesso?Consegue gerir disputas de forma assertiva?É excelentes comunicador?É mestre na construção e manutenção das relações com os outros?</div><div>RESULTADOS</div><div>Para todas as questões, a resposta ideal é SIM. Quanto mais respostas positivas tiver conseguido obter, significa que maior é o seu nível de inteligência emocional.</div><div>Como já se deve ter apercebido, a inteligência emocional pode ser a chave do sucesso da sua vida pessoal e da sua carreira. Por exemplo, a capacidade de gerir pessoas e relacionamentos é muito importante para todas as pessoas, portanto, desenvolver e utilizar a sua inteligência emocional pode ser uma boa forma de gerir assertivamente a sua própria vida e até de mostrar aos outros o líder que há em si.</div><div><a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a> consegue ajudá-lo na descoberta e no desenvolvimento da sua inteligência emocional.</div><div>De que forma?</div><div>Aprofundando a sua autoconsciência emocional - componente mais importante da inteligência emocional - como primeiro passo para desenvolver os restantes 4 elementos, através do <div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion/c12rc">programa IKestion</a>. Exclusivo d’</div><a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a><div>, trata-se de um plano de desenvolvimento individual para adultos, orientado para a resolução de questões centrais da vida de cada um, melhorando assim a performance pessoal e profissional, autoimagem, autonomia e muito mais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Marque já a sua avaliação IKestion.</a></div></div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Síndrome pós-férias em crianças de idade pré-escolar</title><description><![CDATA[Sim, ela também existe nas crianças! De acordo com a Sociedade Espanhola de Medicina da Família e Comunitária, todas as pessoas são afetadas por esta síndrome após o regresso das férias, incluindo, portanto, as nossas crianças portuguesas. Sendo considerada pelos especialistas uma resposta natural de readaptação que o organismo produz na passagem da rotina de férias (ritmo descontraído) para a rotina habitual (ritmo acelerado) torna-se, ainda assim, importante que se tomem alguns cuidados para<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_756b26b5662b439a9d583810818c8ea8.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/10/S%C3%ADndrome-p%C3%B3sf%C3%A9rias-em-crian%C3%A7as-de-idade-pr%C3%A9escolar</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/09/10/S%C3%ADndrome-p%C3%B3sf%C3%A9rias-em-crian%C3%A7as-de-idade-pr%C3%A9escolar</guid><pubDate>Thu, 10 Sep 2015 09:32:03 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_756b26b5662b439a9d583810818c8ea8.jpg"/><div>Sim, ela também existe nas crianças!</div><div>De acordo com a Sociedade Espanhola de Medicina da Família e Comunitária, todas as pessoas são afetadas por esta síndrome após o regresso das férias, incluindo, portanto, as nossas crianças portuguesas.</div><div>Sendo considerada pelos especialistas uma resposta natural de readaptação que o organismo produz na passagem da rotina de férias (ritmo descontraído) para a rotina habitual (ritmo acelerado) torna-se, ainda assim, importante que se tomem alguns cuidados para que o normal não evolua para um quadro grave.</div><div>Embora as crianças tenham uma capacidade de adaptação à mudança muito maior do que a dos adulto, certo é que quanto maior tiver sido o período de férias e a quebra de rotinas que as caracteriza, maior será também a necessidade de fazer um período de ajuste à rotina prevista. Se pensarmos que são as crianças que disfrutam de mais tempo de férias, fará todo o sentido prestar uma atenção especial aos nossos pequenotes durante o seu período de adaptação.</div><div>Se as férias forem de 1 semana, talvez a criança nem sinta dificuldade na sua readaptação. Contudo, se as férias representarem um período de 15 dias ou mais, esse regresso poderá ser acompanhado de irritação, ansiedade, cansaço, desconcentração, tristeza e alteração do apetite, entre outros. Estes são alguns dos sinais associados a esta síndrome que se podem estender de 2 dias a 1 semana, após o início da rotina normal. Se agravado, a criança poderá sentir ainda dores físicas, tais como, dores de estômago, de cabeça e até dores musculares (não confundir com as dores de crescimento).</div><div>Uma BOA NOTÍCIA! Os sintomas da síndrome pós-férias podem e devem ser minorados. Não passa por reduzir o tempo de férias do seu filho mas, antes, de o preparar para o regresso à rotina pretendida, fazendo-o com a devida antecedência e de forma gradual e positiva.</div><div>O seu IKIGAI deixa-lhe 10 maneiras de dar a volta. Válidas para todos os períodos de férias!</div><div>Na PRÉ-ADAPTAÇÃO, antes do regresso à escola/rotina:</div><div>1. Decida o dia de início da pré-adaptação. O ideal será iniciar a preparação do regresso à escola Jardim de Infância uma semana antes do 1º dia de regresso à rotina habitual. No entanto, nem sempre isso é possível quando, por exemplo, as férias mais longas que a criança tem são 15 dias corridos. Acontece! Nestes casos, seria um atentado às curtas férias da criança, começar o “desmame” das férias uma semana depois de terem iniciado. Por isso, se for o seu caso, comece a fazê-lo com cerca de 3 dias de antecedência.</div><div>2. Clarifique horários, regras e limites. É importante que adote os horários de futuro (o despertar, o deitar, a sesta, as refeições) e que reintroduza todas as regras a respeitar. Cada família saberá em que é que deixou a sua criança prevaricar um pouco mais, correto? Há agora que voltar aos velhos e saudáveis hábitos.</div><div>3. Introduza o tema &quot;escola&quot;. Se durante as férias a criança nunca o referiu, relembre-a agora da sua escola e que em breve voltará, associando sempre esse regresso a algo muito positivo e agradável para ela. Aproveite uma deixa para dizê-lo e poderá até aproveitar para perceber a sua disposição atual para regressar à rotina da pré-escola. Por exemplo, aproveitando um brinquedo a que esteja afeiçoada, “Quando fores para a escola também podes levar o brinquedo novo que tanto gostas. O que achas?” Ou, aproveitando alguma atividade que fez bem, “Já sabes tantas coisas! Quando voltares à escola ainda vais aprender muito mais. Isso é que vai ser, não vai?” Ou ainda, “Já estás tão grande! Cresceste tanto durante as férias! Aposto que os teus amigos estão cheios de saudades tuas. E tu? Também tens saudades deles?”. Se a resposta for negativa, relaxe e dê-lhe tempo!</div><div>4. Recorra ao que a criança mais gosta. Tendo em conta as necessidades da sua criança e as suas motivações, adicione pequenas surpresas e prazeres neste período de pré-adaptação. Por exemplo, se ela for vaidosa, gostar de acessórios ou de desporto, compre-lhe uma peça de roupa ou um acessório para levar no 1º dia; faça uma passagem de modelos com as roupas e o calçado para a próxima estação e enalteça o quanto ficará catita.</div><div><div>5. Preparem juntos a mochila. Comecem, por exemplo, por lavar a mochila juntos ou, se for o caso de comprar uma, leve a sua criança consigo e deixe-a ter voz ativa na seleção da nova mochila. Escolham</div>o pente, a roupa suplente, a escova dos dentes, juntem o bibe e o que mais for. A esta atividade, adicione uma bela dose de boa disposição e tolerância!</div><div>6. Faça com que reveja aquele(s) amigo(s). Se tiver o contacto dos pais dos amigos mais próximos, que tal marcar uma hora de brincadeira? Verá que a sua criança ficará mais animada.</div><div>7. Dê o exemplo. As crianças aprendem pelo exemplo e pela repetição do que veem e a sua não é exceção. Portanto, tenha em atenção à postura que lhe transmite e aos comentários que faz, relativamente ao regresso ao seu trabalho.</div><div>8. Visão positiva. Fale-lhe das coisas boas que ela reencontrará na pré-escola – o reencontro com os amigos, com a educadora e as auxiliares, as novas aprendizagens, brincadeiras diferentes e festas de aniversário durante o ano inteiro. Inspire-se e crie, por exemplo, canções alegres relacionadas com o tema e cante-as com o seu filho. Qualquer coisa como:“É bom ir para a escola / Que bom, que bom, que bom / Todos vão aprender / E brincar, brincar, brincar.” Não importa a beleza geral, nem se há rimas na canção. O objetivo é divertir, descomprimir e motivar. Quem sabe se ouvirá uma gargalhada? </div><div>Na PÓS-ADAPTAÇÃO, a partir do 1º dia no Infantário:</div><div>9. Semanas especiais. Torne a 1ª e a 2ª semanas especiais, introduzindo pequenas novidades na rotina e brincando mais tempo juntos. Por exemplo, vá buscá-la mais cedo, tenha um mimo à sua espera, leve-a ao parque, dê-lhe banho na varanda (piscina pequena insuflável ou banheira), prepare um jantar piquenique, passeiem a pé antes de dormir.</div><div>10. Ao longo do ano. Prolongue a sensação de férias pelo ano inteiro. Porque não? Faça por introduzir, pelo menos, uma atividade diferente todas as semanas ou transforme os fins-de-semana em pequenas ilhas revitalizadoras. Verá que não é assim tão difícil, nem trabalhoso, nem tão dispendioso como poderá estar agora a pensar. E, ao fim e ao cabo, também serve de lufada de ar fresco para toda a família.</div><div>Mesmo que ao longo do processo de readaptação a sua criança apresente uma postura menos positiva, mantenha a calma e não valorize demasiado. Afinal de contas, quem não gostaria de estender as suas férias por mais uns bons pares de dias....? A sua criança certamente não será exceção!</div><div>Para além do mais, a rotina futura não tem de ser chata, pois não? Conversem sobre isso e façam por “cheirar a férias” o ano inteiro.</div><div>Faça-o por si e pelo bem-estar da sua criança!</div><div><div>O <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids/cvbr">programa IKids</a>, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano personalizado de desenvolvimento pessoal para crianças que trabalha competências básicas emocionais, cognitivas e sociais, necessárias às futuras aprendizagens escolares e de vida.</div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Ofereça já o IKids à sua criança.</a></div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A identidade motivacional no casal</title><description><![CDATA[Uma relação amorosa tem sempre nas suas raízes necessidades importantes que devem ser continuamente nutridas para que a união se mantenha forte, duradoura, saudável e faça o casal genuinamente feliz e realizado. O casal é um Ser vivo, com a sua história e identidade únicas. Até aqui, talvez não seja novidade para si. O que poderá surpreendê-lo é o facto de, atualmente, se poder afirmar que cada relacionamento tem gravado em si, desde o início, um perfil motivacional exclusivo, que caracteriza a<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_76f82244b78643eb8104859470859392.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/08/31/A-identidade-motivacional-no-casal</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/08/31/A-identidade-motivacional-no-casal</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2015 12:40:38 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_76f82244b78643eb8104859470859392.jpg"/><div>Uma relação amorosa tem sempre nas suas raízes necessidades importantes que devem ser continuamente nutridas para que a união se mantenha forte, duradoura, saudável e faça o casal genuinamente feliz e realizado.</div><div>O casal é um Ser vivo, com a sua história e identidade únicas. Até aqui, talvez não seja novidade para si. </div><div>O que poderá surpreendê-lo é o facto de, atualmente, se poder afirmar que cada relacionamento tem gravado em si, desde o início, um perfil motivacional exclusivo, que caracteriza a construção do seu modelo relacional. Funciona como um mapa das necessidades fundamentais do casal. Novos estudos na área da motivação confirmam-no! </div><div>Esta certeza vem oferecer um novo rumo na construção saudável das relações amorosas, na medida em que facilita a cada um dos seus intervenientes, conhecimentos-chave sobre a forma de funcionamento e compatibilidade do casal.</div><div>Talvez seja pertinente reforçar que cada relacionamento apresenta no seu modelo relacional várias necessidades fundamentais e tendências comportamentais, de origem motivacional, que permanecem inalteráveis ao longo do tempo. </div><div>Assim sendo, é importante que o casal tenha consciência de quais são essas necessidades e tendências para, assim, conseguir corresponder mais rápida e eficazmente aos seus próprios desafios.</div><div>Mas, então, como ter acesso a essa informação tão preciosa?</div><div><div>O <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikouple/ctps">IKouple</a>, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um programa de desenvolvimento relacional, individual ou conjunto, orientado na procura de respostas a receios, dúvidas e expetativas relacionadas com a vida amorosa. Permite conhecer os perfis motivacionais pessoais e do casal, alinhar necessidades individuais, traçar metas comuns, rever prioridades e muito mais. </div><div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Marque já a sua avaliação IKouple</a> e garanta o seu programa personalizado.</div></div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Lidere a sua vida</title><description><![CDATA[Todos temos um líder em nós. Considere-o uma verdade! A grande questão é Que tipo de líder sou eu? Praticar uma boa liderança exige um conhecimento profundo sobre si próprio e saber adequar essa informação às necessidades da sua profissão, dos seus colegas de equipa e da sua empresa... Saiba reconhecer quem é, o que faz, como faz, e o que poderá melhorar para se superar a si mesmo.Para conseguir fazê-lo, uma boa dica que lhe podemos deixar é que no seu percurso profissional se relacione<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_0b5478af22f74c07b91e788df6c50d43.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/08/28/Lidere-a-sua-vida</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/08/28/Lidere-a-sua-vida</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2015 08:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Todos temos um líder em nós. Considere-o uma verdade! A grande questão é Que tipo de líder sou eu?</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_0b5478af22f74c07b91e788df6c50d43.jpg"/><div>Praticar uma boa liderança exige um conhecimento profundo sobre si próprio e saber adequar essa informação às necessidades da sua profissão, dos seus colegas de equipa e da sua empresa... </div><div>Saiba reconhecer quem é, o que faz, como faz, e o que poderá melhorar para se superar a si mesmo.</div><div>Para conseguir fazê-lo, uma boa dica que lhe podemos deixar é que no seu percurso profissional se relacione intimamente com as competências chave que estão na base de um sucesso estável e de um nível seguro de bem-estar na vida, pessoal e profissional:</div><div>AutomotivaçãoInteligência emocionalComunicação interpessoal, não esquecendo a tão importante comunicação não verbalGestão da mudançaResiliênciaGestão de conflitos, internos e externosPensamento criativo e inovadorAfinação dos cinco sentidosGestão inteligente do tempoGestão do stress negativo e da ansiedade laboralGestão das relações de trabalho</div><div>Dedique-se ao desenvolvimento das suas competências de uma forma contínua. Liberte o líder que há em si e adeqúe os seus comportamentos às necessidades e características do seu trabalho.</div><div>Lidere a sua vida com atitude. O sucesso é o horizonte.</div><div><div>O <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion/c12rc">programa IKestion</a>, exclusivo d’</div><a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a><div>, é um plano de desenvolvimento individual para adultos, orientado para a resolução de questões centrais da vida de cada um, melhorando assim a performance pessoal e profissional, autoimagem, autonomia e muito mais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Marque já</a> a sua avaliação IKestion e </div>(re)encontre o seu caminho da felicidade.</div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>5 passos na escolha de histórias infantis</title><description><![CDATA[A leitura, considerada um “alicerce da sociedade do conhecimento”, pela União Europeia e por várias organizações internacionais (OCDE, UNESCO e outras) é, efetivamente, uma competência básica de desenvolvimento pessoal e social. Por isso, é tão importante que a criança ganhe o gosto pelas letras, pois só assim o processo de leitura será mais acessível e a criança mais bem sucedida na alfabetização.No mercado nacional existem inúmeros livros destinados às idades pré-escolares, dos 3 aos 5 anos.<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_c283e26921914fe9b919000fe68dc684.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/08/26/5-passos-na-escolha-de-hist%C3%B3rias-infantis</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/08/26/5-passos-na-escolha-de-hist%C3%B3rias-infantis</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2015 08:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_c283e26921914fe9b919000fe68dc684.jpg"/><div>A leitura, considerada um “alicerce da sociedade do conhecimento”, pela União Europeia e por várias organizações internacionais (OCDE, UNESCO e outras) é, efetivamente, uma competência básica de desenvolvimento pessoal e social. Por isso, é tão importante que a criança ganhe o gosto pelas letras, pois só assim o processo de leitura será mais acessível e a criança mais bem sucedida na alfabetização.</div><div>No mercado nacional existem inúmeros livros destinados às idades pré-escolares, dos 3 aos 5 anos. Resta é saber quais são aqueles que vão efetivamente ao encontro dos interesses e das necessidades de desenvolvimento da sua criança.</div><div>Porque é que se torna tão importante fazer uma seleção acertada? Porque a criança só consegue aprender quando encontra um interesse nas coisas e lhe atribui um significado. Portanto, só os livros que lhe façam sentido é que conseguirão captar a sua atenção e disponibilidade para explorar o mundo das letras!</div><div>Mais! A impressão positiva que um livro deixa na criança leva-a à atração por novos livros. E, assim, de uma forma dinâmica, divertida e espontânea são criadas as condições necessárias para a preparar para a leitura e a escrita.</div><div>O que deve, então, ter-se em linha de conta, antes de comprar um livro infantil?</div><div>Mais importante do que ensinar uma criança a ler é incutir-lhe o gosto pela leitura.</div><div>1. O objetivo principal da escolha. Tenha sempre presente que o objetivo principal destes livros é cativar a atenção e a curiosidade da criança para o universo literário. Aprender a manusear os livros, a explorá-los, saber cuidar deles e dar-lhes valor, são grandes conquistas para estas idades. No entanto, para as crianças os livros são considerados brinquedos e é assim que devem continuar a ser vistos por elas.</div><div>2. As características da criança. A história deve sempre ir ao encontro da sua capacidade de compreensão. Por isso, tenha sempre em atenção a idade da criança, o seu estádio de desenvolvimento, o ritmo de aprendizagem e os seus interesses pessoais. Que interesses poderão ser estes?</div><div>Analise o tema da história. Considere temas com que a criança se consiga identificar, de alguma forma. Podem traduzir a sua rotina (a higiene, a hora de dormir, as refeições, etc.), as dificuldades que sente (o medo do escuro, as birras, a chupeta, o nascimento de um irmão, etc.) e os valores sociais (a amizade, a partilha, o respeito, as diferenças etnias, etc.). Outro tema interessante será a explicação dos porquês, como as coisas são feitas e como funcionam. Nestas idades, as crianças são bastante curiosas por tudo o que se passa à sua volta.Procure ilustrações atrativas. Recorra a livros com imagens expressivas e apelativas para a criança. Normalmente, as história em que as personagens são uma referência para ela, despertam uma atenção mais rápida – Elsa Frozen, Doutora Brinquedos, Panda, Mickey e Minnie, dinossauros, animais preferidos, etc. No entanto, também há livros com muitos detalhes ilustrativos e que, desprovidos de palavras e de personagens de referência, são tão expressivos na sua dimensão visual e imaginária que se tornam um verdadeiro trunfo para o desenvolvimento linguístico, emocional e social da criança.</div><div>3. A construção literária. A linguagem das histórias para crianças deve ser de fácil compreensão, com acesso à imaginação e uma certa dose de beleza literária. Prefira frases curtas e palavras simples. Letras grandes, poucas legendas por página. Certifique-se que contém uma correta construção frásica e gramatical, sem erros ortográficos. Embora a criança ainda não saiba ler, lembre-se que os livros permanecem no tempo e as histórias ficam no ouvido. Saiba que a aprendizagem da linguagem ocorre pela repetição da linguagem que ouvimos.</div><div>4. O conteúdo da mensagem. Todas as histórias devem ser escritas numa base educativa. De alguma forma, devem referir valores sociais e explicar a importância de os respeitar. Verifique qual é a aprendizagem que a história quer transmitir à criança. Elimine os livros vazios de conteúdo.</div><div>5. A interação do livro. A interação que o livro oferece à criança também é muito importante para alcançar o nosso objetivo principal. Verifique se ela existe – magnéticos, autocolantes, texturas, abas, sons, cd’s auxiliares, fantoches de dedo, puzzles, jogos, marcadores, ou outros.</div><div>SOLICITE-NOS. Podemos sugerir-lhe alguns livros para crianças com idade pré-escolar, dos 3 aos 5 anos. Para isso, basta apenas que nos contacte através da página do <a href="https://www.facebook.com/oseuikigai?fref=ts">nosso facebook</a>ou através do nosso email descubra@oseuikigai.pt. Teremos todo o gosto em ajudá-lo.</div><div>O <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids/cvbr">programa IKids</a>, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano personalizado de desenvolvimento pessoal para crianças que trabalha as competências básicas emocionais, cognitivas e sociais, necessárias às futuras aprendizagens escolares e de vida.<a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Ofereça já o IKids à sua criança.</a></div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Um teste ao relacionamento</title><description><![CDATA[Existem algumas estratégias de psicodiagnóstico para analisar a saúde de uma relação.Hoje, apresentamos-lhe uma estratégia considerada fundamental e, ao mesmo tempo, bastante simples e acessível que poderá testar em qualquer fase do seu relacionamento. Basta que responda sem medos e com a maior sinceridade à seguinte questão: Sente-se frequentemente sozinha(o)? Se a sua resposta é sim, considere duas possibilidades: O sentimento de solidão tem origem na leitura que faz sobre as coisas; não nos<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_a952556fbbe74a09b7ca7d6e8efa7e1d.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/08/24/Um-teste-ao-relacionamento</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/08/24/Um-teste-ao-relacionamento</guid><pubDate>Mon, 24 Aug 2015 08:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_a952556fbbe74a09b7ca7d6e8efa7e1d.jpg"/><div>Existem algumas estratégias de psicodiagnóstico para analisar a saúde de uma relação.</div><div>Hoje, apresentamos-lhe uma estratégia considerada fundamental e, ao mesmo tempo, bastante simples e acessível que poderá testar em qualquer fase do seu relacionamento. Basta que responda sem medos e com a maior sinceridade à seguinte questão: Sente-se frequentemente sozinha(o)?</div><div>Se a sua resposta é sim, considere duas possibilidades:</div><div>O sentimento de solidão tem origem na leitura que faz sobre as coisas; não nos acontecimentos.Sente-se só porque a sua relação não está a ir ao encontro das suas necessidades.</div><div>Provavelmente serão as duas a contribuir! Saiba que a sensação de solidão dentro de uma relação amorosa é vivida por muitos casais mas nem por isso deve ser encarada como natural.</div><div>“Em estudos realizados junto de pessoas com relacionamentos longos e dedicados, mais de ¼ dos inquiridos admitiam sentir-se frequentemente sozinhos.”(Levine, 2000)</div><div>Apenas a solidão ocasional é considerada uma emoção saudável, normal e universal. Ao contrário, quando é vivida de forma contínua, prolongada no tempo, ela ganha proporções bastante dolorosas e destrutivas, perdendo todos os seus benefícios para passar a representar um perigo para a saúde de quem a sente e de quem é acusado por isso. Esta solidão a dois é considerada, por quem a vive, muito mais dolorosa e profunda do que a solidão que é sentida quando, efetivamente, se está só por um tempo.</div><div>Tem ideia de como se chega facilmente aqui? Demasiadas vezes, deixamos que a azáfama do dia-a-dia nos absorva de tal maneira que, quando chegamos a casa, já esgotados, tendemos a reduzir todas as atividades ao mínimo indispensável. E se no momento até parece confortável, mais tarde a fatura converte-se em solidão mútua. Progressivamente, vai-se perdendo o hábito de conversar, para além do banal; de partilhar ideias, sentimentos, necessidades, carinhos, vivências e... facilmente se chega à falta de compreensão.</div><div>Esta solidão em que os dois se sentem incompreendidos, desinteressantes, rejeitados e mal amados, leva a que as ideias centrais da vida de cada um comecem a ser dominadas por estes sentimentos, deixando-os gradualmente com menos autoconfiança, autoestima e sem controlo sobre a realização das suas necessidades pessoais.</div><div>Se assim acontece ao nível individual, naturalmente que a saúde da relação deste casal está tão mais doente, quanto a intensidade com que as situações são sentidas por cada uma das pessoas em sofrimento.</div><div>Se esta “doença” tem cura? Tudo dependerá do nível de dedicação que os dois coloquem na resolução desta temática.</div><div>Aceita algumas sugestões?</div><div>Recomecem! Reorganizem a vossa vida individual e de casal e deem inicio a uma nova etapa da vossa relação, avaliando os erros do passado para os banirem do presente. Isto é realmente possível!Não se voltem a iludir, nem tão pouco se acomodem. Estabeleçam, no mínimo, uma hora semanal na conquista de um espaço comum. Façam programas a dois que cultivem o diálogo, a cumplicidade e a intimidade, com atenção aos interesses de ambos. Portanto, atenção: nada de programas sem relação humana como, por exemplo, ir ao cinema, ver televisão e jogar playstation.Saibam que, como refere Quintino Aires, é na relação sexual saudável “que se constrói o vínculo amoroso entre dois adultos que se amam.” Ela é a fonte de afeto e carinho mais importante na relação amorosa verdadeira. Simples.Procurem juntos soluções para os vossos problemas, pessoais e amorosos, mesmo os mais constrangedores. A postura faz a diferença: saiba ouvir, com interesse genuíno e respeito, sem acusações nem julgamentos. Sem pressões de tempo...Dediquem-se aos pensamentos positivos e ajam em conformidade com as necessidades individuais e conjuntas (em tudo diferente de egocentrismo).Partilhamos da firme convicção de que “Para nos sentirmos completos, temos de alimentar uma forte ligação com o nosso eu interior. Depois, já nos poderemos sentir mais plenamente ligados às outras pessoas e achar a sua companhia gratificante.” (Henry Abrams, psicólogo americano)</div><div><div>O <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikouple/ctps">programa IKouple</a>, exclusivo d’</div><a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a><div>, é um plano de desenvolvimento relacional, individual ou conjunto, orientado na procura de respostas a receios, dúvidas e expetativas, relacionadas com a vida amorosa. Permite alinhar necessidades individuais, traçar metas comuns, rever prioridades e muito mais, melhorando, assim, a qualidade e a saúde da relação. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Marque já a sua avaliação IKouple</a>. Aprenda a construir-se na relação. </div></div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O segredo está aqui</title><description><![CDATA[“Se queres motivar alguém – uma pessoa amada, um estudante ou um empregado – será sábio que te foques no que essas pessoas valorizam e apreciam.” Steven Reiss A motivação é uma das ferramentas que mais contribui para o sucesso na vida e no trabalho – qualidade das relações, desempenho de tarefas, nível de envolvimento nas coisas, etc. Vários cientistas de renome defendem que cada um de nós desfruta de um grupo de necessidades básicas que nos caracteriza e determina as nossas tendências<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_f74b9f2f16824a2383cfc1733a7e85b1.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/08/21/O-segredo-est%C3%A1-aqui</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/08/21/O-segredo-est%C3%A1-aqui</guid><pubDate>Fri, 21 Aug 2015 08:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div><div> “Se queres motivar alguém – uma pessoa amada, um estudante ou um empregado – será sábio que te foques no que essas pessoas valorizam e apreciam.” </div>Steven Reiss</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_f74b9f2f16824a2383cfc1733a7e85b1.jpg"/><div>A motivação é uma das ferramentas que mais contribui para o sucesso na vida e no trabalho – qualidade das relações, desempenho de tarefas, nível de envolvimento nas coisas, etc.</div><div>Vários cientistas de renome defendem que cada um de nós desfruta de um grupo de necessidades básicas que nos caracteriza e determina as nossas tendências comportamentais. Essas necessidades fundamentais, diferentes de pessoa para pessoa, são a base das nossas escolhas e conduta diária. São elas as responsáveis por motivar a procura de soluções e a concretização do presente e do futuro.</div><div>Caso não esteja a realizar as suas necessidades fundamentais, ou seja, as suas motivações de vida, começará a experimentar uma sensação de insatisfação crescente, e não conseguirá ser genuinamente feliz até que faça o contrário. Simples!</div><div>A grande questão que se coloca a seguir é Como conseguir descobrir quais são as minhas motivações; como torna-las conscientes e dar-lhes nome?</div><div>Essa descoberta só é possível através da sua disponibilidade para um conhecimento profundo sobre si mesmo.</div><div>Estudos recentes tornaram o campo das motivações num tema bastante acessível e objetivo, deixando para trás a sombra da subjetividade que o caracterizava.</div><div>Hoje, qualquer pessoa maior de 16 anos consegue aceder ao seu perfil motivacional individual.</div><div>Quais são as suas necessidades individuais nos vários papéis que protagoniza? Enquanto profissional? Enquanto pai? Enquanto filho? Enquanto amigo? Enquanto amante?</div><div>Ignorar estes factos é rejeitar o que o faz realmente feliz.</div><div>O <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikestion/c12rc">programa IKestion</a>, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano de desenvolvimento individual para adultos, orientado para a resolução de questões centrais da vida de cada um, melhorando assim a performance pessoal e profissional, autoimagem, autonomia e muito mais. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Marque já a sua avaliação IKestion.</a></div><div>O <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikouple/ctps">programa IKouple</a>, exclusivo d’O SEU IKIGAI, é um plano de desenvolvimento relacional, individual ou conjunto, orientado na procura de respostas a receios, dúvidas e expetativas, relacionadas com a vida amorosa. Permite alinhar necessidades individuais, traçar metas comuns, rever prioridades e muito mais, melhorando, assim, a qualidade e a saúde da relação. <a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Marque já a sua avaliação IKouple.</a></div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Que cores vês aqui?</title><description><![CDATA[Faça este jogo com o seu filho e saiba o que quer dizer quanto ao seu desenvolvimento cognitivo. Interpretação A aprendizagem das cores varia muito de criança para criança. Por volta dos 3 anos, ela pode conseguir já identificar até 4 cores diferentes. Contudo, 90% das crianças consegue-o apenas dos 4 para os 5 anos de idade. Fique atento à evolução desta aprendizagem mas sem nunca recorrer a pressões e castigos.Saiba que cada criança tem o seu próprio ritmo de aprendizagem. Se verificar que o<img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_ea25a21386e64476bcf15eda6dcdc9ad.jpg"/>]]></description><dc:creator>Daniela Roda</dc:creator><link>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/08/19/Que-cores-v%C3%AAs-aqui</link><guid>https://www.oseuikigai.com/single-post/2015/08/19/Que-cores-v%C3%AAs-aqui</guid><pubDate>Wed, 19 Aug 2015 08:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Faça este jogo com o seu filho e saiba o que quer dizer quanto ao seu desenvolvimento cognitivo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/75d9e2_ea25a21386e64476bcf15eda6dcdc9ad.jpg"/><div>Interpretação</div><div>A aprendizagem das cores varia muito de criança para criança. Por volta dos 3 anos, ela pode conseguir já identificar até 4 cores diferentes. Contudo, 90% das crianças consegue-o apenas dos 4 para os 5 anos de idade.</div><div>Fique atento à evolução desta aprendizagem mas sem nunca recorrer a pressões e castigos.</div><div>Saiba que cada criança tem o seu próprio ritmo de aprendizagem.</div><div>Se verificar que o seu filho não faz progressos na identificação das cores, deverá informar o seu psicólogo. Talvez beneficie em realizar um despiste neuropsicológico.</div><div>Dica</div><div>Verifique o método que está a ser utilizado com o seu filho no ensino das cores. Poderá estar a desencadear confusão na criança e ser o causador desta dificuldade. Deverá começar com poucas cores de cada vez e, numa primeira fase, utilizar objetos idênticos. Por exemplo, utilize 3 feijões de tamanhos iguais, cada um pintado de uma cor diferente – 1 azul, 1 amarelo e 1 vermelho.</div><div>O daltonismo poderá ser também uma causa desta dificuldades, sendo possível fazer o seu despiste a partir dos 3 anos.</div><div>Curiosidade</div><div>A cor é processada no nosso cérebro através de 3 centros cerebrais: o 1º centro neuronal assegura os conceitos das cores; o 2º é responsável pelas palavras que designam as cores; o 3º centro assegura a mediação entre os conceitos e as palavras.</div><div><div>O <a href="http://www.oseuikigai.com/#!ikids/cvbr">programa IKids</a>, exclusivo d’<a href="http://www.oseuikigai.com">O SEU IKIGAI</a>, é um plano personalizado de desenvolvimento pessoal para crianças que trabalha as competências básicas emocionais, cognitivas e sociais, necessárias às futuras aprendizagens escolares e de vida. </div><a href="http://www.oseuikigai.com/#!contactos/cgcd">Ofereça o IKids à sua criança.</a> Dê-lhe asas para voar mais longe.</div><div>Imagem I O SEU IKIGAI</div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>